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24 de jul. de 2018

Pet shops paulistas agora tem que divulgar adoção

Publicada no Diário Oficial do Estado de SP no dia 13, a lei 16.794 "obriga pet shops, clínicas veterinárias e estabelecimentos do ramo a colocar cartaz que facilite e incentive a adoção de animais e dá outras providências." (Ler mais +)

22 de jan. de 2015

Lei fica mais rígica para expor animais em vitrines de pet shops

Será isso um avanço? O certo seria proibir esse comércio nefasto. Os famigerados donos de pet shops que vendem animais vão colocar esses animais aonde caso não consigam se adequar? (Ler mais +)

13 de jul. de 2013

San Diego: pet shops não podem mais vender animais

Foto: Divulgação
San Diego em breve se tornará a 32ª cidade americana a proibir a venda de animais em pet shops, incluindo cães, gatos e coelhos. A câmara de vereadores da cidade aprovou a nova regulamentação com um voto unânime. Recentemente Los Angeles e Chula, também na Califórnia, proibiram a venda de animais em pet shops.

Gary Weitzman, presidente da San Diego Humane Society, disse ao UT San Diego que o objetivo da lei é coibir o transporte de animais de instalações comerciais e incentivar a adoção de animais indigentes de abrigos locais e organizações de resgate.

A regulamentação diz que nenhum pet shop pode exibir, vender, entregar, pôr a venda, leiloar, dar, transferir e se desfazer de animais de companhia na cidade. Pet shops já em atividade têm seis meses para por fim a tais atividades. Essas lojas poderiam ainda oferecer a adoção de cães, gatos e coelhos em parceria com um abrigo ou grupo de resgate.

Quem desrespeitar a lei receberá uma multa de $250 (R$500) para a primeira ofensa, $500 (R$1.000) para a segunda e $1.000 (R$2.000) para a terceira e daí em diante. A lei prevê exceções para pessoas que criam animais em suas casas e abrigos operados publicamente e organizações de resgate sem fins lucrativos.

25 de abr. de 2013

Notícias boas para os animais

Eu vou começar o dia com duas boas notícias. A primeira delas é que a ANDA venceu uma batalha judicial em relação a um processo por dano moral movido contra a agência de notícias por um agente público. Felizmente, graças ao talento da advogada animalista Bianca Turano, os três juízes da 4ª Turma Recursal do Rio de Janeiro consideraram o processo improcedente. Foi um alívio para todos ter essa pedra removida do caminho.

A segunda notícia boa é que o projeto proibindo a venda de animais em pet shops em Salvador foi aprovado, restando apenas a sanção do prefeito da cidade. A restrição tem como objetivo, além de incentivar a adoção de animais, proibir a comercialização de bichos de estimação por empresas. Infelizmente canis ainda terão permissão, mas já é um grande passo.

A proposta é do vereador Marcell Moraes (PV). “Agora é Lei! Acaba de ser aprovado o meu projeto de lei que proíbe a venda de animais em Pet Shop. Animal não é mercadoria e merece ser respeitado. Tenham certeza que essa é a primeira conquista de muitas que virão da causa animal”, ele disse me seu Facebook.

20 de out. de 2012

Pet shop é despejado após agressão a cães

Eu pessoalmente nunca gostei e nem levo Dylan a pet shops, mais uma forma de capitalismo decadente ...

Um dia após a divulgação das imagens de cães sendo maltratados em um pet shop de Engenho de Dentro, na zona norte do Rio, o estabelecimento amanheceu fechado nesta sexta-feira. A prefeitura cancelou provisoriamente o alvará de funcionamento da loja e o dono do prédio cancelou o contrato de aluguel. Uma placa anuncia que o imóvel está disponível para ser alugado. Vizinhos contaram que clientes tentaram invadir e pichar a loja durante a madrugada. Uma viatura da PM permaneceu nas imediações durante toda a manhã. (Pet shop é despejado após agressão a cães)

2 de mai. de 2012

Boicote pet shops que vendem animais



Se você passar em frente a uma pet shop que vende animais, entre e diga a eles que eles estão contribuindo para a crueldade contra animais e o aumento da indigência animal. Boicote pet shops que vendem animais.

18 de mai. de 2010

Animal Planet investiga loja de pets nos Estados Unidos

Ontem a noite nos Estados Unidos o canal de TV Animal Planet da Discovery mostrou um documentário denunciando a venda de animais em uma mega petshop americana chamada Petland. Não consegui achar nada no YouTube mas a investigação foi feita com a Humane Society e tem como objetivo denunciar para abolir a indústria de ‘pets’. Ninguém tem direito a comprar uma vida, a obrigar animais a se reproduzir para lucrar com isso. Isso é criminoso, é hediondo, e deve ser abolido. Quem quer ter um animal em casa, deve adotar um animal que precisa de ajuda.

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9 de mar. de 2010

ONG Australiana denuncia criadores de cães

A organização de direitos animais Animal Liberation Victoria, que atua na Austrália, conseguiu chamar a atenção da mídia para as condições aberrantes em que cães são criados pela família Paxton em Beremboke para depois serem vendidos em pet shops. O resultado é que, com exceção de cinco cães, todos foram removidos do local, graças a uma ordem emitida pelo tribunal civil e administrativo de Victoria.

Segundo um artigo no jornal Geelong Advertiser, os animais foram encontrados acorrentados sem acesso a abrigo e comida, cobertos em fezes e alguns mortos. Nesses casos, seus corpos apodreciam no lugar onde haviam morrido. A publicação se juntou a campanha e pediu o fechamento desse campo de concentração de cães . O parlamentar John Brumby adicionou sua voz à campanha.

Comentário: esse episódio ilustra mais uma vez que nossos governos fecham os olhos para a ética ao permitir que esses ‘exploradores da vida’ continuem atuando. Em um mundo com uma superpopulação de animais ditos domésticos, é escandaloso que se permita a reprodução artificial de animais que inevitavelmente irão se juntar aos exércitos de animais abandonados nas ruas.

Fonte: ALF


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2 de mar. de 2010

Ativistas fazem manifestação contra venda de animais em pet shops

(Via Anda): Uma manifestação feita no Rio de Janeiro na tarde de sábado, 27 de fevereiro, intitulada “Operação Pássaro Cativo” (em homenagem ao lindo poema de Olavo Bilac), faz parte da campanha nacional “Pet Shop Legal NÃO Vende Animal”.

Os ativistas estiveram em frente a um Pet Shop especializado em aves. No video é possivel ver bem a quatidade de gaiolas no interior da loja.

Com muita alegria e música, eles fizeram um apelo a todas as pessoas que passavam: “Boicote estabelecimentos que comercializem animais!”




O Pássaro Cativo

Armas, num galho de árvore, o alçapão;
E, em breve, uma avezinha descuidada,
Batendo as asas cai na escravidão.

Dás-lhe então, por esplêndida morada,
A gaiola dourada;
Dás-lhe alpiste, e água fresca, e ovos, e tudo:
Porque é que, tendo tudo, há de ficar
O passarinho mudo,
Arrepiado e triste, sem cantar?

É que, crença, os pássaros não falam.
Só gorjeando a sua dor exalam,
Sem que os homens os possam entender;
Se os pássaros falassem,
Talvez os teus ouvidos escutassem
Este cativo pássaro dizer:

“Não quero o teu alpiste!
Gosto mais do alimento que procuro
Na mata livre em que a voar me viste;
Tenho água fresca num recanto escuro
Da selva em que nasci;
Da mata entre os verdores,
Tenho frutos e flores,
Sem precisar de ti!
Não quero a tua esplêndida gaiola!
Pois nenhuma riqueza me consola
De haver perdido aquilo que perdi ...
Prefiro o ninho humilde, construído
De folhas secas, plácido, e escondido
Entre os galhos das árvores amigas ...
Solta-me ao vento e ao sol!
Com que direito à escravidão me obrigas?
Quero saudar as pompas do arrebol!
Quero, ao cair da tarde,
Entoar minhas tristíssimas cantigas!
Por que me prendes? Solta-me covarde!
Deus me deu por gaiola a imensidade:
Não me roubes a minha liberdade ...
Quero voar! voar! ... “

Estas cousas o pássaro diria,
Se pudesse falar.
E a tua alma, criança, tremeria,
Vendo tanta aflição:
E a tua mão tremendo, lhe abriria
A porta da prisão...

Olavo Bilac

Do livro: Poesias Infantis, Ed. Francisco Alves, 1929, RJ




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11 de fev. de 2010

Pet shops do bem

Há seis anos Carlos Barreto deixou o mercado financeiro e montou o pet shop Mercearia do Animal no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Nesse meio tempo – muitas vezes atendendo ao apelo de crianças que pediam um mascote aos pais – vendeu em média 12 filhotes por mês. Desde janeiro de 2009, no entanto, Barreto decidiu dar uma reviravolta: parou de vender bichos e passou a promover uma ferinha de adoções de animais carentes. E percebeu que o negócio valia à pena.





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3 de fev. de 2010

West Hollywood está prestes a proibir a venda de animais em pet shops

Esta semana, West Hollywood pode se tornar a primeira cidade nos Estados Unidos a proibir a venda de cães e gatos em pet shops. Isso seria um importante passo para o fim das chamadas fábricas de filhotes, onde o confinamento constante e a falta de cuidados veterinários adequados muitas vezes levam os animais a ficarem doentes e tornam a socialização difícil.






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2 de jan. de 2010

CCZ fecha pet shop por maus tratos e apreende 90 cães

"O pet shop Conexão Animal, localizado na Vila Ieda em Campo Grande, foi fechado na manhã desta quarta-feira pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). No local, policiais da Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista) apreenderam 90 cães, que eram mantidos em péssimas condições sanitárias, sendo vítimas até mesmo de maus tratos."





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11 de jan. de 2009

Exploração na vitrine

Em meio a vitrines de roupas, calçados, eletrodomésticos, muitas vezes salta a vista em meio ao caleidoscópio capitalista um tableaux bizarro e triste: vitrines de pet shops com animais vivos a venda. Recentemente, o assunto de animais vendidos em pet shops, sendo os cães as principais vítimas dessa indústria sinistra, têm ganhado notoriedade, a medida que a verdade suja sobre a criação de animais tem vindo a tona. Nos Estados Unidos a Humane Society tem uma campanha permanente sobre o tema e até mesmo a mega apresentadora de TV Oprah Winfrey dedicou ao assunto um episódio do seu show com 40 milhões de espectadores.

Criadores de cães em inglês são chamados ‘puppy mills’, literalmente, fábricas de filhotes, porque é isso o que esses lugares são. Em um mundo com uma população excessiva de cães, é realmente um mistério porque isso é permitido pelas administrações públicas que no final tem que fazer o trabalho de recolhimento do excesso que a criação artificial necessariamente causa. Esses criadores são as origens de uma grande parte dos animais cujo destino trágico os leva ao CCZ (Centro de Controle de Zoonose). Eles se aproveitam de um fetiche estético que infelizmente muita gente tem e que se transposto para o âmbito humano seria o equivalente da idéia de uma raça pura que os nazistas propagaram na Alemanha durante a Segunda Guerra. Quem ‘compra’ um cão em pet shop geralmente têm uma obsessão com um tipo, uma cor etc, como se o valor de uma vida residisse na forma externa pela qual ela se manifesta.

A verdade é que, o que importa a raça de um cão? Aqueles que defendem criação de cães às vezes dizem que sem ela algumas raças se extinguiriam. A posição do movimento dos direitos animais é: que assim o seja então. A maioria das raças ditas puras foram criadas artificialmente pelos humanos. A idéia não é defender perpetuação de raças, mas sim a integridade de indivíduos. O cachorro preso em uma gaiola não se importa se sua raça continua a existir ou não. O único que se importa com isso é o explorador que lucra com esse fetiche.

Por que o comércio de animais domésticos é permitido ao passo que o de animais silvestres é proibido? Porque as políticas preservacionistas em geral não vêem animais como ‘pessoas’, como indivíduos, mas sim meros ‘representantes’ de uma espécie, de preferência uma espécie ameaçada. Essa é uma visão utilitarista: preservam essa espécie porque ela é útil para um determinado ecossistema ou talvez porque ela seja ‘icônica’ . Essas instituições em geral tem um visão hierárquica dos não-humanos e alguns são tidos como mais importantes do que os outros baseados em critérios estabelecidos pela política vigente. Mas não seria essa suposta importância maior atribuida a certos animais silvestres derivada justamente do fato deles ainda viver em liberdade? E por que não aplicar o mesmo princípio a todos os animais?

Segundo a perspectiva abolicionista dos direitos animais, o direito de um cão de não ser vendido é o mesmo que de uma arara raríssima, um porco em uma fazenda ou um rato de laboratório. O que importa é a sensciência, essa é o denominador comum , o critério mais importante de todos e que deveria reger nossa relação com os não humanos, independente de sua beleza, raridade e vulnerabilidade.


Investigação sobre criadores que fornecem para rede de pet shops nos EUA, Petland (vídeo em inglês, mas as imagens falam por si)





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