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14 de ago. de 2014

Vídeo mostra cão molhando peixes que sufocam

Esse vídeo que está circulando pelo Facebook esta semana e mostra um cão visivelmente angustiado com a situação dos peixes que morrem sufocados sobre um piso de cimento. Quem filma parece se divertir com a estória e eu imagino que se trata das mesmas pessoas que mataram os peixes. O vídeo é muito tocante neste sentido. Por um lado, quem filma admira a compaixão do cão, mas ao mesmo tempo parece achar esse sentimento um absurdo. Deve ser a tal da ´esquizofrenia moral' que o filósofo Gary Francione fala.

17 de jul. de 2013

Omega-3 de peixe pode aumentar chance de câncer de próstata

O Journal of the National Cancer Institute recentemente publicou um artigo que demonstra uma ligação entre omega-3s extraído de peixe e chances de se desenvolver cancer de próstata.

Segundo o estudo, o consumo de ácidos grassos omega 3 de animais marinhos aumentou em 43 por cento o risco deste tipo de câncer masculino em pessoas com altas concentrações. O estudo foi liderado por Theodore Brasky da Ohio State University Comprehensive Cancer Center.

O estudo vai de frente com última recomendação do Dietary Guidelines for Americans, que sugere o aumento do consumo de comida marinha e peixe.

(Via Vegnews)

15 de fev. de 2013

Joaquim Phoenix em vídeo anti-pesca

Pescar é caçar com vara, linha e anzol, e matar um animal por sufocamento - não tem nada romântico ou pitoresco.

11 de dez. de 2012

Peixes morrem na Lagoa Rodrigo de Freitas

Só existe um problema ambiental no humano: o excesso de animais humanos – o resto é consequência disso. Nem dentro de uma lagoa eles ficam livres de nossa pegada fatal.(Peixes morrem na Lagoa Rodrigo de Freitas)

11 de fev. de 2011

Pesca, vilã dos mares

Em nossa sociedade, os direitos animais já avançaram em alguns pontos. Por exemplo, no Brasil, a caça não goza de muita simpatia. A “caça”, porque a pesca ainda é considerada esporte que pode ser praticado até por crianças. Programas de pesca na televisão antecedem a programação infantil e isso nos mesmos canais onde, mesmo quando o assunto é pecuária, cenas de abate de mamíferos e aves nunca são mostradas explicitamente por serem consideradas por demais fortes. (Peixes sofrem)

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20 de jan. de 2011

Peixes torturados em matadouro, nos Estados Unidos


Mercy for Animals, uma ONG americana baseada em Chicago, revelou ontem os resultados de uma investigação no Catfish Corner, um matadouro de bagres em Mesquite, Texas.

O investigador flagrou os peixes sendo sufocados, escalpelados e esquartejados ainda conscientes e sentindo dor. Em alguns casos os peixeiros cortavam as cabeças dos animais ainda vivos ou sem corpo pela metade.

Segundo um especialista em comportamento animal consultado pela Mercy For Animals, as imagens revelam um comportamento extremamente cruel.

Hoje em dia é consenso que os peixes sentem dor e o processo é parecido com o dos mamíferos. No vídeo fica claro que os peixes tentam escapar das mãos dos peixeiros e se debatem violentamente, sinais claros que eles estão sofrendo.

Nos Estados Unidos cerca de 8.4 bilhões de peixes são mortos para serem comidos todo ano,e desses, 80% são bagres (catfish). Texas é o maior produtor de bagres no país.

A Mercy For Animals recomenda que as pessoas se tornem veganas e se abstenham de comer peixes e qualquer outro produto animal como a maneira adequada de responder ao que ela revela neste vídeo.

Clique no link para assistir o vídeo da Mercy For Animals (contem cenas fortes de violência)


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2 de jul. de 2009

História de pescador é crueldade

Segundo um relato do blog Mundo Insólito, por sua vez baseado em artigo do jornal inglês Daily Mail, o aposentado inglês Joe Waldis, de 70 anos, pescou um tubarão de 479kg com vara e anzol. Segundo o blog, ele bateu o recorde nas águas britânicas.

Sem entrar nos detalhes desse ‘feito’ patético, o blog de uma certa forma celebra o fato simplesmente porque ela não é apenas ‘história de pescador’ mas um acontecimento verídico. O que a mídia não faz por uma anedota?

Todo mundo sabe que os tubarões estão ameaçados de extinção e que mesmo entre alguns pescadores existe uma ética de se devolver o animal para a água, o que não justifica esse hobby estúpido mas que pelo menos revela um nível de consciência um pouco mais elevado. O aposentado foi criticado por isso. Mas para Waldis, poder dizer que derrotou um tubarão aos 70 anos foi mais importante do que poupar a vida de um outro animal. E depois dizem que as pessoas ficam mais sábias com a idade ...

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8 de jun. de 2009

08 de junho, Dia Mundial dos Oceanos


Charlize Theron, Alicia Silverstone, Sting, Sienna Miller e Elle Macpherson estão entre os 31 nomes que fizeram o pedido ao chefe japonês Nobu Matsuhisa para remover o atum de barbatana azul do menu por se tratar de um animal ameaçado, foi noticiado recentemente. Mas o que essas celebridades parecem esquecer é que todos os peixes do mundo se encontram ameaçados pela pesca predatória que em 40 anos terá destruído toda a vida no oceano. Além do mais, o valor de uma vida formada não está em sua raridade mas em sua ontologia. É um valor intrínsico.

Hoje, 08 de junho, é o Dia Mundial dos Oceanos, um dia de reflexão sobre a conexão humana com os oceanos e como individualmente podemos ajudar a protegê-los e a diversidade de espécies que vivem neles.

Os oceanos geram a maior parte do oxigênio que respiramos, regulam nosso clima e limpam a água que bebemos. Segundo as Nações Unidas, setenta e cinco por cento das áreas de pesca do mundo estão a beira do colapso. Além disso, cerca de 300 mil cetáceos (baleias e golfinhos), 100 milhões de tubarões, 100 mil albatrozes e outros pássaros marinhos morrem em redes de pesca todo ano.

Existe consenso científico que os peixes são criaturas senscientes que podem sentir dor. Quando puxados do fundo da água, os peixes passam por um processo de descompressão muito doloroso. Quase sempre, a pressão intensa rompe suas barbatanas, estouram seus olhos e empurram o esôfago e estômago pela boca a fora. Navios fábricas matam e processam peixes no mar. A maioria é cortada ainda viva ou abandonada à morte por sufocamento.

A única resposta sustentável e ética ao problema da pesca é deixar de comer peixe. Existem alternativas de plantas para todos os nutrientes que os peixes fornecem. Apesar da imagem de saudável, a carne de peixe é carregada de toxinas perigosas para a saúde por causa da poluição do mar. Os animais aquáticos merecem a mesma consideração que os animais da terra. Hoje, pare para refletir nessas criaturas que populam a atmosfera aquática do planeta e o respeito que elas merecem. E lembre-se que o veganismo é a melhor forma de expressar esse sentimento.

Fonte: AnimalAid

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12 de mai. de 2009

Temos de parar de comer os Oceanos

Os oceanos são como a galinha dos ovos de ouro. Enquanto ela estava viva, botava um ovo dourado cada dia, mas depois o agricultor ganancioso decidiu matá-la para obter todo o ouro de seu interior, mas nada encontrou, e a galinha não botou mais seus ovos porque estava morta.

Durante séculos, os oceanos têm alimentado a humanidade. Mas, no século passado, os ecossistemas dos oceanos foram abusados pela ganância humana com uma ignorância insana.

Não como peixe, porque sou um ecologista e tenho visto a diminuição de peixes em todos os mares da minha vida. Fui criado em uma aldeia de pescadores e fui criado em uma dieta de bacalhau, sardinha, cavala, smelts, amêijoas, lagostas, solhas e truta. Eu vi com meus próprios olhos a progressiva diminuição de peixes, lagostas e crustáceos. E pelo que eu comi quando criança, eu escolhi o que não comer hoje, pela simples razão de que há muitos de nós em terra comendo os poucos deles que vivem nos mares.

O pescador agora se tornou um dos mais destrutivos ocupadores do planeta. É tempo de pôr de lado a imagem antiquada, independente, 'sal-do-mar', do pescador trabalhando corajosamente para alimentar a sociedade e sustentar sua família.

A maioria dos pescadores não vão mais ao mar com linhas e pequenas redes. Hoje, operam navios que valem alguns milhões de dólares, equipados com uma complexa e dispendiosa tecnologia, destinada a caçar e capturar todos os peixes que possam encontrar.

Um fabricante de localizador eletrônico de peixes - Rayethon, se orgulha de seu produto, dizendo o peixe pode correr, mas não pode se esconder. E para os peixes não há lugar seguro, sendo caçados impiedosamente mesmo em reservas marinhas e santuários. Nós, seres humanos, temos travado uma intensa e implacável exploração de praticamente todas as espécies de peixes no mar, e esses estão desaparecendo. Se não pormos um fim aos navios de pesca industrializada muito em breve, vamos matar os oceanos e, ao fazê-lo, vamos nos matar.

Nesta semana, cientistas revelaram que a desnutrição é generalizada, afetando peixes, pássaros, animais e populações dos nossos oceanos. Não só estamos esgotando as suas reservas, estamos matando de fome os sobreviventes.

Estamos alimentando gatos com peixes, porcos e galinhas, e nós estamos sugando dezenas de milhares de pequenos peixes do mar para a alimentação de peixes maiores criados em cativeiro. Gatos domésticos estão comendo mais peixe do que focas, porcos comem mais peixes do que tubarões, e galinhas comem mais peixes do que albatrozes.

Com outros fatores, como o aumento da acidez, aquecimento global, poluição química e diminuição da camada de ozônio, provocamos declínio das populações de plâncton, travando um ataque global sobre toda a vida nos nossos oceanos. Os peixes não podem competir com as nossas exigências excessivas. Já eliminamos 90% dos grandes peixes comerciais do mar. Os chineses procuram barbatanas de tubarão, o que está destruindo praticamente todas as espécies de tubarão no oceano.

Considerando que a indústria da pesca, uma vez segmentada, destruiu os grandes peixes, agora está se focalizando nos menores, os peixes que sempre alimentaram o peixe maior. Das dez principais pescarias no mundo de hoje, sete estão no alvo dos peixes pequenos. Se os peixes são muito pequenos para alimentar as pessoas, são simplesmente misturados na farinha para alimentar os animais domésticos e agrícolas, que criam salmão ou atum.

A aqüicultura surgiu agora também como o maior desperdício de peixes, e é o motor econômico na condução da exploração intensiva de peixes pequenos. Atualmente, japoneses e noruegueses extraem dezenas de milhares de toneladas de plâncton do mar para produzir proteína rica a fim de alimentar animais.

Nesta semana, um relatório sobre o estado do Mundo da Pesca e da Aqüicultura liberado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação - FAO, concluiu que 80% de todos os peixes marinhos estão atualmente sendo explorados, sobrexplorados, empobrecidos ou esgotados, incluindo reservas das sete maiores pescas. Poucas populações de peixes marinhos permanecem com o potencial para sustentação, enquanto a humanidade segue em crescimento, e muitos já atingiram seu limite.

A Sea Shepherd Conservation Society não está tomando a posição dos direitos animais quando dizemos que as pessoas devem parar de comer peixe e parar de comer carne de animais que foram alimentados por peixes. A nossa posição baseia-se unicamente sobre a realidade ecológica que a pesca comercial está destruindo os oceanos.

Todos nós sabemos disto. Estamos todos conscientes dessa diminuição. A realidade ecológica não está somente à nossa frente, está acertando nossos queixos. O problema é a negação absoluta, se nos recusamos a reconhecer que extinguindo a vida do mar iremos comprometer o alicerce para a nossa sobrevivência na terra.

Esta negação é tão arraigada que mesmo o Greenpeace serve peixe para sua tripulação a bordo dos seus navios, enquanto apóia campanhas de se opôr à pesca predatória.

Um povo indígena no Brasil, chamado de Kaiyapo, chama aqueles que destroem as florestas de 'povo-cupim', porque eles devoram as árvores. Nós temos humanos parasitas sugando a vida dos oceanos e dando nada em troca. Nós, seres humanos, nos tornamos parasitas sugadores de sangue do oceano, e quando matarmos nossos anfitriões, como certamente faremos, então morreremos também.

Por muito tempo, eu me perguntava por que eu me preocupava em falar sobre esses assuntos para uma sociedade que se recusa até mesmo a conhecer esta realidade e simplesmente rejeita qualquer conversa sobre exploração ao extremo. Durante décadas, tenho sofrido com apatia e ignorância.

Na semana passada, em Paris, na Conferência de Sustentabilidade, eu falei sobre tudo isso para uma sala cheia de jornalistas, e quando eu propus o encerramento de todas as atividades comerciais de pesca no Mediterrâneo, fiquei agradavelmente surpreso com o fato de nenhum jornalista discordar e sequer questionar uma proposta tão radical. Na verdade, meu anúncio foi saudado com aplausos.

O público está se tornando consciente da gravidade da situação ecológica, que ameaça a vida no mar. E isto é muito encorajador. Eu não posso pensar em algo mais importante do que a preservação da diversidade em nossos oceanos. Talvez possamos nos adaptar ao aquecimento global, e talvez podemos sobreviver a uma extinção maciça de espécies, mesmo em terra. Mas eu sei que se matarmos os oceanos vamos nos matar.
A diversidade é a preservação da vida.

Temos de parar de comer os oceanos. Comer peixe é, para todos os efeitos, um crime ecológico. Não há sustentabilidade na pesca oceânica - não, nenhuma. Aquela pretensão de ser consumidores ecologicamente corretos é apenas uma fraude, uma tentativa de nos fazer sentir bem, enquanto continuamos a comer o mar.

Sei que muitos não vão gostar do que estou dizendo, mas eu nunca escrevi ou falei com a finalidade de ganhar algum concurso de popularidade. Meu objetivo é ser ecologicamente correto no meu pensamento, e de qualquer perspectiva que tenho visualizado. Isso eu vejo escrito na parede, em grandes letras em negrito, juntamente com as minhas observações do equilíbrio, e agora a diminuição da vida no mar, desde que eu era um rapaz sentado na Baía de Passamaquoddy até agora, tendo viajado por todos os oceanos do mundo tentando defender a vida no mar. Os sinais parecem ameaçadores e perigosos.

Alguns podem pensar que um apelo pela proibição da pesca comercial é radical. Eu vejo isso como uma política conservadora e essencial que devemos implementar para salvar os oceanos e a nós mesmos.

Estou preocupado com os pescadores e suas famílias? Eu simpatizo com sua situação, mas estou muito mais interessado na sobrevivência futura da humanidade e dos oceanos. Nós simplesmente precisamos pôr fim a uma indústria que literalmente está eliminando os sistemas de apoio à vida neste planeta. Isso exige sacrifícios, mas é preferível sacrificar um trabalho do que sacrificar o futuro de todos nós.

Temos que considerar as necessidades dos peixes, e é preciso dar-lhes espaço e tempo para se recuperarem do terrível abate a que temos infligido todas as espécies que vivem no mar.

Estou cansado de ouvir desculpas de pescadores dizendo que as focas e os golfinhos diminuíram os peixes. Eles querem nos fazer de bobos, e aceitar um bode expiatório não-científico nesse argumento. Os peixes sumiram porque eles, os pescadores, os mataram sem piedade.

Eles precisam de ser tratados como criminosos que estão destruindo os oceanos. A indústria da pesca precisa de ser encerrada antes que provoque uma extinção irreversível, e tambem a perda de diversidade em nossos oceanos.

Se um colapso ecológico ocorrer devido à remoção de uma espécie ou espécies estratégicas, nós não nos preocuparemos com empregos. Nós vamos nos preocupar que os nossos concidadãos irão nos caçar e nos comer. Se isso ocorrer, as palavras que Jesus Cristo uma vez disse a pescadores se tornarão terrivelmente verdade - eu vou te fazer tornar pescadores de homens (Marcos, 1-17).


Paul Watson, Sea Shepherd




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16 de abr. de 2009

Pesca e aquicultura: o mergulho da tragédia

A obtenção das carnes aquáticas – de peixes, crustáceos e moluscos –, tratadas por alguns como alimentos sagrados, não só vem causando tragédias ecológicas como ela própria é uma tragédia por excelência. Em nome da “saúde” humana, bilhões de animais aquáticos morrem a cada ano em agonia muito sofrida, populações são dizimadas pela pesca industrial e importantes ecossistemas são destruídos para dar lugar a tanques de aquicultura.



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21 de jan. de 2009

Lagosta de 140 anos libertada em Nova Iorque

Como eu escrevi outro dia, a Peta lançou uma campanha em prol dos peixes, que muita gente que se diz vegetariana come de vez em quando. Será que é por que eles não são mamíferos, vivem em outro tipo de atmosfera ou porque existe um mito que peixe é uma 'comida' saudável? Enfim, comer peixe é tão eticamente errado como comer carne de qualquer outro animal terrestre. Mas voltando a Peta, a organização conseguiu convencer um restaurante em Nova Iorque a devolver para o mar uma lagosta capturada algumas semanas atrás e cuja idade é estimada em 140 anos. Bravo, deixe a lagosta viver sua vida em liberdade na imensidão do mar onde ela nasceu.


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16 de jan. de 2009

Filho de peixe gatinho é

Peta (Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais) lançou uma campanha pelos peixes para conscientizar o público de sua sensciência. Segundo um artigo que a presidente do Peta Ingrid Newkirk publicou hoje no jornal inglês Guardian, os peixes são um dos animais mais desconsiderados eticamente. Para mudar isso, a organização resolveu de rebatizá-los de Sea Kittens, ou Gatinhos do Mar. A campanha inclui um website interativo de visual pop onde o usuário pode criar seu próprio ‘peixe-gato’, com bigode, chapéu e outros enfeites. Agora, será que essa campanha pode surtir algum resultado? O que você acha?


Create Your Own Sea Kitten at peta.org.uk!








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2 de mai. de 2008

Massacre de golfinhos no Japão

Essa semana eu escrevi sobre a golfinha Sharky, que morreu durante um salto em um parque aquático na Flórida, mais um vítima dessa indústria que aprisona animais que deveriam estar nadando livres pelos oceanos, e não em um tanque de concreto.

E hoje me chegou esse vídeo sobre o massacre de golfinhos em Taiji no Japão, onde eles são assassinados em massa uma vez por ano por essa pequena comunidade pesqueira em um parte remota do país.

Essa comunidade é um grupo agressivo de pescadores que atacaram jornalistas da Sky quando eles tentaram filmar o massacre, o que não surpreende considerando o que eles fazem com os animais. O vídeo, narrado em inglês por Joaquin Phoenix, contem imagens fortes.

Existe um website dedicado a acabar com o massacre. Visite-o.




Matéria na Sky: