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2 de ago. de 2022
Não basta matar: é preciso humilhar
Num mundo especista e superficial como o nosso, onde a vida tem menos valor do que um 'like', aberrações como essa acontecem. Não me surpreenda, porém não me canso de me indignar que com toda construção a ser feita, são pessoas podres, vazias, doentes como essa que conseguem destaque em nossas sociedades mórbidas e entediadas. Esse 'chef' para conseguir mais likes no TikoTeko teve agora de aterrorizar bebês, como um bully de pátio de escola. Depois as pessoas dizem não entender o que aconteceu com o mundo - eu sei. A amoralidade não conhece limites e o dinheiro é deus.
21 de jun. de 2020
29 de abr. de 2014
#somostodosmacacos #somostodosanimais
Esse episódio de preconceito contra o jogador brasileiro em Barcelona na verdade contem dois preconceitos: racismo e especismo. Equacionar um humano com um não-humano no contexto cultural atual é uma forma de degradá-lo. Mas isso é legitimado justamente pela relação hostil e preconceituosa que a sociedade humana mantem com os animais não-humanos, relação que 99% das pessoas reproduzem sem pensar.
1 de mar. de 2010
10 de jan. de 2010
Lars Von Trier matou um burro durante filmagens de Manderlay
Eu sempre fui fã do diretor de Lars Von Trier (foto), cujo mais recente trabalho se chama Anticristo. Mas eu fiquei muito desapontado em saber por acaso, nas minhas navegações pela internete, que durante as filmagens do filme Manderlay (2005) Trier sacrificou um burro para esquartejá-lo durante uma cena. A cena foi retirada da edição final graças aos protestos de ativistas dos direitos animais, embora o pior já tivesse acontecido. Mas pelo menos essa atrocidade não chegou às telas. E o ator vegetariano John Reilly abandonou o set de filmagens em protesto.
Trier disse que o animal já estava velho e foi morto humanamente. Mas será que ele acharia válido usar o corpo de uma pessoa que tivesse morrido naturalmente como objeto de cena? Não é a função do artista usar sua imaginação e artifício? Porque se para criar drama for necessário reproduzir situações literalmente, o que seria dos filmes de guerra, cenas de estupro e morte que populam o imaginário cinematográfico?
Trier com certeza sabe disso e somente optou assassinar um animal porque ele pensa que os não-humanos são coisas e não seres vivos que merecem nosso respeito. Sua atitude foi especista e extremamente egoísta, já que ele imaginou que a vida e a dignidade de um animal deveriam ser sacrificadas por uma obra sua. Mas ele viu na prática que não existe mais lugar para esse tipo de pensamento no mundo em que vivemos.
9 de dez. de 2009
Porque nós amamos os cães, comemos porcos e vestimos vacas
Um novo livro publicado nos Estados Unidos analisa a atitude paradoxal que a maioria das pessoas tem em relação aos animais: amam alguns, torturam outros. A autora Melanie Joy (foto) argumenta em “Porque Nós Amamos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas” (tradução livre do original Why We Love Dogs, Eat Pigs And Wear Cows) que o modo em que se come animais tem um nome e é tão ideológico quanto o vegetarianismo.
Joy chama de carnismo o sistema de crença que diz que é certo comer certos animais e não outros. Como misoginia, racismo, preconceito por idade e especismo, carnismo tem causado mal há séculos.
O primeiro capítulo do livro imagina um jantar em que o anfitrião explica que a receita do prato inicial é feita com um cão golden retriever. A repulsa que isso causa é examinada em detalhe. Joy nos mostra os círculos sobrepostos de identificação, empatia e repulsa que colorem nossas relações com animais.
A editora Conari Press preparou um vídeo com essa cena imaginada pela autora. O vídeo é em inglês mas mesmo quem não fala a língua pode ter uma idéia do conteúdo dos diálogos.
O livro pode ser adquirido aqui.
Fonte: Vegsource
27 de jul. de 2009
Ovelha não é aparador de grama ecológico
É possível ser ecológicamente correto e explorar animais ao mesmo tempo? A resposta é simples: não.
Assim como a chamada carne feliz é uma falácia, um golpe da indústria para atrair consumidores com uma consciência ecológica, usar animais como ferramentas revela uma atitude especista. A exploração pode colocar uma máscara benevolente, mas o princípio que a impulsiona é o mesmo: que a vida dos animais não têm valor intrínsico e que eles podem ser usados como propriedade humana.
Com isso em mente, foi com desprazer que li que a sede da ONU em Genebra ganhou um prêmio ambiental por usar ovelhas para cortar gramados, além de outras medidas ecologicamente corretas na área verde que ocupa.
O prêmio foi dado pela ONG suiça Nature & Économie ao Palais des Nations que abriga as agências humanitária, econômica e do comércio da ONU das Nações Unidas pelo seu trabalho em “estimular a diversidade biológica e evitar o dano ecológico.”
O irônico é que foi a própria ONU que em 2006 lançou um relatório sobre o impacto da agricultura animal no aquecimento global, que revelou que essa produz mais gases estufa do que toda a malha de transporte do mundo. Não seria coerente da ONU então evitar usar animais em seu próprio âmbito? A cena pode parecer inocente – um grupo de ovelhas pastando em frente às Nações Unidas na Suiça – mas a idéia não. E é muito provável que o fim desses animais será o matadouro.
Com informações da Globo.com
6 de mar. de 2009
Quem precisa de tradição? Em alguns casos, apenas políticos canalhas
No Brasil, a farra do boi em Santa Catarina é defendida por alguns em nome da tradição. Originária da Ilha de Açores, ela provavelmente veio da Península Ibérica onde talvez esse espetáculo sanguinolento representasse uma lembrança pálida do gladiadorismo romano que teimou em sobreviver nessa parte remota do império. E aonde os ibéricos foram, a violência contra taurinos foi junto, inclusive para Goa, colonizada pelos portugueses, onde ela se chama "dhirio’, e felizmente é proibida desde 1998. No caso do ‘dhirio’, o ‘espetáculo’ é centrado no combate entre dois touros, que tem seus rabos untados para garantir a sua agressividade. Os animais lutam com os chifres em pontas até que um deles, normalmente ferido, cede face à investida do adversário. "Os animais sofrem. Normalmente dão-lhes uma dieta pouco saudável e enchem-nos de álcool, antes do combate. Costumam ficar logo feridos pelas chifradas", diz Anuradha Sawhney, representante da PETA na Índia.
Agora membros de um partido populista em Goa, o Partido do Congresso, querem tirar o dhirio da clandestinidade, em uma campanha liderada pelo deputado Francisco Sardinha. Como a farra do boi no sul do Brasil, a coisa continua acontecendo na ilegalidade, graças a políticos em busca de votos através da ferramenta mais baixa que existe à sua disposição: promover a catarse coletiva às custas do sangue alheio, possibilitando ao povo enganado a chance de afogar suas mágoas de gente roubada e oprimida através da opressão de outros seres ainda mais vulneráveis e assim perpetuar um ciclo de engodo, corrupção, opressão e violência. Para disfarçar toda essa bandalheira, nada mais útil do que se apelar para a mítica ‘tradição’.
Já notaram que muitos daqueles que levantam a bandeira da tradição tem interesses econômicos provenientes de sua manutenção, por mais absurda que ela seja? Frequentemente, ela é usada como escudo para impedir avanço social e infelizmente muita gente cai no golpe desse discurso manipulador. Não que toda tradição seja ruim mas o simples fato de uma coisa ser considerada ‘tradicional’ por alguns não significa que ela tenha que ser mantida. A história é cíclica e quando um ciclo chega ao fim, devemos enterrá-lo para sempre, dizer tiau e benção, vaya con dios, senão corremos o risco de ficar presos ao passado, ignorar o presente e bloquear a evolução ética da sociedade. A imaginação romântica tende a pintar o passado com tons cor de rosa, convenientemente ignorando que em muitas situações o passado era muito pior do que o presente. Talvez isso venha da natureza pessimista do ser humano, nostálgico pelo tempo que ficou para trás, temeroso pelo que vem e hostil ao único tempo que realmente existe, o presente. E esse não mais comporta manifestações violentas e vulgares como farra do boi, dhirio, touradas e qualquer outra forma de exploração animal; no caso dos taurinos, disfarçes hipócritas para aquela que é a mais arraigada das tradições: a corrupção política.
27 de fev. de 2009
Cientistas notam que em todos o mundo os animais estão querendo dar um basta à opressão humana
(Via Anda): A agência de notícias francesa Reuters relata que um elefante teve um acesso de fúria na cidade de Kochi, no sul da Índia – uma foto mostra o paquiderme destruindo um carro. Acessos de fúrias de elefantes e outros tipos de comportamento agressivo atípicos em animais já têm sigla: HAC – human-animal conflict (conflito entre humanos e animais).
Nos últimos anos cenas como essa tornaram-se comuns na Índia e também na África, onde grupos de paquidermes muitas vezes dizimam vilas inteiras. O mesmo fenômeno está se repetindo entre todo o universo animal.
Etologistas (cientistas que estudam o comportamento de animais) vêm observando uma mudança de comportamento que indica claramente que os animais estão cansados da opressão humana. “Depois de séculos sendo comidos, despejados, sujeitos à vivissecção, mortos por diversão, vestidos como chapéus e obrigados a pedalar em circos, algo está fazendo com que eles se voltem contra nós”, diz uma reportagem no jornal inglês Daily Telegraph, que analisa esse fenômeno em detalhe.
Vários cientistas conceituados estão chegando à conclusão de que estes não são incidentes isolados, mas fazem parte de um espírito de retaliação contra as barbaridades humanas que têm, literalmente, feito do mundo um inferno para as outras espécies.
Que esse incidente sirva como uma recordação de que nós não estamos sós neste mundo e a nossa relação com os animais não-humanos deve ser baseada em respeito e consideração. A famosa frase do escritor Isaac Bashevis Singer, ‘Para os animais, todos os humanos são nazistas’, se aplica muito bem a esse fênomeno da vingança animal. Basta que nos coloquemos em sua posição e a imagem que temos de nossa espécie é realmente muito assustadora. Passou da hora de darmos trégua aos nossos amigos animais e deixá-los viver em paz. Essa será a única forma de evitar que mais incidentes de violência e fúria se repitam mundo afora.
31 de jan. de 2009
Neutralidade nem sempre é necessária ou real

Não é possível manter-se neutro diante de uma cena como essa
Recentemente uma exposição de fotos mostrando o fim da crueldade contra ursos na Europa oriental pelos ciganos que torturavam animais em público por dinheiro ganhou uma matéria na BBC. Felizmente esse horror está proibido na Europa e em breve talvez na Índia. O fotógrafo, Alain Biblom, disse ele queria documentar essa tradição “de um ponto de vista neutro." Mas esse é um comentário especista. Como pode a violência que vem de apenas um lado da estória ser apresentada de forma neutra? Nesse caso Biblom coloca no mesmo nível tradição e violência, como se a primeira justificasse a segunda. Ao dizer-se neutro, ele se ilude pois ele toma o lado do opressor.
30 de jan. de 2009
Especismo na mídia

O especismo, ou a discriminação pela raça humana de todas as outras espécies como sendo moralmente inferiores, muitas vezes assume uma fachada inocente, mas nem por isso menos insidiosa e cruel. Uma notícia que nos chamou a atenção essa semana foi a de um patinete impulsionado por cães. Uma invenção tola e cruel, sendo vendida como uma forma de interação entre pessoas e seus cães nos Estados Unidos. Mas o que não passa pela cabeça dessas pessoas é que esse tipo de exercício não é necessariamente bom para os animais e que estes, em sua predisposição para agradar, muitas vezes podem ignorar os riscos à sua própria saúde, principalmente o da desidratação. Quer passear com o cão? Use as próprias pernas.
Enquanto isso, o ano lunar da China começou com a velha ideia de que os animais são meros objetos de curiosidade e chacota. Uma imagem bizarra e triste de um urso sobre patins traz em si tantas conotações de desrespeito ao animal que nem é preciso comentar. O velho adágio 'Uma imagem vale mil palavras' cabe perfeitamente a esse caso.
Finalmente, o papa também está entre os que apareceram no noticiário fazendo feio com os animais. Em princípio, o pontífice atual havia se posicionado bem em relação aos não-humanos, com declarações sobre os animais em fazendas, que ele diz serem reduzidos a caricaturas da criação em situações de confinamento. Mas, recentemente, esse mesmo homem esteve assistindo a um espetáculo circense com animais dentro do próprio Vaticano. Não é exatamente a caricatura de um animal, reduzido à uma pilha de nervos, que o circo oferece ao espectador da crueldade? Uma pena que a atitude do papa não tenha coerência com seu discurso em relação aos animais. Como líder da maior denominação cristã do mundo, seu poder de influência é enorme.
Enquanto isso, o ano lunar da China começou com a velha ideia de que os animais são meros objetos de curiosidade e chacota. Uma imagem bizarra e triste de um urso sobre patins traz em si tantas conotações de desrespeito ao animal que nem é preciso comentar. O velho adágio 'Uma imagem vale mil palavras' cabe perfeitamente a esse caso.
Finalmente, o papa também está entre os que apareceram no noticiário fazendo feio com os animais. Em princípio, o pontífice atual havia se posicionado bem em relação aos não-humanos, com declarações sobre os animais em fazendas, que ele diz serem reduzidos a caricaturas da criação em situações de confinamento. Mas, recentemente, esse mesmo homem esteve assistindo a um espetáculo circense com animais dentro do próprio Vaticano. Não é exatamente a caricatura de um animal, reduzido à uma pilha de nervos, que o circo oferece ao espectador da crueldade? Uma pena que a atitude do papa não tenha coerência com seu discurso em relação aos animais. Como líder da maior denominação cristã do mundo, seu poder de influência é enorme.
20 de jan. de 2009
Colunista alagoense culpa animais por falhas do SUS
Há dias em que a gente se depara com coisas que faz a vida parecer como uma grande alucinação maléfica, uma ‘bad trip’ como se diz. Veja isso. O colunista do Correio do Povo de Alagoas, Raul Rodrigues, escreveu um texto dizendo que o foco em animais é responsável pelo caos do sistema de sáude pública no Brasil. “Por mais estranho que nos pareça nós estamos perdendo na ordem de valor entre a vida humana e a vida dos animais”, ele disse. “Não se ouve falar em contratação de novos médicos ou novos sistemas de atendimento que salvem a vida humana … Em contrapartida o Governo Federal não se cansa de criar órgãos e mais órgãos para proteger os animais em extinção, criar áreas de preservação ambiental, APA. É Brigada Florestal, IBAMA, Polícia Florestal, IMA, e não param por aí as ações do governo para esquecer da vida humana e investir na preservação da vida animal.”
Será que o Sr. Rodrigues está vivendo no mesmo país que o resto da população? Será que ele sabe do enorme tráfico de vida silvestre que está dizimando nossa fauna? Do comércio de animais em pet shops, em mercados e na beira da estrada? Da pesca predatória? Da população indigente de animais abandonados? Das injeções letais nos CCZs? Dos animais em laboratórios e escolas de medicina? Dos animais em circos? Dos animais em fazenda que serão brutalmente abatidos em matadouros, muitos dos quais clandestinos? Será que diante disso tudo, e muito mais por que não há espaço para mencionar tantas atrocidades, ele pode continuar afirmando que os animais são melhor tratados do que os humanos? Não seria melhor simplesmente criticar o sistema de sáude sem colocar a culpa em outros órgãos governamentais e seres inocentes?
Será que o Sr. Rodrigues está vivendo no mesmo país que o resto da população? Será que ele sabe do enorme tráfico de vida silvestre que está dizimando nossa fauna? Do comércio de animais em pet shops, em mercados e na beira da estrada? Da pesca predatória? Da população indigente de animais abandonados? Das injeções letais nos CCZs? Dos animais em laboratórios e escolas de medicina? Dos animais em circos? Dos animais em fazenda que serão brutalmente abatidos em matadouros, muitos dos quais clandestinos? Será que diante disso tudo, e muito mais por que não há espaço para mencionar tantas atrocidades, ele pode continuar afirmando que os animais são melhor tratados do que os humanos? Não seria melhor simplesmente criticar o sistema de sáude sem colocar a culpa em outros órgãos governamentais e seres inocentes?
Leia o texto de Rodrigues aqui, seria engraçado se não fosse trágico.
15 de dez. de 2008
A origem religiosa do antropocentrismo
Pensata tem um ótimo texto do historiador Bruno Müller sobre a visão antropocêntrica, ou seja, o homem como centro do mundo, fomentada pelas religões abraâmicas: judaísmo, cristianismo e islamismo. Leia, reflita e depois desconstrua esse pensamento insidioso que apenas trouxe destruição e sofrimento tanto para os animais quanto para os humanos.
6 de set. de 2008
28 de ago. de 2008
Gaúchos protestam contra feira de animais
Segundo o website que o grupo montou, o evento no Rio Grande do Sul é "um dos mais revoltantes eventos de exploração animal da América Latina. Para muitos esta feira é um sinônimo de prosperidade e avanço econômico. Mas está na hora de enfrentarmos a realidade. A Expointer é sinônimo de morte. Só nó Brasil, em 2007, morreram quase 5 bilhões de animais para alimentação (dados do IBGE). Enquanto uma minoria desfruta deste capricho gastronômico, toneladas e toneladas de grãos como soja e milho são gastos e uma maioria sofre de fome ou de alta no preço dos alimentos (que a mídia insiste em culpar os biocombustíveis). O cultivo destes grãos, é bom lembrar, é o principal responsável pelo desmatamento da Amazônia, o maior patrimônio do nosso país. O desmatamento e a criação intensiva de gado são os principais motivos do aquecimento global, a frente da poluição gerada pelos carros (dados da FAO)."
27 de mai. de 2008
Granja de porcos em campo de concentração poderá ser fechada
A União Européia está estudando a possibilidade de contribuir para a remoção de uma granja de porcos do local onde durante a segunda guerra funcionou um campo de concentração para ciganos em Lety, na Tchecoslováquia. Existe também a possibilidade que no local será construído um memorial para as vítimas. Agora, não é eloquente o fato de que um campo de concentração humano tenha sido substituido por um campo de concentração para animais? Porque a agricultura de animais nada mais é do que a tortura, a experimentação, o confinamento e, finalmente, o assassinato de criaturas inocentes simplesmente porque elas pertencem à espécies não-humanas. O vídeo abaixo mostra como é a vida em um campo de concentração para suinos.
16 de mai. de 2008
Resenha de Earthlings (Terráqueos)

Hoje um exemplo gritante de especismo foi reportado na imprensa internacional que revelou que enquanto nos últimos 35 anos o número de humanos subiu de quatro bilhões para seis bilhões e meio, o número de espécies que vivem em terra caiu 25%. Espécies marinas: 28%. E espécies tropicais que vivem em terra: 55%.
Esses números devastadores são uma demonstração das consequências trágicas da soberba humana que considera esse planeta como sua propriedade exclusiva. E essa mentalidade inevitavelmente levará à nossa própria extinção.
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