Mais uma celebridade faz referência ao filme Forks Over Knives em relação à sua transição para o veganismo. Ozzy Osborne foi uma delas.
Desta vez, é o cantor e compositor Jason Mraz, vencedor de um Emmy e famoso pela canção “I’m Yours”.
Ele escreveu em seu blog que sua nova dieta o faz sentir mais forte, em forma, mais saudável e produtivo. Ele recomendou o filme como uma trabalho que pode mudar sua vida.
Forks Over Knives examina como as doenças degenerativas modernas podem ser controladas ou até revertidas quando eliminamos comidas processadas e com ingredientes animais.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, tem dado apoio a escritores que escrevem livros sobre dietas saudáveis, entre eles The Blood Sugar Solution: The UltraHealthy Program for Losing Weight, Preventing Disease, and Feeling Great Now, de autoria do Dr. Mark Hyman, que será lançado em breve.
Clinton perdeu cerca de 12 quilos em menos de dois depois de adotar uma dieta vegana após uma cirurgia do coração e em preparação do casamento de sua filha Chelsea, que é vegetariana. Veganos compõem 1% da população dos Estados Unidos enquanto os vegetarianos (que comem ovos e laticínios) perfazem cerca de 3.2% do total.
Clinton veio a público com sua dieta a base de plantas em 2010 quando foi entrevistado por Wolf Blitzer da CNN. “Eu vivo de grãos, legumes, fruita. Eu bebo um suplemento de proteína toda manhã. Nada de laticínios. Mudou meu metabolismo completamente. Eu perdi 12 quilos e voltei a ter o peso que tinha na época de escola,” ele disse na época.
Não faça como Bill Clinton e espere ter problemas cardíacos para tornar-se vegano. Torne-se vegano agora, pelos animais, por sua saúde e pelo planeta, já que essa é a dieta com uma das menores pegadas de carbono.
Esta semana os americanos se preparam para comemorar o Dia de Ação de Graças, um feriado importante no calendário daquele país. Tradicionalmente come-se carne de peru nesta data, o que leva ao massacre de milhões de aves que são criadas em condições atrozes em fazendas fábricas, onde além de viverem confinadas ao extremo, são inseminadas artificialmente (o equivalente a abuso sexual no caso humano) e bombeadas com antibióticos.
E exatamente por causa dessas práticas cruéis que um novo estudo descobriu que bactérias resistentes a antibióticos, como a temida MRSA (Methicillin-resistant Staphylococcus aureus), está aparecendo em carne de animais de fazendas fábricas, inclusive em carne de peru.
Um estudo encontrou 27 mostras contaminadas de estafilococo entre 165 mostras de carne de boi galinha, porco e peru. Apenas dois casos, ambos carne de porco, eram MRSA, mas o estafilococo não-MRSA, que incluía sete mostras de peru contaminadas, era resistente ao antibiótico tetraciclina.
Um segundo estudo testou 694 mostras de carne moída, porco e peru. Esse encontrou MRSA em 17% da carne de porco e 17% das amostras de peru, além de outros tipos de bactérias resistentes a antibióticos em números ainda maiores.
O governo fecha os olhos para o problema para não desagradar o poderoso lobby ruralista. Enquanto isso a população dá graças por matar animais e se contaminar com bactérias potencialmente letais.
"Para o cirurgião americano Caldwell Esselstyn, 77, uma alimentação baseada em folhas, frutas, legumes e grãos integrais é o único jeito de evitar, deter e reverter doenças cardiovasculares."
Hoje me deparei com duas matérias sobre o vegetarianismo e saúde. E ambas com boas novas.
A primeira diz respeito a problemas de intestino. Vegetarianos tem três vezes menos chance de ter um problema chamado diverticulite do que carnistas.
A pesquisa foi feita em Oxford e analisou 47,033 pessoas, incluindo 15,454 vegetarianos.
Depois de ajustar fatores como cigarro, álcool e peso, foi concluído que os vegetarianos correm um risco menor de ter a doença comparado com os carnistas. Isso por causa da maior ingestão de fibra (cerca de 25 gramas por dia) do que aqueles que sofrem do problema (menos de 14 gramas).
Nutrição
Uma outra pesquisa desbanca o mito de que dietas vegetarianas são deficientes em certos nutrientes como vitamina B12, proteína e minerais.
Os pesquisadores olharam os dados de uma pesquisa com participantes de 19 anos ou mais e concluíram que o consumo médio por vegetarianos de fibra, vitaminas A, C e E, tiamina, riboflavina, folato, cálcio, magnésio e ferro eram mais alto do que o de não-vegetarianos.
O estudo foi conduzido pela Eastern Michigan University e publicado em The Journal of the American Dietetic Association. Isso mostra mais uma vez que uma dieta equilibrada a base de plantas, além de mais compassiva, é também ótima para a saúde.
Dados lançados pelo Center for a Livable Future, que trabalha para criar modelos sustentáveis de vida humana, revelam que 80 por cento dos antibióticos comercializados nos Estados Unidos são usados de forma não-terapêutica em animais explorados em fazendas.
Em 2009 a Union of Concerned Scientists (literalmente, União de Cientistas Preocupados) estimou que 25 milhões de quilos de antibióticos houvessem sido usados nos dois anos anteriores, ou 70 por cento de todos os antibióticos vendidos nos Estados Unidos.
Mas o número foi revisado pela CFL que concluiu que a cifra chega a 80 por cento. Uma medida que determina que a FDA, órgão governamental que controla comida e drogas naquele país, tornou pública na semana passada a quantidade de drogas antimicrobiais vendidas e distribuídas para uso em animais explorados como comida. O total para 2009 é 13.1 quilogramas.
Os antibióticos são rotineiramente dados a animais saudáveis em fazendas de forma não-terapêutica antes de eles ficarem doentes para compensar as condições imundas em que eles vivem e para promover crescimento. O problema é que com isso os animais que recebem pequenas doses de antibióticos regularmente são como bandejas de crescimento bacterial que podem resultar em variações de bactéria resistentes a antibióticos.
Como conseqüência, essas bactérias resistentes podem se espalhar para outros animais e para os humanos ao comer e manusear carne e produtos de leite, junto com frutas e vegetais, ou por serem expostos ao abastecimento de água que foi contaminada com esterco em forma de fertilizantes e escorrimentos.
A indústria de exploração de animais em fazendas está criando algo contra o qual a medicina não tem chance alguma e todos estamos suscetíveis a isso, comedores de carne ou não, em qualquer lugar do mundo em uma economia globalizada.
Um congresso de dois dias (06 e 07 de dezembro) que acontece no Dubai World Trade Center apresenta uma discussão sobre dietas vegetarianas em uma parte do mundo onde o tema ainda é uma realidade distante para muita gente.
Chamado Meveg Congress, o evento reúne pessoas da área de alimentação natural de países como Singapura, Rússia e Estados Unidos.
A idéia é convencer o público a abandonar a carne pela saúde e para ajudar o planeta. Na região dos emirados árabes, níveis de obesidade e diabetes são altos, além do fato desses países terem a pegada de carbono mais pesada do mundo. Cada pessoa nessa região requer o equivalente a 10.68 hectares de terra para viver.
“Por algum motivo, nós estamos no topo de todas as listas erradas”, disse Sandhya Prakash, a fundadora e diretora do Middle East Vegetarian Group (MeVeg) e representante local da União Vegetariana Internacional (IVU). “Chegou a hora de olharmos o que nós estamos colocando em nossos corpos.”
“Vegetarianismo é um dos vários aspectos da manutenção de um humano saudável”, disse o cardiologista BM Hedge, o editor de um jornal de ciência chamado The Journal of the Science of Healing Outcomes.
Um outro palestrante presente ao evento é Loh Yeow Nguan, diretor executivo e de campanhas da sociedade vegetariana de Singapura. Ele veio até Dubai para explicar os benefícios de uma dieta frutívora, que inclui principalmente fruta seca e fresca. Um ex-carnívoro, ele vem sobrevivendo de uma dieta principalmente frutívora desde 1987.
“Colesterol alto? Pressão alta? Ataques cardíacos? Esta noite, faça uma refeição vegetariana.” É o que diz um vídeo chamado ‘Consequences’ (Consequências), feito pela ONG de medicina ética PCRM, que também promove o veganismo. O comercial foi visto por quase um milhão de pessoas no YouTube, dias após ter sido lançado. Publicações como o Wall Street Journal, o Guardian, CNN e New York Times também escreveram sobre o vídeo.
"O vício do nosso país em Big Macs e outros tipos de fast food ricos em gordura está literalmente partindo nossos corações”, disse a diretora de nutrição da PCRM, Susan Levi. “O comercial lida com doenças cardíacas de frente ao educar milhões de pessoas sobre os perigos da fast food.”
A MacDonald’s serve uma lista longa de comidas ricas em gordura e colesterol e quase não oferece opões mais saudáveis. Mesmo aqueles itens de menu que parecem mais saudáveis, como as saladas, são geralmente ricos em calorias, gorduras e sódio, ela acrescentou.
O Big Mac contem 540 calorias e 29 gramas de gordura, mas ainda assim não é a opção menos saudável. Algumas outras opções conseguem ser ainda mais pesadas.
Estudos mostram que as pessoas que consomem fast food correm mais risco de obesidade, um fator chave de doença cardíaca. Consumo regular de comidas ricas em gordura e colesterol aumentam o risco da doença. Estudos mostram que mesmo uma única refeição gordurosa pode aumentar a pressão sanguínea, endurecer as artérias principais e acelerar o coração.
O comercial da PCRM irá ao ar em cidades de alto consumo de fast food com altas taxas de problemas cardíacos.
No filme Forks Over Knives (literalmente, Garfos Ao Invés de Facas), o Dr. T. Colin Campbell (uma referência da nutrição vegana) e Dr. Caldwell Esselstyn, analisam o afirmação que a maioria das doenças degenerativas podem ser controladas ou até mesmo revertidas se adotarmos uma dieta a base de plantas integrais.
O filme conta com a participação de vários especialistas conhecidos e nomes prominentes do universo vegano como o lutador Mac Zandig. A estréia de Forks over Knives está prevista para o verão de 2010 (junho-setembro).
Mimi Kirk, 71 anos, a vegetariana mais sexy nos Estados Unidos categoria ‘acima de 50’, continua a atrair a atenção da imprensa e aproveitar a oportunidade para advogar pelos animais. Nessa entrevista exibida ontem, Mimi diz que a razão principal de seu veganismo é o bem estar dos animais.
Talvez você teve a sorte de ainda não ter visto um outdoor da McDonald’s sobre sua campanha McDia Feliz, pela qual a empresa diz apoiar crianças e adolescentes com câncer. Porque é de fazer o sangue ferver.
Como pode uma empresa que vende uma dieta saturada de açúcares, gordura e restos de animais cruelmente assassinados, elementos que comprovadamente aumentam a possibilidade de alguns tipos de câncer, usar o assunto para limpar sua imagem corporativa? Seria uma admissão de culpa?
O grupo Veddas estará fazendo um protesto pacífico em São Paulo no dia 29 (sábado, data da campanha) em frente a uma das lojas da rede. O objetivo do protesto é “expor a hipocrisia do discurso dessa empresa que alega ajudar crianças com câncer enquanto comercializam um produto que, além de ser produzido à custa da exploração e sofrimento animal, é apontado como fator causador da mesma doença que eles dizem estar combatendo com as vendas obtidas nesse dia. É importante ressaltar que esse é o dia em que a rede de lanchonetes tem o seu maior faturamento anual e ganha atenção da mídia, que a descreve como uma empresa ética e consciente de sua responsabilidade social.”
Segundo a Veddas, seu modo operandis é sempre pacifíco e caso a polícia seja acionada, sua política é de cooperação. Quem quiser se juntar a esse protesto, entre com contato pelo email veddas@veddas.org.br até quinta-feira 27, informando nome, e-mail e telefone. Para assistir o protesto de 2008 clique aqui.
Lembre-se: A melhor forma de combater cancer é adotar um dieta a base de plantas. Uma dieta vegana é adequada para qualquer fase da vida, segundo o parecer oficial da American Dietetic Society.
Eu tenho resistido o ímpeto de escrever sobre a grande estória da semana passada que diz respeito à carne e mortalidade. O estudo argumentava contra o consumo alto de carne e atraiu muita imprensa. Ele reforçou a idéia de que carne vermelha faz mal, então isso seria uma coisa boa para aqueles que promovem uma dieta a base de plantas.
Como todos os estudos epidemiológicos, ele tem sua porção de fraquezas, mas o grande número de sujeitos estudados ajudar a contrapor alguns desses fatores. Além do mais, esses resultados são apoiados em parte por outras pesquisas sobre os perigos associados com o consumo de carne vermelha.
Mas o estudo também concluiu que comer mais carne branca, como galinha, estava associado a um risco de mortalidade menor. A mensagem a ser levada para casa, segundo muitos dos artigos que eu li era, “Comer menos carne vermelha e mais galinha e peixe”.
É a mesma mensagem que nós temos ouvido há décadas, desde que as pessoas começaram a falar de colesterol e doenças cardíacas. E é uma mensagem que gruda. A maioria das pessoas ligadas na sua saúde não comem menos carne; elas comem carne diferente. E mesmo entre aqueles que reduziram o consumo de carne por razões de saúde, a maioria não a eliminou completamente.
O mesmo acontece com os laticínios. Leite gordo pode ser tabu em muitos cardápios, mas ele simplesmente foi substituido por iogurte sem gordura.
Nós temos pilhas de dados confiáveis sobre os benefícios de comer mais plantas integrais e uma dieta principalmente a base de plantas. O que nós não temos (ainda) são estudos que mostram que os veganos tem uma saúde significantemente melhor do que aqueles que comem uma dieta predominantemente de plantas mas que ainda incluem pequenas quantidades de produtos animais em suas dietas.
Essa é uma das razões pelas quais eu nunca fui uma grande fã do argumento saúde em favor de uma dieta vegana. Se nós formos nos apoiar em dados científicos inteligentes e responsáveis – como todos os bons professionais da saúde veganos deveriam – então o argumento pode não ser totalmente convincente.
A melhor defesa é baseada em argumentos que são baseados em fatos sólidos – aqueles que focam no sofrimento dos animais de criação. Quando se trata de saúde, eu não tenho certeza que alguns pedaços de galinhas me fariam mal. Mas eu sei sem sombra de dúvida que aqueles mesmos pedaços contribuiriam para o sofrimento animal.
A notícia quente da semana é que o consumo de carne está ligado à vários tipo de câncer e problemas cardíacos. A ´revelação foi feita pela revista da Associação Médica Americana, Jama. A UOL escreveu:
Em dez anos de acompanhamento, morreram 47.976 homens e 23.276 mulheres. Para os pesquisadores, 11% das mortes em homens e 16% das mortes em mulheres poderiam ser adiadas se houvesse redução do consumo de carne vermelha para 9 g do produto a cada 1.000 calorias ingeridas -o grupo que mais ingeriu carne vermelha (68 g a cada 1.000 calorias) foi o que apresentou maior incidência de morte. No caso das doenças cardiovasculares, a diminuição dos riscos chegaria a 21% nas mulheres se houvesse redução. "A carne processada tem mais sal e gordura saturada, o que aumenta chances de doenças cardiovasculares", diz Daniel Magnoni, nutrólogo e cardiologista do Hospital do Coração.
Obviamente isso não é novidade mas estudos desse tipo ajudam a consolidar uma verdade que quem vive de uma dieta a base de plantas já sabe: que matar para comer pode causar a morte.
Uma notícia divulgada pela agência Ansa sobre a relação do vegetarianismo com sexo me chamou a atenção. O título da matéria diz, com certo alarme, que vegetarianismo “pode ter efeito negativo” no sexo. Mas ao ler a matéria, baseada em declarações que o médico italiano Nicola Mondaini fez durante a apresentação da Semana da Andrologia Preventiva, que acontece de 23 a 28 de março em Milão, a estória é outra.
Mondaini disse que "ser vegetariano não significa ter necessariamente boa saúde, tudo depende daquilo que se come". Isso nos já sabíamos: uma pessoa que vive, por exemplo, de batata frita não vai gozar de boa saúde, obviamente. O médico aconselha contra o excesso de frituras, o que também é um axioma culinário. Há uma menção de zinco também, que é um mineral importante para cicatrização, mas que pode ser obtido facilmente de sementes, principalmente semente de abóbora.
Então por que a manchete sobre sexo? No último parágrafo Mondaini sugere a tal dieta mediterrânea como a melhor porque “determina efeitos positivos também na esfera sexual, com um aumento da testosterona, controle do colesterol e um aumento da atividade antioxidante”. Não é dada explicação porque esse é o caso, nem de que consiste essa dieta e nem porque isso tem qualquer coisa que ver com vegetarianismo.
Isso é um tipo de jornalismo muito preguiçoso e manipulativo, que usa do medo da impotência sexual para chamar atenção. Será que essa agência tem algum problema com o vegetarianismo? Ou será que eles não tinham nada para escrever e resolverem criar algo ‘impactante’? Na verdade é uma matéria sobre nada mas que pode causar dano.
(Via Anda): Um estudo publicado na edição de fevereiro do Journal of the American Dietetic Association, feito com 99 pessoas com diabetes tipo 2 que seguiram uma dieta vegana e uma dieta convencional para diabéticos durante 18 meses, concluiu que a dieta vegana diminuiu dramaticamente o colesterol e gordura saturada e aumentou o consumo de fibra em comparação com a dieta convencional.
Os participantes que seguiram a dieta vegana perderam peso, diminuiram níveis de açúcar e colesterol LDL no sangue e tiveram a necessidade de medicação reduzida. Além do mais, os veganos conseguiram melhorar o controle de açúcar no sangue, o que foi indicado pelos testes que medem hemoglobina A1c.
A dieta convencional de diabete, baseada nas recomendações da American Diabetes Society, controlou calorias, carboidratos e gordura mono-insaturadas (azeite de oliva, óleo de canola, abacate) de acordo com a necessidade de cada participante de perder peso. A dieta era também baixa em gordura animal saturada e colesterol.
A dieta vegana evitou produtos animais e comidas gordurosas e deu preferência a tipos de comida baixas em índice glicêmico tais como batata doce, legumes e vegetais verdes. Não houve restrições no consumo de calorias e carboidratos ou em tamanho de porção de comida. Na verdade, os que seguiram a dieta vegana consumiram mais calorias – 75 por cento – de comidas ricas em carboidrato do que aqueles na dieta convencional da diabetes.
Cada grupo encontrou com um nutricionista registrado para criar um plano de refeições e então frequentou encontros semanais de nutrição e culinária durante 22 semanas. Houve também a opção de sessões de nutrição quinzenais para quem quisesse participar.
Esse vídeos abaixo mostram uma entrevista com o treinador físico inglês Anthony Aurelius, que é vegano e tem umas idéias muito interessantes sobre o assunto. A legenda em português aparece na coluna direita, a segunda de cima para baixo.
Esse vídeo, produzido por Non Violence United, faz uma excursão sobre os temas éticos, ambientais e de saúde relacionados ao veganismo. Em espanhol, mas com um esforço pequeno da orelha, dá para entender.
Dando um exemplo de administração pública responsável, o secretário de saúde da cidade de Chicago, Estados Unidos, Terry Mason, pediu a população local durante um programa de radio que ponha um fim à seus hábitos carnívoros. A cidade é conhecida por seus pratos à base de carne e foi o berço do sistema industrializado de matadouros no princípio do século XX que serviu de modelo para os campos de concentração nazistas, segundo o autor do livro The Eternal Treblinka, Charles Patterson. Os principais afetados por essa dieta insalubre em Chicago sãos os afro-descendentes que apresentam uma incidência maior de diabete e problemas cardíacos.
“Durante todo o mês, eu não vou comer carne”, Mason disse aos ouvintes do programa de rádio, Doctor In The House. “Se anda, corre, pula, voa, nada ou rasteja, eu não vou comer. Se tem olhos, eu não vou comer. Eu vou focar em uma dieta saudável e deliciosa de frutas e verduras frescas. E eu quero que vocês façam o mesmo.”
Apesar de ter mencionado apenas um mês, Mason disse que pretende fazer do vegetarianismo sua dieta permanente.