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4 de nov. de 2024

O sangue dos animais corre pelos rios

Essa foto, do rio manchado com o sangue das vítimas da agricultura animal, é o resumo de tudo o que está errado neste planeta e que nos levará à extinção. Infelizmente, mesmo progressistas não conseguem enxergar o mal que essa indústria faz ao planeta, o sofrimento que ela causa aos nossos irmãos bovinos, suínos, aves etc. Como vegano, eu me sinto como aquela pessoa em filme de terror que tenta avisar todo mundo do que acontece mas ninguém acredita. Seja vegano, é o passo mais simples e rápido que você pode dar para um mundo sustentável.

10 de set. de 2023

Reportagem sobre a operação de retirada de gado na Amazônia

O excelente portal Sumauma tem uma excelente reportagem sobre a guerra na Amazônia para combater invasão de terra indígena com a pecuária. Obviamente para os animais o destino é sempre o mesmo: a morte. O website reconhece isso na matéria, o que é raro em websites ambientalistas. O ponto de vista do animal é considerado.

Quem se fiz a favor da causa indígenas mas come carne arrota hipocrisia.

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16 de set. de 2022

Marina Silva declara apoio a Lula

Foi uma surpresa ver o ex-presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua antiga ministra do Meio Ambiente juntos na campanha eleitoral. Para quem não sabe, Marina Silva (Rede), além de ter sido companheira de luta do líder seringueiro Chico Mendes, foi afiliada ao PT entre 1986 e 2009. No governo Lula, comandou a pasta ambiental entre 2003 e 2008 e foi responsável por melhorarias significativas nos índices de desmatamento.

Com o aumento da fiscalização das áreas de proteção, a taxa de desmatamento encolheu de quase 28 mil quilômetros quadrados em 2004 para menos de 5 mil quilômetros quadrados em 2012. Ficou claro pelas falas de Lula e Marina nesta segunda-feira (12/09) que, caso Lula seja eleito, os dois querem voltar a impor uma fiscalização rígida na Amazônia, com tolerância zero para garimpeiros e madeireiros.

Isso é um sinal forte para antigos parceiros internacionais que se afastaram do Brasil por causa da política ambiental de Jair Bolsonaro (PL), como os governos da Alemanha e da Noruega, que financiaram o Fundo Amazônia para combater a destruição da floresta. Também é um sinal positivo para uma reaproximação com a União Europeia e os Estados Unidos de Joe Biden, depois do afastamento durante o governo Bolsonaro também devido à política ambiental.

A adesão de Marina não deverá trazer muitos votos para Lula – após obter quase 20 milhões de votos que como candidata à Presidência no primeiro turno de 2010, e mais de 22 milhões em 2014, ela encolheu para cerca de um milhão em 2018. Mas o apoio da ex-ministra terá um importante impacto na narrativa que Lula está construindo para a eleição de outubro: a da grande reconciliação.

Pois a saída de Marina do governo petista, em 2008, depois de divergências fortes com a então ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff e com a política de desenvolvimento da região amazônica, e sua saída subsequente do PT deixaram feridas. Principalmente em Marina.

A situação piorou com a campanha suja do PT contra Marina nas eleições de 2014. Assim, a reaproximação entre Marina e o PT "pelo bem do país" se soma à reconciliação entre Lula e Geraldo Alckmin, seu adversário nas eleições de 2006, que hoje é o vice em sua chapa. É a construção de uma frente ampla dos democratas para derrubar Bolsonaro.

Talvez mais significativo para o pleito de outubro seja o fato de Marina ser evangélica. Nas últimas semanas, Lula tem investido pesado para angariar votos no campo evangélico – depois de ter perdido tempo demais. Assim, viu Bolsonaro abrir uma vantagem de 51% a 28% das intenções de voto, segundo a mais recente pesquisa Datafolha. Na última sexta-feira, Lula foi a um encontro com líderes evangélicos em São Gonçalo para tentar reduzir a desvantagem.

A campanha de Lula também publicou uma cartilha para o segmento evangélico, intitulada: "É tempo de esperança, o Brasil tem jeito: O que os evangélicos realmente querem para o Brasil."

Desde que se converteu à fé evangélica, nos anos 90, Marina mantém vínculos com a Assembleia de Deus. Para Lula, será um ponto de entrada no segmento evangélico, que em 2018 votou majoritariamente em Bolsonaro. Vamos ver se surte efeito.

Fonte: DW

14 de jun. de 2022

Por que Bolsonaro e Moro têm responsabilidade no que aconteceu com Bruno e Dom

Texto: Tereza Andrade 

 Bruno era importante quadro da Funai e foi afastado pelo braço direito de Moro depois de contrariar diretriz de Bolsonaro -- o que o fez alvo fácil de chacais. Por Joaquim de Carvalho Tudo leva a crer que Bruno Pereira e Dom Phillips foram assassinados no Vale do Javari. 

 Nesta segunda-feira, chegou a ser divulgado o encontro do corpo de ambos, mas a PF não confirmou. O que é certo é que pertences deles foram achados submersos em local próximo da casa de um suspeito pelo desaparecimento dos dois. Na hipótese provável de que tenham sido assassinados, é preciso dizer que o governo Bolsonaro (e Sergio Moro) tem responsabilidade sobre o que aconteceu com eles. 

 Funcionário de carreira da Funai, Bruno Pereira foi demitido no final de 2019 do cargo de coordenador geral de Índios Isolados, depois de ajudar o Ibama e a Polícia Federal a realizar operação de combate ao crime na região, que levou à destruição de mais de 50 balsas de garimpo esgaionadas no rio Jutaí. 

Quem assinou sua demissão foi Luiz Pontel de Souza, homem de confiança de Sergio Moro, na época ministro da Justiça e Segurança Pública, a que estava subordinada a Funai. Pontel era o secretário executivo do Ministério, número 2 da pasta, ligado a Moro pelo menos desde outubro de 2003, quando recebeu dele, então juiz, ordem direta para prender o doleiro Alberto Youssef. A destruição dos equipamentos do garimpo e de extração ilegal de madeira é autorizada por lei, mas, no atual governo federal, passou a ser criticada diretamente pelo presidente da república. 

 Bruno não foi o único servidor público afastado depois de participar de ações legais que contrariavam os interesses dos que violam as leis ambientais e de proteção aos indígenas. Nos primeiros meses do atual governo, Bolsonaro conversou com um grupo de garimpeiros no cercadinho do Alvorada. Eles não eram do Vale do Javari, mas viviam situação parecida. 

"Quem é o cara do Ibama que está fazendo isso no Estado lá?”, comentou Bolsonaro com um grupo de garimpeiros que reclamavam da destruição de equipamentos apreendidos na área indígenas demarcada. "Se me derem as informações, tenho como...", disse Bolsonaro, sem completar a frase. Houve reunião de representantes do grupo no Palácio Planalto, da qual participou o então chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e nos meses seguintes mudanças no Ibama, e também na Funai. 

Na época, o Ministério da Justiça justificou o afastamento de Bruno, um quadro importante da Funai, como parte de uma reestruturação administrativa prevista. Bruno poderia continuar em atividade da Funai, embora sem o cargo de coordenador, mas, segundo pessoas próximas, preferiu tirar licença sem remuneração por entender que não teria liberdade para trabalhar. Ele foi então contratado pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que defende os interesses das tribos da região, entre as quais índios isolados, que Bruno conhecia como talvez nenhum outro funcionário da Funai. 

Foi por iniciativa dele que foram registradas imagens de índios isolados, divulgadas no primeiro semestre de 2019. Na época, Bruno foi entrevistado pelo Fantástico, da Rede Globo, e, ao rever as imagens de índios isolados se confraternizando, chorou, o que dá dimensão do quanto se dedicava à causa. 

“Tem vários dilemas que a gente passou para tomar essa decisão e outras tantas para colocar essas imagens deles para o mundo todo ver. Mas, se a gente acha que isso pode sensibilizar e que é um importante trabalho feito e que as pessoas têm o direito de escolher como viver e ter a sua terra, a gente vai continuar assim na luta com eles. É o momento de cada um sair de sua bolha e entender que existem outros brasis”, disse ao repórter. 

Como se vê, Bruno não abandonou a causa e, um ano depois da operação que destruiu os equipamentos dos invasores, denunciou em vídeo a volta dos garimpeiros à região, em meio à pandemia. Há dois meses, a Univaja, à qual ainda prestava serviços, denunciou a pesca ilegal na terra dos índios isolados. Importante: essa pesca, feita em grande escala para fins comerciais, reduz drasticamente a possibilidade dos índios conseguirem alimento. 

A denúncia foi enviada à Funai, ao Ministério Público Federal e à Força Nacional de Segurança Pública em Tabatinga, no Amazonas. Entre os denunciados pela pesca ilegal está Amarildo da Costa de Oliveira, o Pelado, que, em represália, teria feito ameaça a ele, segundo testemunhas. 

Foi perto da casa de Amarildo que a Polícia Federal encontrou cartão de saúde, calçado e outros objetos de Bruno e Dom. Amarildo teria ligações também com um traficante que reside no Peru e é conhecido pela alcunha de Colômbia. A investigação poderá levar à conclusão de que Amarildo participou do desaparecimento dos dois -- por enquanto, é uma hipótese. Mas não é exagero dizer que há responsabilidade por esse fato na Esplanada dos Ministérios e no Palácio do Planalto. 

Se Bruno não tivesse sido demitido ou a Funai não tivesse sido alvo de ataque do próprio governo de que faz parte, talvez os criminosos não se sentissem encorajados para atos covardes.

9 de jul. de 2020

Militares: mais dinheiro e mais queimadas

É notório o desprezo das forças armadas do Brasil contra o país e seu povo. Fizeram um golpe militar em 1964 que acabou com o país, e agora participam de um governo miliciano e entreguista, basicamente uma sucursal república de bananas dos Estados Unidos. Como recompensa, ficaram de fora da reforma da previdência e se prestam a fazer o serviço sujo de tutelar um marginal expulso por terrorismo das próprias forças armadas. O Brasil é a terra onde o crime compensa.

Esta matéria do Intercept mostra o perigo que é ter militares no governo, comandando áreas estratégicas das quais nosso futuro depende. Os militares estão na Amazônia para facilitar a vida de garimpeiros e grileiros, não existe outra conclusão a ser tirada a partir deste texto. O desmantelamento do Ibama é prova disso. Posam de patriotas cantando hinos e batendo continência, mas não passam de oportunistas em busca de privilégios enquanto servem os interesses econômicos dos Estados Unidos. Têm nojo e desprezo pelo povo brasileiro.

Milhões de animais livres estão morrendo por causa da traição dos militares contra o Brasil. Nosso futuro está ameaçado porque tudo indica que esse ano queimadas e desmatamento serão maior do que no ano passado. Gastamos milhões de dinheiro público para que milicianos fardados contribuam para arruinar nosso maior patrimônio.

A culpa de tudo isso é de quem votou 17 na eleição de 2018.



2 de set. de 2019

#sosamazonia: As queimadas e o holocausto animal

As queimadas este ano na Amazônia são quatro vezes mais intensas do que em anos interiores. Estimulados por um discurso antiambiental do novo presidente cujo nome eu me recuso a digitar, e facilitados por uma política de desmonte de agências de proteção, os desmatadores, fazendeiros e garimpeiros estão fazendo a festa (do fim do mundo) na região Amazônica. 

O discurso de ódio contra os índios dá o sinal verde para os exterminar, o que é parte do projeto de roubar suas terras para mineração, agropecuária e outras atividades destrutivas. 

E tudo isso era previsível antes da eleição.

Vamos seguir passivos diante da destruição do planeta? Vamos continuar votando em marginais milicianos com um falso discurso anticorrupção? A eleição passada representou um teste moral de uma vida e quem não passou no teste tem muito o que responder sobre suas escolhas letais.

Milhões de animais estão sendo queimados vivos neste momento. A palavra, quando usada para a destruição por aqueles que têm poder, é uma arma muito poderosa. A pecuária mata os animais que são comidos e os animais que perdem suas florestas para dar espaço para a pastagem. 

Eu já nem sei se temos tempo de salvar qualquer coisa. Mas eu sei que não é hora de ficar passivo e deixar os psicopatas queimarem o resto que sobra de vida.

Se você se pergunta o que fazer para ajudar a frear a destruição da Amazônia, a ação mais simples e efetiva é tornar-se vegano. Financiar a pecuária com o seu consumo é financiar a destruição do planeta. 

Pense nisso - aja agora!

24 de ago. de 2017

Tragédia na Amazônia



O governo Temer, que atualmente leiloa o Brasil para grupos de interesses econômicos insustentáveis e que trarão consequências terríveis no futuro, acaba de desfazer uma área de proteção ambiental na Amazônia para uma das atividades mais sujas do planeta, a mineração.

Segundo esta matéria no UOL, "trata-se de uma área com quase 4 milhões de hectares -- o equivalente ao tamanho do Espírito Santo --, que fica na divisa entre o Sul e Sudoeste do Amapá com o Noroeste do Pará."

Temer está desfazendo as poucas proteções que existem na Amazônia, como um gangster que pilha o mais rápido possível tudo o que ele pode antes de ser despejado de sua função como presidente posseiro. Quantos indígenas, quantos animais, quanto cursos de água não serão afetados por isso? Dói na alma imaginar!

10 de jul. de 2013

Desmatamento na Amazônia volta a crescer

Mais uma “vitória” do governo Dilma: permitir que o desmatamento da Amazônia volte a crescer. Uma tragédia para todos os brasileiros, humanos ou não, mas principalmente para aqueles cujas casas foram dizimadas por essa devastação. (Artigo completo)

23 de jan. de 2013

Homem ataca gata com a boca em Iranduba, Amazonas

Um video postado domingo (20) no Facebook pelo grupo Ajudem os Ursos da China mostra um homem atacando um gato com a boca. O assassino, que aparenta estar bêbado, morde o pescoço até tirar sangue. Mais uma vez, a divulgação pela internet gerou comoção e um final menos infeliz.

A gata foi resgatada junto com seus seis filhotes por Joana D’Arc Cordeiro e Erika Schloemp. Seus filhotes foram retirados de uma barraca no local e apresentam secreção nos olhos, por isso precisarão também ser examinados pelo veterinário. As protetoras agora buscam um lar provisório para a família felina. Os animais receberam atendimento na Clínica Veterinária de Manaus  e após sua recuperação, eles serão colocados para adoção.

O criminoso se chama Mauro Neves Rodrigues de Souza, de 42 anos de idade. Ele atacou a gata em uma feira que acontece em Iranduba. Mauro prestou depoimento no 31º Distrito Integrado de Polícia (DIP) da cidade e confessou estar bêbado quando atacou e feriu a gata. Ele foi autuado por crime de maus tratos a animais.

Erika disse que a repercussão do caso na mídia impressa e na internet ajudou reforçar a denúncia de maus tratos, mas ela lamenta que a justiça ainda não seja enérgica na punição.

“Acho que vão dar apenas uma pena alternativa. A gente gostaria que o agressor fizesse pelo menos serviço comunitário, como limpar o Centro de Controle de Zoonose, em Manaus. O importante é que a história teve repercussão e as pessoas viram que vale a pena denunciar e fazer boletim de ocorrência”, Erika disse ao portal A Critica.

Para colaborar financeiramente com esse resgate, os interessados podem entrar em contato com a ONG Pata, de Manaus.

O video abaixo mostra o incidente. AVISO: Contem imagens fortes de crueldade animal.