31 de dez. de 2008

FELIZ 2009!

Em 2009 Lobo Repórter continuará com seu foco em direitos animais e veganismo. Para tal, dei uma reforma visual no blog e espero ter acertado. Mas como a internet é um perene ‘work-in-progress’, mais mudanças virão exceto no propósito desse blog, que é dar voz aos animais explorados pela sua carne, pela sua pele, pela sua genética e simplesmente por confiar mais e ser menos maliciosos e violentos do que os humanos. A eles todos um 2009 melhor, com mais gente abraçando o veganismo como a base moral dos direitos animais.


Torne-se vegano from apasolini on Vimeo.


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Organização científica pede fim dos subsídios à agricultura animal e pesca na Europa

Uma organização interdisciplinar chamada Nutrition Ecology International Center (NEIC), cujo objetivo e investigar o impacto do consumo e produção de comida no meio ambiente, na saúde, sociedade e economia, considera de absoluta importância que as sociedades em desenvolvimento mudem seus hábitos alimentares para diminuir sua pegada ecológica. Segundo a NEIC, a fome, desflorestamento, poluição, doenças degenerativas, exploração e morte de animais em fazendas de produção são consequências de nossas escolhas nutricionais feitas no dia a dia.

A principal ação da organizão é pleitear junto à União Européia o fim dos subsídios à agricultura animal e indústria pesqueira. Para tanto a organização criou uma petição na qual ela afirma que a dieta baseada nos produtos dessas indústrias aumenta as 'doenças da afluência' tais como tumores e problemas cardiovasculares. Além disso elas causam a escassez de recursos e desnutriçao no Terceiro Mundo, destruição de florestas tropicais para abrir espaço para pastagem e cultivo de soja para alimentar animais e um impacto enorme no meio ambiente causado pelo consumo de energia, água, produtos químicos e farmacêuticos e poluição de recursos hídricos e no solo.

Entre os membros da comissão formada pela NEIC estão Margherita Hack, astrofísica baseada na Itália, Jens Holm, membro do Parlamento Europeu pela Suécia, Julia "Butterfly" Hill, ambientalista americana e Dr. Mario Tozzi, geologista italiano. "Os animais são criados em condições tão artificiais que eles sempre se encontram doentes, sua carne contem toxinas e a produção excessiva facilita o abuso desse tipo de comida. Do ponto de vista da ética, é doloroso considerar o sofrimento a que esses animais são sujeitos, verdadeiras máquinas de carne. Eles são criados para reproduzir e engordar rápido, em condições de superpopulação, simplesmente para atender à gula do animal homem, que acredita ser o mestre de outras espécies, sendo que é possível viver sem nenhum tipo de carne, como eu o tenho feito, já que sou vegetariana desde o berço", disse Margherita Hack.

Para acessar a petição da NEIC, visite http://www.nutritionecology.org.

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29 de dez. de 2008

A Porca Que Cantava Para a Lua: resenha

Natal é dia de leitura para mim e esse ano li dois livros. O primeiro foi o 'retrato' literário de Picasso escrito pela autora modernista Gertrude Stein e publicado em 1938. Stein ficou famosa por sua escrita automática, sem pontuação e com ênfase no 'ser', no presente contínuo, na representação das coisas como elas são e não como elas são lembradas. Parece um pouco a filosofia Zen e vai contra o excesso descritivo e a obsessão com trama que reina na literatura contemporânea.

O outro livro foi um que eu planejava ler há muito tempo e se chama The Pig Who Sang To The Moon - The Emotional Life of Farm Animals (tradução minha: A Porca Que Cantava Para a Lua - A Vida Emocional dos Animais de Criação), do australiano JeffreyMasson. Masson faz um apelo pelos animais que são tipicamente vistos como 'comida' e demonstra como seus instintos, embora restritos pela tirania da agricultura animal, são muito proximos dos seus antepassados selvagens. Ele ilustra sua tese com exemplos da inteligêcia e sensibilidade dos bovinos, suinos, aves e outros. E aqui eu gostaria de citar uma frase do livro: "É errado criar animais para comê-los. Eu simplesmente não acredito que alguém vá dar a um animal uma vida boa se a razão dessa vida é terminar como uma refeição". Esse é um fato irrefutável que aqueles que dizem trabalhar pelo bem estar de animais em fazendas teimam em negar.

O ser humano tem uma capacidade enorme para a compaixão mas essa é acompanhada de uma capacidade tão grande para a crueldade e o abuso. Houve um caso de um experimento em uma escola na Califórnia nos anos 70 que buscou reproduzir as condições de um sistema ditatorial, com alguns alunos como fascistas e outros como vítimas do sistema. O nivel de autoritarismo dos alunos que deveriam participar de um jogo apenas assustou os professores e eles tiveram que interromper o projeto por medo de violência (esse experimento é tema de uma documentario chamado The Wave, atualmente em cartaz em cinemas pelo mundo).

O experimento demonstra, entre outras coisas, que o poder perante a vulnerabilidade - e os animais em fazendas são vulneráveis e sujeitos ao poder de seus 'donos' - inevitavelmente leva ao abuso e nesse caso agravado pelo aval que a sociedade concede a esse abuso. Por isso o veganismo é o imperativo moral de todos os que se interessam pelo bem estar e liberdade animal. Não adianta simplesmente 'melhorar' as condições de exploração. É necessário abolir a exploração. Esse é o verdadeiro bem estar animal e o único que interessa a cada criatura no momento 'vivendo' e sendo tratada como mera mercadoria.

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500 ursos resgatados por ONG inglesa

A International Animal Rescue (IAR), baseada em Uckfield na Inglaterra, cujo objetivo é por fim à comercialização de ursos dançantes na Índia, disse que atingiu um marco de sua campanha ao resgatar o quintecentésimo animal. Chitra (foto), uma fêmea de 12 anos foi resgatada pesando apenas 62kg, aterrorizada e esperando ser espancada, de acordo com a organização. Ela agora vive em um santuário em Agra, fundado pela IAR.

O foçinho de Chitra estava dolorosamente inchado e inflamado já que ele tinha sido furado várias vezes, resultando em uma lágrima enorme em um lado,” disse Geeta Seshamani, porta-voz do santuário.

“O anel foi inserido em seu foçinho delicado quando ela tinha apenas alguns meses de vida e estava comendo sua pele delicada e infeccionado com pus.

“Nós tivemos que remover o anel cirurgicamente junto com as cordas no seu pescoço que também estavam muito apertadas.

“Os dentes caninos de Childra também haviam sido arrancados, com muito trauma para as raízes, e quando ela chegou ela estava sofrendo uma inflamação bucal de longa data com ulceração nap arte interior.

IAR fundou o santuário de Bannerghatta, mantido pelo Wildlife SOS da India, em 2002 com seis ursos. As ONGs acreditam que agora existam 125 ursos dançantes nas ruas. A entidade estabeleceu 2009 como seu Ano do Urso para dar mais ímpeto à campanha. O diretor executivo Alan Knight disse que estará promovendo um programa de adoção de ursos junto com outros eventos para levantar fundos.

Acesse a página de videos da IAR aqui.


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Príncipe inglês acusado de crueldade contra cão

Edward causou controvérsia ao bater em um cão com um pau durante uma ‘caça real’. O príncipe foi flagrado em filme perdendo a paciência e batendo em um dos seus dois labradores negros tentando pegar um faisão morto na propriedade da rainha em Sandringham. O palácio disse o príncipe apenas tentava separar os cães. Já a League Against Cruel Sports oferece uma opinião diferente. "Não seria surpreendente que Prince Edward maltratasse um cão. Esse é um homem criado para considerer como seu direito matar e maltratar animais por prazer". Andrew Tyler da Animal Aid comentou: "Não se pode esperar etiqueta e bons modos no contexto de um esporte destinado a matar animais por prazer".

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24 de dez. de 2008

Camisetas do Instituto Nina Rosa para ajudar os animais


50% PET 50% Algodão


Fabricadas com algodão natural e fibra de garrafa PET, reciclada.
Utiliza-se em média 2 garrafas plásticas PET para cada camiseta.
Optamos pela cor cru para diminuir ao máximo o uso de produtos químicos, pois para obter essa cor o tecido é tingido uma única vez, menos até que a camiseta branca.

Duas estampas:

Ceci est un porc
ce n'est pas une saucisse

(Este é um porco, não uma salsicha) e

Eu não sou um casaco de lã!

Faça seu pedido pelo e-mail secretaria@institutoninarosa.org.br ou pelos telefones (11) 3868.4434 / 3868.4273 de segunda a sexta-feira, das 08h às 11h e das 14h às 17h.

Preço único: R$ 25,00 + taxa postal

100% dos recursos arrecadados com os produtos Instituto Nina Rosa são revertidos em projetos pela valorização da vida animal.



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Condomínio em Sorocaba cuida de animais abandonados

Essa matéria faz a gente sorrir. Moradores de um condomínio em Sorocoba resolveram tomar o problema dos animais de rua em suas próprias mãos e construiram um canil para alojá-los até que se encontre uma moradia permanente para cada um deles.
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Cientista diz que células tronco poderia pôr um fim ao uso de cobaias

Além de seu potencial em terapias para doenças debilitantes, células tronco poderiam abrir portas para testes farmacêuticos mais avançados, segundo Christine Mummery, uma pesquisadora prominente no campo, durante um encontro da British Pharmacological Society em Brighton, Inglaterra. “Poderia economizar o tempo e o esforço usado para avançar as drogas erradas, ou poderia permitir o avanço de drogas que se perdem em estágios iniciais porque elas afetam células animais mas não tem efeito em células humanas. Poderia também permitir que drogas melhores passem nos primeiros testes e acusar questões de segurança mais cedo.” A diretora da União Britânica Anti-vivisecção (BUAV), Michele Thew disse que a organização ainda “tem algumas preocupações com a tecnologia em geral porque ela também usa animais e células animais, mas nós somos positivos em relação aquilo que pode reduzir o número de animais vivos em testes”.
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19 de dez. de 2008

Aumenta o número de testes com animais na Inglaterra

Dados revelados pelo governo inglês indicam que o número de testes laboratoriais em animais aumentou seis por cento no último ano, o que contradiz a afirmação persistente da indústria de exploração de animais que diz estar sempre buscando alternativas. Ao todo foram feitos 3.2 milhões de testes no período, de acordo com uma matéria publicada pela rádio BBC ontem.

A British Union for the Abolition of Vivisection (BUAV), uma organização que há mais de cem anos trabalha para erradicar o uso de cobaias, reagiu dizendo que a revelação é uma “desgraça nacional. Não foi feita uma retrospectiva completa a respeito da efetividade da pesquisa animal. O fato que os números crescem a cada ano é uma tragédia”, disse Michelle Thew, diretora da organização. Ela também criticou o governo pela falta de financiamento da pesquisa de alternativas ao uso de cobaias.

Segundo Simon Festing, que representa o lobby pró-vivisecção através da Research Defence Society, disse que o número de testes com animais aumentou porque os cientistas estão usando mais animais geneticamente modificados. Curiosamente, no mesmo artigo ele diz que os animais somente são usados em último caso.
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O calvário eqüino das drogas de estrógeno

Wyemth, a farmacêutica por trás das drogas Premarin e PremPro, usadas por mulheres para repôr estrógeno e feitas da urina de éguas grávidas (conhecida como PMU) quer lançar em 2009 uma nova droga chamada Aprela, também baseada em PMU. A empresa tem buscado diversificar seus produtos desde que as venda de Premarin e PremPro, os carro-chefes de seu portfolio, perderam mercado por causa do risco de câncer de mama, problemas cardíacos, derrames e demência com que elas são associadas. Muitos usuários passaram a usar medicações similares a base de plantas que existem no mercado. Aprela agora depende de aprovação do FDA, o órgão que regula a indústria nos Estados Unidos.

Segundo a organização Equine Advocates, que trabalha para combater a crueldade contra cavalos, para obter a urina das éguas os animais são submetidos a anos de confinamento intenso em fazendas no Canadá, em baias tão pequenas que elas mal podem se virar. Elas são forçadas a usar um bolsa de borracha para coletar a urina e seu acesso a água é limitado para fazer o estrógeno ficar mais concentrado. Quando as éguas dão a luz, seus filhotes são tirados de sua companhia depois de apenas alguns dias e assim se começa um novo ciclo de gravidêz, até que a égua se torne velha, infértil e aleijada, quando então ela será leiloada para o matadouro.

Desde que a Premarin foi inventada na década de 40, a Equine Advocates estima que milhões de animais tenham sido usados e descartados dessa forma. Por ano, 90.000 animais usados na fabricação do Premarin terminam em matadouros. A aprovação de uma nova droga significará sofrimento igual para dezenas de milhares de éguas, por uma medicação que também representa um risco para a saúde das mulheres.

Video em inglês que mostra o abuso dos animais pela indústria da PMU.



Esse link leva à uma reportagem sobre o abate de cavalos no Canadá, que faz o trabalho sujo que é proibido nos Estados Unidos. É altamente provável que entre esses cavalos estão aqueles abusados pela indústria da PMU.

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18 de dez. de 2008

Pingüim imperador: proteção negada por governo Bush

(San Francisco) - A administração Bush hoje negou proteção para o pingüim imperador sob o Endangered Species Act, a lei de proteção de espécies ameaçadas. Essa espécie de pingüim é a mais dependente do gelo e por isso corre alto risco com o aquecimento global e a escassez de comida ocasionada pelo aquecimento do oceano na Antarctica. O Department of Interior, em resposta a petição e processo acionado pelo Center for Biological Diversity, disse que os impactos do aquecimento global são muito ‘incertos’ para garantir proteção. A administração também negou proteção para outras espécies de pingüim e propôs proteção para sete outras espécies.

“No momento os pingüins estão marchando para a extinção por causa do impacto do aquecimento global” disse Shaye Wolf, um biólogo especializado em aves marinhas que trabalha para o Center of Biological Diversity. “Proteger pingüins sob o Endangered Species Act é um passo essencial para salvá-los. Para as espécies incluidas, a decisão de hoje é um passo para frente. Porém, para o pingüim imperador, ela é um passo para a extinção”. Entre as espécies que vão ser listadas estão o pingüim africano, Humboldt, de olho amarelo, de asa branca, de crista ereta e crista Fiordland.
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Morre o chimpanzé africano mais velho


O Jane Goodall Institute (JGI) anunciou hoje que Gregoire, o mais velho conhecido chimpanzé na África, morreu ontem dormindo no Tchimpounga Chimpanzee Rehabilitation Center mantido pelo JGI. Gregoire, que tinha aproxidamente 66 anos, dormia junto com sua parceira Clara quando faleceu pacificamente durante o sono. Ele estava no santuário localizado no Congo há 11 anos, depois de sobreviver 40 anos em uma cela de concreto no Brazzaville Zoo, de onde ele foi resgatado de helicóptero. “Eu o encontrei sem pelo, sua pele esticada em seu corpo esquálido com todos os ossos visíveis. Seus olhos não tinham brilho”, disse Goodall.

Gregoire havia morado no zoológico desde 1944. Ainda no local, depois do contato com Goodall, ele foi apresentado a dois jovens chimpanzés, sendo um de cada sexo. O espírito teimoso que manteve Gregoire vivo durante décadas de confinamento solitário estava intacto. Ele começou a brincar como uma criança com seus jovens amigos. Mas com o agravamento da guerra civil no país, os chimpanzés foram levados de helicóptero para o santuário de Tchimpounga, onde ele viveu até ontem e agora está enterrado.

Lobo Repórter presta aqui sua homenagem a Gregoire e todos os outros animais vítimas da crueldade. Descanse em paz, você jamais será esquecido.
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Ativistas em Barcelona protestam nus contra o uso de peles

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17 de dez. de 2008

Campanha de Natal II



Manifestação pública de Natal

Local: Av. Paulista esquina com Rua Augusta (em frente ao Banco Safra)
Hora: 12:00
Data: 20/12/2008

A Manifestação terá como objetivo distribuir cerca de 1000 panfletos informativos sobre a realidade dos Animais que morrem diariamente e também para servir-nos de alimento na ceia de Natal.

A Vegan Staff.org e o Projeto Extinção estão responsáveis pelas ações realizadas na cidade de São Paulo, Capital, que passa por uma série de intervenções e que terá como ato final, a manifestação aqui informada.

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15 de dez. de 2008

Campanha de Natal


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Cachorro não é ofensa, é elogio


O jornalista Muntader al-Zaidi, que ontem jogou um par de sapatos em Bush durante uma conferência de imprensa no Iraque, cometeu um erro enorme: o de chamar Bush de ‘cachorro’. Como pode uma das pessoas mais detestadas no mundo ser comparada a um cachorro, um animal conhecido por seu caráter doce e fiel? Infelizmente o gesto desse professional da mídia epitomiza a atitude paradoxal de muitas pessoas. Para ter feito o que fez, ele provavelmente se considera um defensor da justiça e agarrou a oportunidade de fazer um desabafo em nome da coletividade. Mas por outro lado, ele obviamente não entende que justiça tem que ser universal e evocar os animais de forma pejorativa demonstra parcialidade e ignorância. Será que é tão dificil assim enxergar uma verdade tão simples? Da próxima vez que Muntader al-Zaidi quiser xingar alguém, eu espero que ele busque um termo mais adequado e deixe os cães fora da baixaria, com a qual eles nunca tem nada que ver.

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Escócia: focas ameaçadas por criadores de salmão

Criadores de salmão são culpados por uma queda dramática da população de focas, e grupos de conservação pedem ação imediata para parar a matança. Estima-se que no ano passado houve uma queda de um quarto da população, agora de 23.000 animais.

Comentario: esse quadro triste sublinha mais uma vez que comer peixe é tão insustentável quanto comer carne vermelha, branca ou de qualquer outra cor. Mais uma espécie está sendo dizimada para satisfazer a gula humana.

Reportagem completa em inglês

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A origem religiosa do antropocentrismo

Ganesha, um exemplo Hindu onde animal e deus se misturam, ao contrário das religiões abramistas onde deus é sempre humanizado

Pensata tem um ótimo texto do historiador Bruno Müller sobre a visão antropocêntrica, ou seja, o homem como centro do mundo, fomentada pelas religões abraâmicas: judaísmo, cristianismo e islamismo. Leia, reflita e depois desconstrua esse pensamento insidioso que apenas trouxe destruição e sofrimento tanto para os animais quanto para os humanos.

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