4 de nov. de 2024
O sangue dos animais corre pelos rios
10 de set. de 2023
Reportagem sobre a operação de retirada de gado na Amazônia
Quem se fiz a favor da causa indígenas mas come carne arrota hipocrisia.
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16 de set. de 2022
Marina Silva declara apoio a Lula
Foi uma surpresa ver o ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua antiga ministra do Meio Ambiente juntos na campanha eleitoral. Para quem não sabe, Marina Silva (Rede), além de ter sido companheira de luta do líder seringueiro Chico Mendes, foi afiliada ao PT entre 1986 e 2009. No governo Lula, comandou a pasta ambiental entre 2003 e 2008 e foi responsável por melhorarias significativas nos índices de desmatamento.
Com o aumento da fiscalização das áreas de proteção, a taxa de desmatamento encolheu de quase 28 mil quilômetros quadrados em 2004 para menos de 5 mil quilômetros quadrados em 2012. Ficou claro pelas falas de Lula e Marina nesta segunda-feira (12/09) que, caso Lula seja eleito, os dois querem voltar a impor uma fiscalização rígida na Amazônia, com tolerância zero para garimpeiros e madeireiros.
Isso é um sinal forte para antigos parceiros internacionais que se afastaram do Brasil por causa da política ambiental de Jair Bolsonaro (PL), como os governos da Alemanha e da Noruega, que financiaram o Fundo Amazônia para combater a destruição da floresta. Também é um sinal positivo para uma reaproximação com a União Europeia e os Estados Unidos de Joe Biden, depois do afastamento durante o governo Bolsonaro também devido à política ambiental.
A adesão de Marina não deverá trazer muitos votos para Lula – após obter quase 20 milhões de votos que como candidata à Presidência no primeiro turno de 2010, e mais de 22 milhões em 2014, ela encolheu para cerca de um milhão em 2018. Mas o apoio da ex-ministra terá um importante impacto na narrativa que Lula está construindo para a eleição de outubro: a da grande reconciliação.
Pois a saída de Marina do governo petista, em 2008, depois de divergências fortes com a então ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff e com a política de desenvolvimento da região amazônica, e sua saída subsequente do PT deixaram feridas. Principalmente em Marina.
A situação piorou com a campanha suja do PT contra Marina nas eleições de 2014. Assim, a reaproximação entre Marina e o PT "pelo bem do país" se soma à reconciliação entre Lula e Geraldo Alckmin, seu adversário nas eleições de 2006, que hoje é o vice em sua chapa. É a construção de uma frente ampla dos democratas para derrubar Bolsonaro.
Talvez mais significativo para o pleito de outubro seja o fato de Marina ser evangélica. Nas últimas semanas, Lula tem investido pesado para angariar votos no campo evangélico – depois de ter perdido tempo demais. Assim, viu Bolsonaro abrir uma vantagem de 51% a 28% das intenções de voto, segundo a mais recente pesquisa Datafolha. Na última sexta-feira, Lula foi a um encontro com líderes evangélicos em São Gonçalo para tentar reduzir a desvantagem.
A campanha de Lula também publicou uma cartilha para o segmento evangélico, intitulada: "É tempo de esperança, o Brasil tem jeito: O que os evangélicos realmente querem para o Brasil."
Desde que se converteu à fé evangélica, nos anos 90, Marina mantém vínculos com a Assembleia de Deus. Para Lula, será um ponto de entrada no segmento evangélico, que em 2018 votou majoritariamente em Bolsonaro. Vamos ver se surte efeito.
Fonte: DW
14 de jun. de 2022
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Texto: Tereza Andrade
22 de mai. de 2022
9 de jul. de 2020
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2 de set. de 2019
#sosamazonia: As queimadas e o holocausto animal
16 de nov. de 2017
24 de ago. de 2017
Tragédia na Amazônia
O governo Temer, que atualmente leiloa o Brasil para grupos de interesses econômicos insustentáveis e que trarão consequências terríveis no futuro, acaba de desfazer uma área de proteção ambiental na Amazônia para uma das atividades mais sujas do planeta, a mineração.
Segundo esta matéria no UOL, "trata-se de uma área com quase 4 milhões de hectares -- o equivalente ao tamanho do Espírito Santo --, que fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará."
Temer está desfazendo as poucas proteções que existem na Amazônia, como um gangster que pilha o mais rápido possível tudo o que ele pode antes de ser despejado de sua função como presidente posseiro. Quantos indígenas, quantos animais, quanto cursos de água não serão afetados por isso? Dói na alma imaginar!
10 de jul. de 2013
Desmatamento na Amazônia volta a crescer
23 de jan. de 2013
Homem ataca gata com a boca em Iranduba, Amazonas
A gata foi resgatada junto com seus seis filhotes por Joana D’Arc Cordeiro e Erika Schloemp. Seus filhotes foram retirados de uma barraca no local e apresentam secreção nos olhos, por isso precisarão também ser examinados pelo veterinário. As protetoras agora buscam um lar provisório para a família felina. Os animais receberam atendimento na Clínica Veterinária de Manaus e após sua recuperação, eles serão colocados para adoção.
O criminoso se chama Mauro Neves Rodrigues de Souza, de 42 anos de idade. Ele atacou a gata em uma feira que acontece em Iranduba. Mauro prestou depoimento no 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP) da cidade e confessou estar bêbado quando atacou e feriu a gata. Ele foi autuado por crime de maus tratos a animais.
Erika disse que a repercussão do caso na mídia impressa e na internet ajudou reforçar a denúncia de maus tratos, mas ela lamenta que a justiça ainda não seja enérgica na punição.
“Acho que vão dar apenas uma pena alternativa. A gente gostaria que o agressor fizesse pelo menos serviço comunitário, como limpar o Centro de Controle de Zoonose, em Manaus. O importante é que a história teve repercussão e as pessoas viram que vale a pena denunciar e fazer boletim de ocorrência”, Erika disse ao portal A Critica.
Para colaborar financeiramente com esse resgate, os interessados podem entrar em contato com a ONG Pata, de Manaus.
O video abaixo mostra o incidente. AVISO: Contem imagens fortes de crueldade animal.