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20 de jan. de 2025

Procura-se assassina de onça


O IBAMA está à procura desta mulher, responsável por um ato cruel e inaceitável: ela assassinou uma onça e ainda incitou seus cães a atacarem o animal. 🐾🆘

Se você tiver qualquer informação que ajude a identificar essa criminosa, denuncie imediatamente pelo Disque Denúncia do IBAMA: 0800 61 8080. A denúncia é anônima e pode fazer a diferença para que a justiça seja feita.

A natureza precisa da sua voz! 🌳🐆

#ProtejaOsAnimais #JustiçaParaAOnça #ContraOMausTratos #IBAMA

 


20 de ago. de 2018

Assassinos de onça multados em R$743,5 mil

Reprodução

A liberação da caça do javali vai atrair muitos psicopatas interessados em caçar outros animais silvestres. Violência nunca foi a solução para nenhum problema. O mamífero que realmente desequilibra o meio ambiente é o ser humano. (Ler mais +)

25 de jul. de 2017

Retrocesso: o retorno da caça


O Brasil não para de dar passos a trás e agora um deputado chamado Valdir Collato, do PMDB de Santa Catarina, pretende liberar a caça de animais silvestres, criar fazendas de caça, extinguir a lista de animais em extinção e, como se não bastasse, liberar as rinhas no Brasil. É uma visão de pessoas que trabalham a serviço de grupos de interesse com um visão psicopática do mundo.


13 de jul. de 2014

Modelo caçadora perde contrato com L'Oreal


Axelle Despiegelaere, de 17 anos, chamou a atenção na mídia após ter sido fotografada em um estádio no Brasil torcendo pelo time de seu país contra a Rússia, e sua imagem espalhou-se pela internet. A modelo tinha acabado de assinar um contrato para trabalhar com a L’Oreal, mas o sucesso de Axelle foi curto, devido ao aparecimento de uma foto dela posando com um rifle ao lado de um animal morto, na África. As informações são do Daily Mail UK e Uol Esporte.

8 de ago. de 2013

Caçadores ficam mais ousados no Brasil


Esse episódio terrível demonstra que esses criminosos não respeitam nenhum tipo de vida. As autoridades precisam agir com muito rigor nestes casos.

Artigo publicado no website da Apremavi, uma organização ambientalista em atividade desde 1987.

“O que acontece, quando no meio da mata, por detrás dos arbustos, não é um bicho que aparece, mas sim um caçador camuflado e armado, que vem em sua direção com um rifle com mira telescópica apontado diretamente pra você? Pode acontecer um tiro de raspão na mão, por conta do reflexo de defesa da pessoa, mas pode acontecer o pior, que é o que via de regra acaba acontecendo, quando o alvo é um animal”.

Wigold B. Schaffer e Miriam Prochnow, Conselheiros da Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida (Apremavi), formam vítimas de agressão e ficaram reféns sob a mira de arma de fogo e ameaça de morte por mais de 30 minutos, neste domingo, 4 de agosto de 2013, quando faziam um passeio pela mata de sua propriedade em Atalanta, SC. Saíram de sua casa por volta das 10h em companhia da filha Gabriela para dar uma caminhada no meio da mata e fazer fotos da flora e da fauna. Em torno de 10h30min foram atacados por um caçador.

Wigold conta que o homem surgiu de repente, com vestimenta camuflada da cabeça aos pés, empunhando uma arma de fogo dessas que utilizam um “pente” de munição e mira telescópica.

“Ao perceber algo se movimentando atrás de uns palmiteiros jovens inicialmente pensei tratar-se de algum animal e comecei a fotografar, segundos depois surge o caçador vindo em minha direção com o dedo no gatilho e a arma apontada diretamente para mim”, relata Wigold. Por instinto de fotógrafo, Wigold continuou fotografando a aproximação do agressor e gritou por socorro, já que Miriam e Gabriela vinham a uns 50 metros atrás. “O agressor não parou, veio direto em minha direção com a arma apontada, até quase encostar o cano em meu rosto, aí ele tentou arrancar a câmera fotográfica de minhas mãos, nesse momento, num gesto de desespero e reflexo segurei o cano da arma e o desviei do meu corpo, foi quando ele puxou o gatilho e atirou, o tiro passou muito perto do meu peito,” revela Wigold.

Após o disparo, Wigold conta que continuou segurando o cano da arma com as duas mãos enquanto o caçador tentava novamente virar o cano e apontar em sua direção, como não obteve êxito passou a agredir violentamente a vítima com chutes, coronhadas e até com a própria máquina fotográfica, que se partiu quando o agressor a bateu na cabeça da vítima.

As agressões foram interrompidas alguns minutos mais tarde com a chegada de Miriam, que estava um pouco atrás. “Ao ouvir o grito de socorro do Wigold e em seguida o disparo da arma, imediatamente pedi que a minha filha Gabriela corresse até em casa e chamasse a polícia, relatou Miriam. Ela também relata que ao chegar perto do local viu o Wigold deitado no chão e o homem batendo nele com a coronha da arma: “Enquanto me aproximava fui tirando fotos para registrar a agressão e ao mesmo tempo reconheci o agressor e o chamei pelo nome”. Ao perceber a aproximação da Miriam e ver que ela também estava registrando o que acontecia, o agressor parou de espancar o Wigold e passou agredir a Miriam na tentativa de também lhe tirar a câmera fotográfica.

Os dois ambientalistas ficaram ainda por mais de 20 minutos sob a mira da arma do caçador, que queria lhes tirar as câmeras fotográficas. A situação só parou quando Miriam anunciou que a polícia já deveria estar chegando, pois a Gabriela saíra em busca de socorro logo após o disparo. Pouco depois, o homem se afastou caminhando de costas, sempre com a arma apontada em direção ao casal, até se embrenhar na mata.

Os ambientalistas Wigold e Miriam, nascidos na região do Alto Vale do Itajaí, tem destacada atuação em defesa da Mata Atlântica. O casal voltou para Atalanta depois de 14 anos trabalhando em Brasília. Wigold trabalhou por mais de 13 anos no Ministério do Meio Ambiente e Miriam fortaleceu a atuação da Apremavi em colegiados de âmbito nacional, como a Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), onde foi Coordenadora Geral. Hoje é Secretária Executiva do Diálogo Florestal Brasileiro e conselheira do Diálogo Florestal Internacional. Os dois são fundadores da Apremavi, que completou 26 anos este ano.

A situação vivida pelos ambientalistas evidencia para uma preocupante realidade no Alto Vale do Itajaí e outras regiões de Santa Catarina: a prática da caça. Apesar de ser proibida no Brasil, a caça continua sendo realizada, inclusive por jovens, com equipamentos cada vez mais sofisticados, como demonstra o episódio do último domingo.

As vítimas já denunciaram as agressões junto às Polícias Civil, Militar e Ambiental, bem como ao Ministério Público Estadual e Federal. Nos próximos dias, a Apremavi, juntamente com outras instituições de Santa Catarina e do Brasil, estará deflagrando uma ampla campanha junto aos órgãos públicos para que estes realizem operações de fiscalização da caça, soltura de animais aprisionados e apreensão de armas na região.

14 de out. de 2012

Caçador usa instinto materno de loba para atraí-la e matá-la

Stanley Castagno usou um gravação de choro falso de filhotes para atrair uma loba que vivia em uma área protegida no estado de Wyoming, nos Estados Unidos. Impulsionada por seu instinto materno para resgatar um filhote, a loba foi então morta a tiros por Castagno.

A loba vivia na área de proteção de Yellowstone. Castagno é um guia registrado junto ao Wyoming Outfitters.
Uma campanha foi montada para denunciá-lo por seu truque baixo. O telefone da organização é 001 – 800-264-0981.

A agência de proteção da vida selvagem de Wyoming também pode ser contactada, já que este é uma caso claro de caça ilegal: 001 – 307-733-2321. O administrador da agência, Eric Kescler pode ser contactado pelo número 307-777-4594.

Se quiser escrever diretamente para Stanley sobre o que você pensa de seu gesto ignóbil, acesse sua página pessoal e profissional no Facebook.

Com informações do Blue Feather Spirit.