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4 de nov. de 2024

O sangue dos animais corre pelos rios

Essa foto, do rio manchado com o sangue das vítimas da agricultura animal, é o resumo de tudo o que está errado neste planeta e que nos levará à extinção. Infelizmente, mesmo progressistas não conseguem enxergar o mal que essa indústria faz ao planeta, o sofrimento que ela causa aos nossos irmãos bovinos, suínos, aves etc. Como vegano, eu me sinto como aquela pessoa em filme de terror que tenta avisar todo mundo do que acontece mas ninguém acredita. Seja vegano, é o passo mais simples e rápido que você pode dar para um mundo sustentável.

19 de nov. de 2021

Animais de fazenda morrem afogados no Canadá

A agricultura animal é um desastre - ela é a principal causa de aquecimento global e agora com o aquecimento global, mais enchentes acontecem e os animais morrem afogados. É o caso dos animais na parte oeste do Canadá (British Columbia), onde milhares morreram nestes últimos dias por causa de enchentes. Registramos aqui nosso lamento por essas vidas preciosas que foram criadas apenas para servir economicamente e completamente desconsideradas como seres sencientes. 

9 de dez. de 2020

Vídeo denuncia condições dos animais em fazenda fornecedora da Nestlé


A petição que pede à Nestlé e Casa Tarradellas, co-proprietários da marca Herta, que se cesse o confinamento vitalício de porcos, a criação em betão, as mutilações dolorosas em leitões e as gaiolas individuais para porcas, recolheu mais de 45.000 assinaturas em 24 horas. 

 A Herta está a ser processada por ativistas, em França, devido a maus tratos a animais e publicidade enganosa, depois de uma investigação levada a cabo por uma associação sem fins lucrativos francesa defensora dos direitos dos animais. 

A L214 divulgou recentemente imagens das “condições deploráveis” de suínos numa “quinta modelo” da marca Herta, na comuna de Limoise, no Allier. Em comunicado de imprensa, a L214 escreve que “ao contrário dos compromissos assumidos pela marca” detida em 60% pela empresa alimentar espanhola Casa Tarradellas e em 40% pela Nestlé, “as imagens mostram condições deploráveis para os suínos que não cumprem os requisitos regulamentares. 

A organização apresentou mesmo uma queixa por maus tratos dos animais contra a Herta, a marca mais comprada em França, e por induzir em erro o consumidor”. A marca de salsichas frankfurter pré-cozidas mais consumida pelos franceses a e a mais popular em toda a Europa, criou o próprio setor de carne de porco em 2013. Com este setor, a Herta comprometia-se a uma “criação moderna e mais responsável”, pode ler-se no wesbite. E assegurava mesmo um “processo que respeita mais o ambiente e o bem-estar animal”, lê-se. 

 Os vídeos, alegadamente filmados em junho e setembro deste ano, indiciam situações de canibalismo de porcos, animais mortos deitados em jaulas, e porcos em jaulas sobrelotadas a trepar uns sobre os outros. Numa secção, uma porca que parece estar a lutar para ficar de pé numa caixa estreita de parição sem cama, escorrega e esborracha pelo menos um leitão. 

 Há ainda a referência à utilização de “todo um arsenal de medicamentos, incluindo antibióticos que estão desatualizados há 10 anos”, denuncia a organização. Entre eles está a colistina, um antibiótico classificado como crítico de alta prioridade pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a associação, os suínos têm as caudas atracadas, uma prática proibida na UE, e permitida apenas em circunstâncias excecionais. 

Há ainda referência à falta de palha ou outro tipo de cama para os animais e os currais não parecem ter qualquer luz natural. Nas “maternidades”, a associação denuncia que as porcas dão à luz a leitões em linha, fechados em jaulas pouco maiores do que os seus corpos. Os animais parecem estar cobertos de fezes e o espaço é tão apertado que os animais mal se conseguem levantar. Nestas condições, pode ver-se nos vídeos que as mães acabam por esmagar crias ao tentarem mexer-se. 

 “Os leitões nascem num ambiente de metal, plástico e betão. Assim que dão os seus primeiros passos, ficam com os pés presos nas fendas do chão metálico. Sem os cuidados e atenção da mãe, que está totalmente bloqueada, muitos leitões morrem à nascença”, lê-se. Algo que vai contra os regulamentos em vigor desde 2013, que exigem que todos os suínos tenham sempre materiais disponíveis para “investigação e manuseamento”, tais como palha, feno, serradura, etc. 

“Vê-se nas imagens que o agricultor apanha dezenas de leitões mortos, e mata leitões considerados demasiado fracos ao esmagar os seus crânios. Os porcos de engorda são empilhados uns em cima dos outros. Sujos, arranhados, algumas têm hérnias do tamanho de uma bola de futebol”, lê-se em comunicado. “Nestas condições de extrema promiscuidade, a agressão entre animais é frequente”, descreve a organização. A L214 denuncia ainda que antes de partirem para abate, os porcos são “armazenados” numa doca durante mais de 19 horas sem comida e sem ter espaço para se deitarem todos ao mesmo tempo. “O carregamento é feito com varas elétricas”, lê-se. 

 Petição com mais de 45.000 assinaturas em 24 horas 

Além do processo legal que já deu início, a L214 lançou uma petição dirigida à Herta para pedir à Nestlé e à Casa Tarradellas, proprietários da marca, que se comprometam a proibir as piores práticas, como a Hénaff se comprometeu a fazer em 2019. 

“Pede-se que cesse o confinamento vitalício de porcos, a criação em betão, as mutilações dolorosas em leitões e as gaiolas individuais para porcas”. O documento recolheu mais de 45.000 assinaturas em 24 horas. 

 Na sequência desta denúncia, a cadeia de supermercados britânica Waitrose, retiraram os produtos suínos da marca das suas prateleiras em 355 lojas distribuídas por todo Reino Unido. Segundo uma sondagem da YouGov de 2017 para a L214, 89% dos franceses são desfavoráveis à criação de porcos num chão de betão sem palha, e 87% desfavoráveis à criação de porcos em edifícios fechados sem acesso ao exterior. 

De acordo com o mesmo inquérito, 85% dos franceses são também contra as mutilações praticadas em suínos, como o corte da cauda e a castração para os machos, entre outras. A Casa Tarradellas é uma empresa familiar fundada em 1976 e é uma das principais empresas alimentares espanholas. A Nestlé é uma multinacional suíça, a principal empresa alimentar do mundo.

Fonte: Olhar Animal

18 de mar. de 2017

Intercept resssalta questão do bem-estar animal

Enquanto todo mundo fala do papelão na carne, o Intercept fala do verdadeiro papelão. Não chega a ter um teor vegano, mas já é um passo.

8 de jul. de 2016

Agronegócio, a herança maldita colonialista

A Rede Esgoto de TV tem veiculado uma campanha promovendo o agronegócio no Brasil como sendo o pilar civilizatório do país (O Agro é Pop), omitindo a destruição de vidas e do meio ambiente que esse karma que persegue o Brasil desde a colonização promove.

Não se iluda - eles querem que você morra envenenado, de sede e sem ar, desde que peguem seu dinheiro antes.

A Democratize tem um texto bem elucidativo sobre a máfia do agronegócio que ganhou ainda mais ímpeto na era Lula via Bandes e está deitando e rolando com Temer na predidência interina.

Ser vegano é se posicionar contra o agronegócio.


30 de mai. de 2016

Antibióticos dado a gado aumenta aquecimento global #govegan

Uma nova pesquisa reforça a evidência que a agricultura animal é uma das maiores causadoras de aquecimento global.

Estudos de laboratório que o esterco de animais que recebem um antibiótico muito comum na agricultura animal emite mais que o dobro de metano, um poderoso gás causador de aquecimento global, do que o cocô de vacas que não tomam antibiótico.

Isso acrescenta outro risco ao uso de antibióticos, que causa um mal enorme à saúde enorme no contexto da agricultura animal. Os resultados da pesquisa foram publicados pelo jornal acadêmico Proceedings of the Royal Society B.

"Os antibióticos são comumente usados na agricultura para promover crescimento e tratar de doenças de animais, mas eles podem ter consequência sérias para a saúde humana e ambiental," disse um dos autores do estudo.

Mais um ótimo motivo para se tornar vegano!

7 de abr. de 2014

Há algo de podre no reino da Dinamarca


A Dinamarca exporta carne de porco – e muita. O país tem 5.4 milhões de habitantes mas 24 milhões de porcos, explorados em 13.000 fazendas de confinamento (média de 1.846 por fazenda), de onde saem como cadáveres para alimentar a Europa, principalmente a Alemanha.

Mas agora ambientalistas estão preocupados com o impacto ambiental dessas operações altamente poluentes. Detrito dessas fazendas são o suficiente para encher 90.000 piscinas de tamanho médio por ano.

Um movimento chamado Gylleramt está trabalhando para reverter essa situação. Eles não são veganos, mas o fato é interessante porque mais uma vez demonstra a inviabilidade da agricultura animal para o meio ambiente.

Na próxima semana, visitantes alemães à praias dinamarquesas receberão panfletos pedindo que eles boicotem carne de porco da Dinamarca. Os exploradores de porcos consideram a ação como uma traição ao país. 

Hahaha.

Fonte: The Economist

21 de set. de 2012

A conexão entre fome e agricultura animal

Uma das palestras que eu mais gostei durante o congresso de Luxemburgo foi a apresentação de Dawn Moncrief, fundadora da ONG baseada em Washington DC A Well-Fed World.

Dawn eloquentemente explicou como a agricultura animal exacerba o problema da fome no mundo porque o número de calorias alimentadas aos animais excede o número de calorias que eles produzem.

Quando as pessoas dizem que o problema da fome está na distribuição, elas estão certas. O problema é que a distribuição de comida se dá pelo corpo dos animais, que comem grande quantidade de grãos, concentrando então a comida na boca das pessoas em países ricos.

Eu gravei um vídeo que mostra um trecho da apresentação de Dawn. O áudio não está perfeito mas é possível ouvir com clareza o que ela diz (em inglês).

12 de mar. de 2012

Petição contra a exportação de animais vivos

Pouca gente sabe, mas o Brasil tem aumentado o número de animais vivos que são exportados daqui para o exterior, principalmente no Oriente Médio, onde eles querem os animais vivos para que eles possam matá-los do modo halal prescrito pelo islamismo (fazendo o animal sangrar até morrer, sem atordo¬á-lo antes). 

 O Brasil, sempre fazendo os piores negócios do mundo, tem aceitado essa postura de fornecedor de ‘commodities’, com consequências desastrosas para o meio ambiente. Semana passada, 3 mil bovinos morreram no Mar Vermelho quando o navio Gracia Del Mar teve problemas com o motor. Vamos pedir para que o governo pare com essa insanidade imediatamente.