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4 de mai. de 2014

Jornal capixaba estimula exploração de cães de guarda


Ontem a Gazeta (Vitória/ES) trouxe uma matéria promovendo irresponsabilidade social ao fazer uma propaganda explícita da exploração de cães como animais de guarda. A jornalista que fez a matéria simplesmente falou das “vantagens” para quem treina e lucra com esse negócio sujo.

Em momento algum ele se incomodou com a regra mais básica do jornalismo que é ouvir o outro lado, no caso o bem estar animal. Ele não questionou, por exemplo, o que acontece com esses animais quando eles ficam velhos. Eles vão ser aposentados? Como os adestradores vão financiar isso? Quem vai fiscalizar? Ou eles vão ser jogados na rua para sofrer, passando assim o problema para a sociedade? Como eles vivem quando não estão “trabalhando” e como eles são tratados quando estão trabalhando, correndo risco de morte ao serem postos na linha de frente do crime. E a injustiça explícita que está em transformar um animal dócil em uma máquina de matar?

Com uma simples pesquisa no Google e ela teria descoberto que no Rio Grande do Sul essa exploração de animais é proibida, mas para que se incomodar se o objetivo da matéria é promover o comércio sem se incomodar com as verdades óbvias.

O email da jornalista é beatriz.marcarini@redegazeta.com.br. Escrevam por favor.

20 de ago. de 2013

O coco está pesado para os burros


Não tem escapatória: onde existe animal trabalhando, existe crueldade. E como não haveria? Animal não pode reclamar de peso, de horas longas, de dores. É um absurdo tão grande colocar um animal para trabalhar quanto colocar uma criança de três anos para pegar no batente.

E no entanto, essa tristeza continua, sem desafios.

O Vista-se publicou uma matéria denunciando o maior produtor de coco do mundo, a Sococo, pelo emprego de eqüinos em suas operações. Basta olhar a foto acima para ver que nenhum animal vai estar feliz carregando tanto peso, sem escolha.

“A Sococo mantém a maior fábrica de derivados de coco do mundo em Alagoas e tem ainda duas outras grandes unidades no Pará. Apenas na fazenda da empresa no município de Maju, no Pará, são explorados cerca de 300 burros que a Sococo chama de “funcionários”, nos textos de seu blog,” escreveu o Vista-se.

Estariam esses burrinhos melhores do que os que trabalham nas cidades com carroceiros? Possivelmente. Mas o que acontece quando eles ficam doentes e velhos? A Sococo paga veterinário e dá aposentadoria?
Eu acredito nisso tanto quanto eu acredito em Papai Noel.

Então meus caros, a recomendação é: boicote essa empresa.

21 de jan. de 2013

O sofrimento dos elefantes na Ásia

Os turistas pagam para montar nos elefantes, e acham isso lindo. Mas por trás dessa inocência do tipo “ me engana que eu gosto”, está o tráfico brutal de animais, trazidos a força para serem escravos na Tailândia, onde turistas irresponsáveis se divertem a custa do sofrimento alheio.

Nunca utilize nem um serviço onde haja um animal envolvido – o combustível sempre é a crueldade! Aqui no Brasil temos os casos dos dromedários no Rio Grande do Norte, os passeios de charrete, as carroças e claro, os infames rodeios e farras de boi, atividades que demonstram a violência institucionalizada contra os animais.


Visite: Right Tourism

14 de dez. de 2012

Campanha pelo fim do abuso contra dromedários no RN ganha impulso

A campanha pelo fim da exploração de camelos no Rio Grande do Norte, uma idéia que nunca deveria ter saído do papel, ganha impulso e atrai ameaças dos exploradores que ao invés de trabalhar, forçam animais inocentes a viverem como máquinas, carregando turistas nas costas como se fossem carros.

O fato é que não existe como forçar um animal a trabalhar sem maltratá-lo. A crueldade é inerente de uma atividade como essa. As autoridades erraram em permitir que esse episódio acontecesse. Agora é hora de retificar.

Divulgue nas redes sociais, boicote essa maldade, diga ao mundo que explorar animais é inaceitável em uma sociedade civilizada.

O vídeo abaixo sequer foi feito por ativistas. Foi feito por turistas chocados com o tratamento bruto dispensado aos animais quando eles se recusam a trabalhar como escravos.

7 de mar. de 2012

Estado de Minas critica a venda de animais vivo em Mercado Central de BH

Quem entra no Mercado Central de Belo Horizonte depara-se com uma profusão de cores e aromas de vários tipos e procedências. A disposição labiríntica do espaço convida o visitante a se perder deliciosamente pelos corredores cheios de lojas e bancas de frutas, verduras, legumes, queijos, temperos, peças de artesanato, coisas de casa, artigos religiosos, ervas, flores, entre diversos outros produtos. Os bares também integram o conjunto e oferecem agradáveis horas de lazer aos que os frequentam. Tudo isso, como se sabe, torna esse mercado já octogenário passeio obrigatório para todos os que visitam a cidade. 

Há, contudo, um lado sombrio em toda essa maravilha. Trata-se da área reservada à comercialização de animais vivos, como cães, gatos, patos, coelhos, galinhas e pássaros, entre outros. Todos presos em gaiolas imundas, expostos ao barulho incessante e estressante, sem espaço para se movimentar nem ar fresco para respirar. Muitos, por terem ido ainda filhotes para as lojas, nem sabem o que é a luz do sol. Vários, em função dos maus-tratos, contraem doenças. Enfim, são seres em estado de explícito sofrimento, convertidos em meros produtos de compra e venda, como se a vida fosse feita para isso. (Estado de Minas critica a venda de animais vivo em Mercado Central de BH)    

22 de dez. de 2011

@rrassessoria: Publicidade não pode ser feita às custas de vidas alheias

Uma agência de publicidade deveria saber melhor o que é trabalhar com sua imagem e realmente é incrível que uma organização chamada RR Assessoria possa ter tido a ideia infeliz de dar pintinhos de presentes para seus clientes. Qual o próximo? Importar bebês africanos para que os clientes se sintam como Madonna ou Anjelina Jolie, estilo Bruno? 

A adoção de animais deve sempre partir do adotante porque ele tem que ter pensado muito sobre o assunto antes. Imagina se alguém chega à sua casa com um gato de presente? Se você não aceitar, o que fazer com ele? Devolver? Para quem? 

 Ah, no caso da RR parece que eles  convenientemente devolveriam para a granja, ou seja, eles estão dando lucro para pessoas que exploram animais como um modo de vida. 

 Realmente esse ano não é o ano de Goiás para os animais. Depois da psicopata do balde, agora essa. Que 2012 traga melhores notícias do centro-oeste brasileiro. 

 (A imagem mostra a repercussão negativa no Twitter que a ideia de dar pintos como brindes gerou).

18 de out. de 2011

Cão farejador fica doente depois de inalar gesso

Foto: PF

Nauê, um “cão farejador” que identificou uma carga de 530 quilos de cocaína escondida entre 3.500 sacos de gesso adoeceu devido à intoxicação pelo material. 


A operação foi uma ação conjunta da PF e Receita Federal dentro de um contêiner no Porto de Suape, litoral sul de Pernambuco. 

O destino do material seria a África. A apreensão foi a maior já realizada no Nordeste. Nauê é um pastor alemão e está de “licença médica”. Segundo a assessoria da polícia, ele não teve contato com a droga, o que nunca ocorre nestes casos. 

Comentário: a postura dos direitos animais é sempre contrária ao uso de animais em qualquer trabalho. O risco ocupacional dessa tarefa é muito alto e animais são criados para isso. Nesse caso foi gesso que um animal inalou. Em outro caso poderia ser uma bomba que poderia ter explodido em seu rosto. 

Fonte: NE10

3 de set. de 2011

Manipulações genéticas em animais


Existem certas formas de manipulações de animais que parecem tão bizarras que dão a impressão terem partido da mente de algum adolescente cuja produção excessiva de hormônios o deixou descontrolado. Mas não. Elas vêm da mão de adultos oportunistas que não vêem limites na exploração de outros seres senscientes. 


Duas notícias me chamaram a atenção recentemente. A primeira, noticiada pelo Jornal de Angola, diz que cientistas coreanos conseguiram “clonar cães geneticamente modificados com propriedades fosforescentes que podem ajudar a curar doenças humanas e dar um passo à frente no avanço das pesquisas médicas.” Como o fato de um Beagle ser fosforescente pode ajudar na cura de uma doença, não é exatamente explicado no artigo, mas isso é praticamente irrelevante para esses cientistas sem ética. O que eles querem é dinheiro e glória, e não criar um mundo melhor para todos os terráqueos. 

Enquanto isso alguém teve uma idéia que deve ter um apelo para o mercado ‘rave’ – peixes fluorescentes. Chamados Glofish, eles tiveram seu gene alterado para que possam produzir uma luz colorida brilhante. Eu imagino que os patéticos que comprarem isso – por que somente um nerd terminal pode apreciar a presença de um aquário dentro de casa – encherão a cara de MDMA e passarão horas olhando para o aquário enquanto o aparelho de som toca uma faixa de trance produzida por algum DJ em Israel. 

E assim caminha a humanidade. Para trás.

12 de jun. de 2011

Shopping de Betim faz sorteio de cães

Não bastasse as pet shops expondo cães, gatos, coelhos, pássaros e outros animais como produtos em vitrines, um shopping Center em Betim é o palco de mais uma atrocidade contra os animais. 

Um evento chamado Feira de Cães de Betim, que vai até hoje, inclui um sorteio de um labrador fornecido por um canil chamado Zuo. O evento, como é de se esperar, tem como público alvo a ‘família’, que em geral significa casais com crianças. E assim o especismo e a exploração animal é propagado para novas gerações. 

Se você vive nessa cidade, escreva para o Betim Shopping pedindo que eles parem de promover a exploração animal e que ao invés de sortear cães, que eles promovam feiras de adoção. 

A página de contatos do website do shopping está com defeito, mas a de imprensa funciona.

23 de jan. de 2011

Exploradores de animais fazem até promoções para lucrar com vidas

Imagem meiga usada para seduzir o comprador
Dentro do veganismo existe uma corrente de pensamento que acredita que enquanto houver capitalismo o veganismo será impossível. Embora talvez isso não seja exatamente um fato, existe uma certa verdade nessa teoria porque o princípio do capitalismo e da industrialização (a qual o comunismo também promovia) é a exploração, de animais (humanos ou não) e da natureza em geral.

A chamada indústria de criação de animais domésticos, focada principalmente em cães, gatos e aves, epitoma a dinâmica dessa exploração. Os animais são tratados como produtos, expostos em vitrines e quando não escoam, são ‘despachados’ para um destino trágico. Outro dia um conhecido que havia comprado um cachorro (eu expliquei para ele nunca mais fazer isso) ficou chocado quando ligou para o criador simplesmente para relatar que o cão tinha um problema de saúde congênito. O criador imediatamente se ofereceu para matar o cachorro e lhe dar outro. Eu disse que é esse o modus operandi dessas pessoas.

Há pouco tempo escrevi sobre uma empresa em Fortaleza que organiza um consórcio de cães de raça para ‘facilitar’ a compra de animais para aqueles que talvez não tenham dinheiro para um ‘investimento’ a vista.

Ontem em Campo Grande (MS) foi realizada uma feira de animais que estavam a venda com 30% de desconto. Os animais são do Canil Campo Grande e o evento acontece na Rede Econômica da Joaquim Murtinho.

Segundo a matéria, o diretor do canil, Mauro César Barbosa, disse que quem comprasse um filhote teria “vantagens além do desconto. Cada cãozinho levado terá 21 dias após a compra com assistência veterinária gratuita. Qualquer problema é só ligar que um profissional irá à casa do dono”, ele disse.

Eventos como esse removem de vez o falso véu de respeitabilidade que esses ditos criadores tentam passar para um público conivente com essa indústria sórdida. O aspecto comercial é tão escancarado que não deixa dúvidas sobre o significado que os animais têm para esses mercadores de vidas. O momento desse evento foi particularmente infeliz: com tantos cães perdidos nas montanhas cariocas, é extremamente insensível promover a venda de mais animais no mundo com tantos precisando ser adotados.

Que ama, adota. Sempre.


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25 de dez. de 2010

Animais sofrem com frio em cena de presépio, na Polônia


Ativistas de direitos animais estão protestando contra o uso de animais em temperaturas geladas em uma encenação de presépio vivo em uma cidade no norte da Polônia.

Renata Cieslik da Guarda de Proteção Animal em Slupsk terça feira disse que llamas, burros, ovelhas e pôneis Shetland estão expostos em demasia ao frio e umidade, o que é perigoso para sua saúde.

Ela disse que eles deveriam pelo menos ser levados para um lugar mais quente durante a noite.

Miroslaw Wawrowski, cuja empresa organizou a cena, diz que ele tem permissão do veterinário municipal. Os animais ficam em galpões de madeira e recebem comida cinco vezes por dia.

No começo deste mês, uma frente fria vindo do ártico matou mais de 24 pessoas na Polônia.

Fonte: Washington Post


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30 de dez. de 2009

Cães usados por empresas de segurança são vítimas de maus-tratos

Por que a Justiça deu permissão a esses bandidos para continuar a explorar animais apesar da proibição municipal? Cachorro não é vigia! Quem quiser que instale alarme, câmera ou um vigia humano, pago e com carteira assinada.

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