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13 de ago. de 2024

Ibama pede socorro

Uma campanha chamada Floresta em Pé chama a atenção para a situação precária dos servidores do meio ambiente. Enquanto o Brasil desperdiça bilhões com as forças armadas inúteis, nossos protetores da floresta estão minguando. Os números são desoladores: 1 fiscal para cada mil quilômetros quadrados. 

Apoie o Ibama, pressione o governo federal a investir mais na proteção ambiental.



2 de dez. de 2022

Governo bozonazi devastou o Ibama

 É devastador ouvir o que a ex-ministra do meio ambiente Isabela Teixeira tem a dizer sobre a situação atual do IBAMA. A natureza sempre foi alvo do bolsonazi, que representa o modelo econômico mais destruidor que existe  - por eles,  a Amazônia viraria pasto. Quantos bilhões de animais não morreram pelo nesses quatro anos em que a bandidagem ganhou um aliado no Planalto? Vamos ter que fazer um trabalho muito sério de apoio ao novo governo nas pautas ambientais, das quais o veganismo faz parte.




24 de fev. de 2021

Holocausto militar no centro de triagem de animais selvagens do Ibama

Não tenhamos dúvida: a chegada da extrema direita no centro do poder é um manifestação do lado mórbido da sociedade brasileira. O governo atual é o da pulsão da morte: celebram a morte, se regozijam com armas e com a destruição.

Essa notícia que 600 animais morreram no centro de triagem do Ibama do Rio de Janeiro 

O local fica na Baixada Fluminense e a culpa disso não é dos pobres funcionários que sobraram para cuidar de mais de 1000 indivíduos resgatados e, portanto, traumatizados, feridos e frágeis. A culpa é de mais um parasita militar que ocupa um cargo para o qual não tem competência e assim coloca em risco a vida de seres vivos. É desse almirante chamado Alexandre Dias da Cruz a responsabilidade de contratar tratadores. Mas ele não o fez. 

 Segundo esta matéria do G1, o local está imundo e os animais que sobreviveram passam fome, ou seja, não durarão muito. A equipe de dez tratadores que fazia a limpeza dos espaços, alimentava e cuidava dos bichos, pertencia a uma empresa terceirizada, que não renovou o contrato com o Ibama. 

 A publicação teve acesso a uma troca de e-mails entre a empresa RCA, que presta o serviço, e a Superintendência do Rio do Ibama. No dia 30 de julho, a empresa disse que não queria prorrogar o contrato. Por que uma empresa não gostaria de renovar um contrato. Será que o almirante deu calote? 

 No mesmo dia, o Núcleo de Compras e Contratos do Ibama informou aos responsáveis pelo Centro de Seropédica que a empresa não renovaria o contrato. De forma anônima, funcionários dizem que, depois da suspensão desse contrato, os animais ficaram sem tratadores durante 50 dias. Eles acrescentaram que, depois, outra empresa foi contratada em regime de emergência, mas o serviço foi interrompido há cerca de um mês, no dia 17 de janeiro. 

Enquanto isso, todo dia chegam novos animais no centro. No dia em que matéria foi feita, sete cobras encontradas em Miguel Pereira. Gaviões, um falcão e corujas, aves que já chegaram feridas no centro, estão há mais de um mês sem tratadores, sem a limpeza adequada, correm o risco de piorar, contraindo infecções. 

 Uma denúncia chegou até a Polícia Federal, que também hoje fez uma perícia no centro de triagem. Os funcionários serão chamados para prestar depoimento. o contra-almirante da reserva da Marinha Alexandre Dias da Cruz assumiu o cargo em março de 2019. Ou seja, já está lá há dois anos e tudo isso aconteceu sob sua responsabilidade - ou falta de. 

 O Ibama informou que a equipe da Corregeoria, a Secretaria de Biodiversidade e a Diretoria do instituto foram acionadas e farão a apuração e adoção das medidas necessárias. 

 Será que vai sobrar algo neste país se o genocida que está na presidência junto com a sua corja de militares não for afastado? Eu duvido.

20 de ago. de 2018

Assassinos de onça multados em R$743,5 mil

Reprodução

A liberação da caça do javali vai atrair muitos psicopatas interessados em caçar outros animais silvestres. Violência nunca foi a solução para nenhum problema. O mamífero que realmente desequilibra o meio ambiente é o ser humano. (Ler mais +)

4 de dez. de 2017

Bruno Gagliasso transforma rancho em hospital para fauna



O ator Bruno Gagliasso fechou parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Vida Livre, que trabalha com reabilitação e conservação de fauna silvestre, para transformar um rancho de sua propriedade, localizado em Secretário, subdistrito de Petrópolis, no Rio de Janeiro, em um hospital de animais silvestres e área de soltura. (Ler mais +)

30 de ago. de 2017

Ativistas fazem vigília no Pampa Safari

Os ativistas pela causa animal de Gravataí, Porto Alegre e de outras cidades da Região Metropolitana vão passar esta noite em vigília, monitorando todos os portões de acesso ao Pampa Safari, com a finalidade de fazer cumprir uma liminar que proíbe a retirada de animais do empreendimento, para fins de abate. (Ler mais +)

5 de mar. de 2013

Ibama diz que Rancho dos Gnomos não pode ter animais domésticos

O Rancho dos Gnomos, um santuário de animais que abriga animais vítimas de maus tratos, entre eles leões e tigres vitimados por circos cruéis, recebeu recentemente uma carta motivada por uma denúncia do Ibama que os deixou atônitos.

“Ao lermos o ofício, ficamos atônitos, sentindo-nos dentro de um filme surreal. Era inacreditável que um órgão público federal se prestasse a isso, denunciando a presença de animais domésticos em nossa sede porque nela também são acolhidos animais silvestres e exóticos,” disse Silvia Pompeu em um texto de sua autoria no website do Rancho.

O trabalho do Rancho é reconhecido nacionalmente, tendo sido mostrado inclusive no Globo Repórter. O curioso é a desculpa da convivência entre animais domésticos e selvagens para o ataque do Ibama. O próprio estado deixa de cumprir sua função de cuidar de animais abandonados e agora erguer impecilhos baseados em pseudo-tecnicalidades para impedir o trabalho de quem realmente faz, e o faz com amor?

Esta história está muito estranha. Se o Ibama tivesse mais o que fazer, ele iria atrás dos traficantes dos animais. Nas mãos desses facínoras é que os animais silvestres se encontram mal acompanhados e não na companhia de outros animais. Eles poderiam ir também atrás dos circos de horrores que aprisionam animais e que exploram animais selvagens ao lado de animais domésticos, com quem o Ibama agora implica.

A comunidade animalista brasileira deve ser unir em prol do Rancho dos Gnomos e colocar pressão para que o Ibama cumpra o seu papel de proteger os animais silvestres e não de perseguir quem faz aquilo que o estado deveria fazer porém não o faz por negligência.

Vídeo sobre o trabalho do Rancho dos Gnomos:

21 de jan. de 2013

Traficantes de vidas agem livremente em Caxias (RJ)

Essa excelente reportagem no Jornal Hoje (21) mostra uma triste realidade: o trafico de animais livres em plena feira de no centro de Caxias. Agora, o que mais revolta e que o IBAMA nem sequer respondeu á solicitação de entrevista do JH. Não é a toa que os bandidos estão agindo soltos, como se estivessem fazendo algo legal. (Traficantes de vidas agem livremente em Duque de Caxias, no RJ)

2 de fev. de 2012

Proteste contra a TAM e Ibama

O Ibama autorizou que a TAM transportasse saguis para serem torturados nos Estados Unidos? Uma sensação de náusea forte me toma somente por escrever essas palavras. (Assine o abaixo assinado)

9 de dez. de 2011

Javalis são resgatados para ser assassinados

Realmente para os animais às vezes a opção é entre a frigideira e o fogo. Uma operação chamada Obelix apreendeu 226 javalis de um criadouro ilegal em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. 

Segundo essa reportagem, a Secretaria estadual do meio ambiente (SEA) recolheu um total de 316 animais no local, já que no dia 29 de novembro foram apreendidos 90 javalis. 

Mas para quem pensa que os animais estavam salvos, ledo engano. Eles foram encaminhados de caminhão para abatedouro ‘licenciado pelo Ibama no interior de São Paulo. As carnes serão distribuídas para restaurantes ‘populares’ no Rio de Janeiro, seja lá o que isso quer dizer. 

Como é de praxe, os criminosos provavelmente nem para cadeia vão enquanto as vítimas ganham a pena de morte. Dá para confiar em uma instituição como essa?

18 de fev. de 2011

Animais livres em exposição durante o carnaval paulista? De jeito nenhum

Repassando nota circulada esta tarde sobre mais uma atrocidade prestes a ser cometida contra animais, desta vez por sambistas paulistas. Notem a falta de escrúpulos do representante da escola de samba que admite a ilegalidade da idéia.

Ao ter conhecimento da matéria publicada no Jornal O Estado de São Paulo, noticiando que a agremiação denominada "Tom Maior" pretende levar ao Sambódromo de São Paulo uma jaguatirica e uma suçuarana (animais da fauna silvestre ameaçados de extinção), o deputado estadual Feliciano Filho enviou ofícios ao IBAMA de São Paulo e à Liga das Escolas de Samba de São Paulo para impedir que mais este abuso seja cometido contra os animais.
No ofício, Feliciano menciona a legislação vigente que protege os animais de tal exposição e salienta que o ambiente do Sambódromo é totalmente inadequado para a permanência de animais, por não reproduzir em nada o seu habitat natural, e ainda por submetê-los a um elevado nível de estresse por submetê-los a um som extremamente alto e à movimentação de milhares de pessoas, impedindo deste forma o seu decanso.
Feliciano aguardará o posicionamento dos órgãos, que será devidamente divulgado para à população.

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26 de out. de 2010

A incoerência do Ibama

O vídeo abaixo mostra uma matéria longa sobre o caso do papagaio cujos tutores pediram sua guarda na justiça. Esse é um caso interessante. Apesar de eu ser contra a domesticação de animais, eu acho que depois de muitos anos em uma casa o papagaio estará melhor nas mãos do casal que o abriga do que do Ibama.

Será que o fato de nascer em cativeiro elimina seu instinto por companhia da mesma espécie? 

Existe uma inconsistência filosófica no Ibama. O inspetor entrevistado disse que para o bem-estar do animal ele precisa conviver com outros de sua espécie, o que é certo. Mas ao mesmo tempo o órgão emite autorizações de posse de animais da mesma espécie quando eles são criados em cativeiro.

Ora, que diferença faz para o animal se ele nasceu em cativeiro ou na floresta? Será que o fato de nascer em cativeiro elimina seu instinto por companhia da mesma espécie? Claro que não. O que o Ibama precisa fazer é proibir de vez essa criação de animais destinada à venda. Enquanto persistir a idéia de que os animais podem ser convertidos em propriedade comercializáveis, haverá tráfico.

Não basta fazer apreensões – é necessário mudar o nosso olhar para os animais e vê-los como sujeitos autônomos.


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2 de out. de 2010

Ibama dá prazo de 5 dias para Bienal tirar urubus de instalação

Mais um exemplo de que protestar surte efeito:

O protesto de ambientalistas contra a exposição dos três urubus de cabeça amarela que fazem parte da obra Bandeira Branca, do artista plástico Nuno Ramos, na 29.ª Bienal de São Paulo, surtiu efeito. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de São Paulo notificou os responsáveis pela mostra e deu um prazo de cinco dias para que os animais sejam retirados e retornem para o Parque dos Falcões, em Sergipe, onde são criados por José Persílio Costa. (Ler mais +)

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8 de out. de 2009

As aves que a compaixão esqueceu

O destino dado aos 200 galos resgatados de uma rinha em Cariacica no Espírito Santo ilustra a nossa relação impiedosa e utilitarista com os animais. As aves, feitas agressivas pelos criminosos que as exploravam nessa atividade ilegal, serão doadas para ser ‘consumidas’, ou seja, mortas. Depois de sofrer nas rinhas, os animais sofrerão no matadouro. Não é a toa que vivemos em uma sociedade tão violenta.

Em conversa por telefone, o Ibama me disse que está apenas cumprindo a lei e que o caso de rinhas de galos é um dos poucos em que a organização lida com animais não silvestres, por isso eles não tem como fazer um trabalho de recuperação com as aves e devolvê-las ao seu habitat natural, já que eles não nativos do Brasil. O agente que me atendeu citou um caso recente no Ceará em que o Ibama anunciou que iria eutanaziar um grupo de galos resgatatos de rinhas mas foi proibido pelo Ministério Público que alegou que a lei previa que animais tido como comida devem ser doados para esse fim. Pelo visto, nenhuma faisca de misericórdia é direcionada ao galo (e outros animais ‘domésticos’) pelos labirintos da lei brasileira.

O Ibama pode estar amarrado pela lei e enfrentar um problema logístico nesses casos, mas poderia se esforçar mais para dar outro destino a esses animais. A criação de um centro de recuperação dessas aves, não necessariamente pelo Ibama, poderia servir como um projeto de educação anti-rinhas, já que esse é um problema social crônico. As multas são altíssimas - 100 mil reais nesse caso – e deveriam ser usadas em prol das vítimas. Todo animal é um animal silvestre, ele apenas foi retirado de seu contexto original e isso deve ser levado em consideração.

O Gallus gallus é um animal nativo do sudoeste asiático que começou a ser explorado domesticamente no Vietnam cerca de 10 mil anos atrás. A medida que o mundo foi sendo colonizado, a exploração desse animal se globalizou e hoje ele é o mais explorado de todos os animais, com cerca de 24 bilhões de indivíduos vivendo em condições absolutamente deploráveis. A rinha de galos é um sub-produto do consumo do Gallus gallus como comida. Portanto, a melhor forma de ajudar a acabar com esse ciclo de sofrimento é tornar-se vegano.




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17 de fev. de 2009

Peixe boi ganha chance de ter uma nova vida no Amazonas

Depois de ser pego em uma rede de pesca em Atalaia do Norte (AM), na divisa com o Peru, passar dois meses preso em um poço e ser entregue ao Ibama, um filhote de peixe-boi que perdeu a mãe ganhará um novo lar na reserva de Mamirauá, no Amazonas.

Esse peixe-boi teve um fim feliz, mas quantos outros animais tem sua vida interrompida pela ganância humana que insiste em arrancá-los de seu habitat natural com redes?

Fonte: http://www.jornalcorreiodenoticias.com.br/noticias.asp?noticia=14497


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