24 de jul. de 2018
Pet shops paulistas agora tem que divulgar adoção
22 de jan. de 2015
Lei fica mais rígica para expor animais em vitrines de pet shops
13 de jul. de 2013
San Diego: pet shops não podem mais vender animais
25 de abr. de 2013
Notícias boas para os animais
20 de out. de 2012
Pet shop é despejado após agressão a cães
2 de mai. de 2012
Boicote pet shops que vendem animais
18 de mai. de 2010
Animal Planet investiga loja de pets nos Estados Unidos
9 de mar. de 2010
ONG Australiana denuncia criadores de cães

A organização de direitos animais Animal Liberation Victoria, que atua na Austrália, conseguiu chamar a atenção da mídia para as condições aberrantes em que cães são criados pela família Paxton em Beremboke para depois serem vendidos em pet shops. O resultado é que, com exceção de cinco cães, todos foram removidos do local, graças a uma ordem emitida pelo tribunal civil e administrativo de Victoria.
Segundo um artigo no jornal Geelong Advertiser, os animais foram encontrados acorrentados sem acesso a abrigo e comida, cobertos em fezes e alguns mortos. Nesses casos, seus corpos apodreciam no lugar onde haviam morrido. A publicação se juntou a campanha e pediu o fechamento desse campo de concentração de cães . O parlamentar John Brumby adicionou sua voz à campanha.
Comentário: esse episódio ilustra mais uma vez que nossos governos fecham os olhos para a ética ao permitir que esses ‘exploradores da vida’ continuem atuando. Em um mundo com uma superpopulação de animais ditos domésticos, é escandaloso que se permita a reprodução artificial de animais que inevitavelmente irão se juntar aos exércitos de animais abandonados nas ruas.
Fonte: ALF
2 de mar. de 2010
Ativistas fazem manifestação contra venda de animais em pet shops
11 de fev. de 2010
Pet shops do bem
3 de fev. de 2010
West Hollywood está prestes a proibir a venda de animais em pet shops
2 de jan. de 2010
CCZ fecha pet shop por maus tratos e apreende 90 cães
"O pet shop Conexão Animal, localizado na Vila Ieda em Campo Grande, foi fechado na manhã desta quarta-feira pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). No local, policiais da Decat (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Ambientais e Proteção ao Turista) apreenderam 90 cães, que eram mantidos em péssimas condições sanitárias, sendo vítimas até mesmo de maus tratos."
11 de jan. de 2009
Exploração na vitrine
Criadores de cães em inglês são chamados ‘puppy mills’, literalmente, fábricas de filhotes, porque é isso o que esses lugares são. Em um mundo com uma população excessiva de cães, é realmente um mistério porque isso é permitido pelas administrações públicas que no final tem que fazer o trabalho de recolhimento do excesso que a criação artificial necessariamente causa. Esses criadores são as origens de uma grande parte dos animais cujo destino trágico os leva ao CCZ (Centro de Controle de Zoonose). Eles se aproveitam de um fetiche estético que infelizmente muita gente tem e que se transposto para o âmbito humano seria o equivalente da idéia de uma raça pura que os nazistas propagaram na Alemanha durante a Segunda Guerra. Quem ‘compra’ um cão em pet shop geralmente têm uma obsessão com um tipo, uma cor etc, como se o valor de uma vida residisse na forma externa pela qual ela se manifesta.
A verdade é que, o que importa a raça de um cão? Aqueles que defendem criação de cães às vezes dizem que sem ela algumas raças se extinguiriam. A posição do movimento dos direitos animais é: que assim o seja então. A maioria das raças ditas puras foram criadas artificialmente pelos humanos. A idéia não é defender perpetuação de raças, mas sim a integridade de indivíduos. O cachorro preso em uma gaiola não se importa se sua raça continua a existir ou não. O único que se importa com isso é o explorador que lucra com esse fetiche.
Por que o comércio de animais domésticos é permitido ao passo que o de animais silvestres é proibido? Porque as políticas preservacionistas em geral não vêem animais como ‘pessoas’, como indivíduos, mas sim meros ‘representantes’ de uma espécie, de preferência uma espécie ameaçada. Essa é uma visão utilitarista: preservam essa espécie porque ela é útil para um determinado ecossistema ou talvez porque ela seja ‘icônica’ . Essas instituições em geral tem um visão hierárquica dos não-humanos e alguns são tidos como mais importantes do que os outros baseados em critérios estabelecidos pela política vigente. Mas não seria essa suposta importância maior atribuida a certos animais silvestres derivada justamente do fato deles ainda viver em liberdade? E por que não aplicar o mesmo princípio a todos os animais?
Segundo a perspectiva abolicionista dos direitos animais, o direito de um cão de não ser vendido é o mesmo que de uma arara raríssima, um porco em uma fazenda ou um rato de laboratório. O que importa é a sensciência, essa é o denominador comum , o critério mais importante de todos e que deveria reger nossa relação com os não humanos, independente de sua beleza, raridade e vulnerabilidade.
Investigação sobre criadores que fornecem para rede de pet shops nos EUA, Petland (vídeo em inglês, mas as imagens falam por si)

