Não dá para saber se essa queda da venda de carne vermelha foi compensada pelo aumento do consumo de aves, como a matéria parece sugerir. A queda é atribuida à declaração da ONU sobre a ligação entre carne vermelha e câncer. Pessoalmente acho pouco provável que seja apenas isso. Acho mesmo que a sociedade evoluindo e o veganismo se expandindo.
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7 de mai. de 2016
11 de set. de 2011
Autoridades portuguesas fazem vista grossa para assassinato de touro
As vezes eu me pergunto: para que serve a União Européia. Esses barbarismos com animais na península ibérica, os maus tratos de animais de rua no leste e na Grécia ... tudo isso seria impensável em países do norte. Mas, no entanto, eles continuam a acontecer nessas partes mais atrasadas do continente. A União Européia em Bruxelas tem o poder de pôr um fim a isso, mas pelo visto falta vontade política.
Essa manifestação de violência coletiva em Portugal que aconteceu ontem é uma lembrança viva de um continente que se hoje é uma ilha de prosperidade e civilidade no mundo, ainda carrega o gene do barbarismo. Eu não posso imaginar o que o irmão touro passou, só, amarrado, assustado com a cacofonia de sons ao seu redor sem que ninguém mostrasse por ele compaixão. Essas pessoas que a gente vê na foto são psicopatas, seres doentios que se divertem com a dor alheia. A única coisa que dá para sentir por elas é um desprezo profundo.
17 de abr. de 2011
16 de set. de 2010
Cruel e ilegal: bárbaros desafiam a lei para torturar animais
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Foto: Cmjornal |
No sul do Brasil, políticos oportunistas se aproveitam da ignorância e instinto barbárico de certos animais humanos para torturar animais bovinos durante três dias (farra do boi). Na Inglaterra, aristocratas saem a cavalo com seus cães no dia 26 de dezembro para torturar raposas. E assim caminha (parte de) a humanidade.
A mais recente atrocidade aconteceu na vila de Monzaraz em Portugal. Lá, uma ‘tradição’ de se torturar touros em público existe desde 1877 e foi proibida em 2002. Mas apesar da proibição, duas mil pessoas assistiram e participaram do martírio de um animal para quem religião, em nome da qual essa festa macabra acontece, não tem significado algum.
Covardia também faz parte do jogo desses bandidos disfarçados de beatos. Para evitar a identificação daquele que dá o golfe final na vítima, usa-se uma lona para camuflar o assassino.
O que se sobressai nessas estórias é que todas as atividades em questão já são ilegais, ou seja, o debate já foi feito e aceito pela maioria com algo inaceitável. Mas algumas pessoas são tão viciadas em violência que elas desafiam a lei e o desejo comum para saciar sua sede de sangue.
Esse tipo de petulância e desrespeito a lei demonstra o tamanho do desafio que ativistas pelos animais e a sociedade como um todo tem diante deles. Devemos estudar com atenção o que leva essas pessoas a participar de atividades tão repugnantes.
A desculpa esfarrapada da tradição é ultrajante e creio que ninguém mais leva a sério. O que nos resta é continuar denunciando e pressionar as autoridades a fazer mais para coibir este tipo de selvageria, além de punir com severidade os envolvidos, como manda a lei.
Com informações do: www.cmjornal.xl.pt
13 de jul. de 2010
Após pressão de defensores dos animais, corrida de touros é banida das Festas Gualterianas, em Portugal
As Festas Gualterianas são realizadas anualmente, na cidade de Guimarães no distrito de Braga, em Portugal para celebrar o dia de São Gualter. A festa consiste em uma Feira de Artesanato, concertos musicais, cantos improvisados, encontro de tocadores de concertina, a Marcha Gualteriana, que consiste em um desfile alegórico e a Batalha das Flores. Infelizmente, ainda são realizadas a feira de gado e concurso pecuário. (Ler mais +)
5 de dez. de 2009
Nasce em Portugal Partido Pelos Animais

Um grupo de pessoas entregou ontem, sexta-feira, no Tribunal Constitucional de Portugal mais de 9 500 assinaturas para a criação do Partido pelos Animais .
O Partido pelos Animais quer ser a primeira organização partidária "por uma causa" e eleger deputados nas próximas eleições legislativas.
Segundo Paulo Borges, da Comissão Coordenadora do Partido pelos Animais (PPA), o objetivo é "instalar na política portuguesa um partido por uma causa" -- a defesa da Natureza, do meio ambiente e dos animais -, que dizem ser "um marco histórico".
O partido pretende consagrar na Constituição o "direito dos animais à vida e ao bem-estar, baseado no reconhecimento da sua capacidade de sentirem dor, prazer, stress, angústia, tal como os seres humanos", explicou o representante do grupo de cidadãos, que considera que "a luta contra o especismo é um desenvolvimento da luta contra o racismo e o sexismo".
As mais de 9 500 assinaturas recolhidas (para a criação de um partido são necessárias 7 500) foram hoje entregues dentro de duas caixas de cartão estampadas com imagens de cães e gatos.
Enquanto aguardam o reconhecimento legal por parte do Tribunal Constitucional, a Comissão Coordenadora do PPA já está a criar o aparelho partidário, disse Paulo Borges, com a criação de núcleos e a preparação do primeiro congresso nacional, para a constituição dos órgãos do partido.
O PPA defende, entre outras medidas, a redução da agro-pecuária intensiva, uma melhor aplicação das leis que punem o abandono e maus-tratos dos animais, a comparticipação do Estado nos tratamentos veterinários e nas medicinas alternativas para as pessoas, a diminuição das taxas sobre produtos de origem natural e a esterilização dos animais que estão na rua.
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