16 de out. de 2024
Ecocídio no Pantanal e Cerrado
7 de set. de 2024
O impacto do fogo nos animais do Pantanal
"Foi uma das cenas mais difíceis e cruéis que presenciei na vida, arrasando não só meu coração como de toda a equipe", descreveu o biólogo e guia Marcos Ávila.
6 de set. de 2024
Brasil pode perder o Pantanal até o final do século, alerta Marina Silva
A ministra afirmou, durante a audiência, que caso as queimadas e o período de estiagem prolongado persistam e os efeitos do aquecimento global não sejam revertidos, o Brasil corre o risco de perder o Pantanal até o final do século. “Segundo pesquisadores, se continuar o mesmo fenômeno em relação ao Pantanal, o diagnóstico é de que poderemos perder o Pantanal até o final do século. Isso tem um nome: baixa precipitação, alto processo de evapotranspiração, não conseguindo alcançar a cota de cheia, nem dos rios nem da planície alagada”, explicou Marina.
“E, portanto, a cada ano se vai perdendo cobertura vegetal. Seja em função de desmatamento ou de queimadas. Você prejudica toda a bacia e, assim, segundo eles (pesquisadores), até o final do século nós poderemos perder a maior planície alagada do planeta”, completou ela.
Marina apontou que os esforços do governo federal para conter os incêndios em biomas ocorrem desde janeiro de 2023, primeiro ano do terceiro mandato do presidente Lula. Segundo ela, as ações tomadas pelo governo evitaram um cenário “totalmente incontrolável”. “Eu diria que o esforço que está sendo feito nesse momento é de tentar ‘empatar o jogo’, com essas condições totalmente desfavoráveis”.
Segundo a ministra, apenas dois estados da federação (Sergipe e Alagoas) não enfrentaram escassez hídrica severa, enquanto nove estão em situação crítica. Conforme os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), agosto deste ano registrou 68,3 mil focos de queimadas, o que representa um aumento de 144% em relação ao mesmo mês de 2023.
Marina destacou que, além das mudanças climáticas, a gestão inadequada do fogo contribui para as queimadas e incêndios florestais. Ela mencionou Corumbá (MS), no Pantanal sul-mato-grossense, onde o desmatamento é responsável por cerca de 50% das queimadas no estado.
Ela negou que o ministério esteja sofrendo cortes orçamentários que comprometam o combate aos incêndios e sublinhou a necessidade de políticas públicas baseadas em evidências e de colaboração com o setor privado. Marina também afirmou que, sem a redução do desmatamento promovida pelo governo atual no ano passado e em 2024, a situação seria “incomparavelmente pior”. Ela destacou os avanços do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm) e no Cerrado (PPCerrado), que incluem a previsão de aumento para 3 mil brigadistas e o recente lançamento do Plano de Transformação Ecológica.
A ministra observou que o país vive um “novo normal” que exigirá do poder público respostas adaptativas às mudanças climáticas. Ela também solicitou ao Congresso a criação de um marco regulatório de emergência climática, considerando que 1.942 municípios estão em risco climático extremo.
Marina informou que o perfil dos incêndios na região da Amazônia está mudando, com a floresta perdendo umidade e tornando-se mais suscetível a incêndios naturais. Atualmente, 27% das áreas queimadas na Amazônia estão em regiões de atividade agropecuária e 41% em áreas de vegetação não florestal. Além disso, 32% das queimadas ocorrem em áreas de vegetação florestal, um aumento significativo em relação a períodos anteriores. Cerca de 85% dos incêndios ocorrem em propriedades privadas e 15% em terras indígenas ou unidades de conservação estadual e federal.
Ela concluiu afirmando que a mudança climática está afetando gravemente a floresta, com incêndios provocados tanto por atividades humanas quanto por eventos naturais, e que, de acordo com os meteorologistas, a maioria dos incêndios atuais não é causada por raios ou relâmpagos.
Fonte: Congresso em Foco
27 de ago. de 2024
Queimadas no Brasil
As queimadas que assolam São Paulo, Pantanal e a Amazônia são ações criminosas que ficam exacerbadas com o aquecimento global, já que o ar seco facilita que o fogo se espalhe. Mas obviamente existem pessoas interessadas no fogo porque é uma forma de grilar terra. É simples assim e se morrerem bilhões de animais nas florestas para esses agentes do apocalipse, está tudo bem. O governo precisa fazer mais, muito mais. O Ibama está operando com um quadro ridiculamente baixo, quando deveria ser a organização melhor equipada de pessoal do Brasil. Vamos pressionar o governo a fazer mais pelo meio ambiente.
Assistam esse vídeo e entendam melhor a ameaça fascista que o Brasil vive sem trégua. Falta aplicação da lei! Essa gente toca o terror para desestabilizar o país, literalmente colocando fogo no país, como fizeram no dia 8 de janeiro. A extrema-direita é uma ameaça ao planeta.
1 de out. de 2020
Tetê Espíndola e outros músicos se unem pelo Pantanal
Essa música foi escrita 30 anos atrás mas não poderia ser mais tão tragicamente profética.
21 de mai. de 2011
WWF apóia iniciativa de carne orgânica no Pantanal
| Logo do grupo do Facebook que protesta contra a WWF |