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26 de out. de 2017

Caminhoneiro salva galinha e uma amizade nasce

Caminhoneiro salva galinha na beira da estrada e eles se tornam amigos. O peito das galinhas hoje em dia é tão grande por conta dos hormônios que suas pernas quebram sob o peso. Carne de galinha, vista como mais 'saudável', nada mais é uma combinação de extrema crueldade, hormônios e antibiótico. Galinha 'caipira' não é melhor. Tratar animal como propriedade e no final matar, independente da condição em que é criado, é exercer domínio. E na sociedade humana isso tem um nome pelo qual ninguém gosta de ser chamado.

9 de fev. de 2013

Curta espanhol dramatiza o sofrimento dos animais mortos por sua carne

Um curta espanhol feito em 2010 tem ganhado prêmios pela qualidade de sua dramatização do destino dos animais assassinados por sua carne.

O curta foi dirigido por Ivan Sainz-Pardo e gravado em Gijón, na Espanha, em 2010. Sua tese central é fazer a ligação emtre a vulnerabilidade dos animais com a das crianças.
Os detratores talvez acusem o filme de ser emocional. Mas qual o problema exatamente em ser emotivo? Compaixão vem da emoção, e não da razão. Emotividade e racionalidade não são mutuamente exclusivas.

Espero que esse filme seja visto por muitas pessoas. Ele merece.


Via Vista-se

6 de out. de 2012

Protesto pelos direitos dos animais em Israel: ativistas queimados com ferro!

02 de outubro é o dia internacional dos chamados “animais de produção”, os animais escravizados, torturados e mortos pela sua carne e secreções, como leite e ovo. Para marcar o dia vários protestos foram realizados no mundo inteiro, mas um deles chamou mais a atenção.

Ativistas israelitas simularam em praça pública a marcação a ferro quente a que os animais em fazenda são submetidos. Três rapazes semi-nus são detidos a força por homens encapuzados e tem seus braços e peito marcados a ferro.

O protesto serve para lembrar que a morte não é a única coisa ruim que acontece com esses animais. Durante toda a sua vida, seus corpos são violados com castrações, deformações (como o corte dos bicos de galinhas poedeiras), pauladas, transporte de longa distância, etc ... A lista é longa.

Um mundo sem matadouros e animais de produção é possível. Torne-se vegano.

Video:

2 de out. de 2012

02 de outubro: dia mundial dos animais presos em fazendas

Hoje é dia de lembrar os animais em fazendas, que perfazem um total de 98% dos animais explorados e mortos pela crueldade humana.

Nos Estados Unidos hoje pela manhã dois ativistas foram presos quando protestavam em frente ao maior matadouro na costa oeste do país. Quando os tratores chegaram para entregar mais um carregamento de vítimas, eles encontraram a frente do local bloqueada por dois ativistas que conseguiram interromper temporariamente as operações do matadouro.

Mas nós podemos interromper permanentemente as operações em todos os matadouros do mundo adotando uma dieta vegana. É fácil assim. Se todo mundo parar de comer carne, leite e ovos, os matadouros fecharão. Pense nisso. Não existe forma mais eficiente e bela de homenagear os animais torturados diariamente pela gula humana.

Não deveriam haver animais em fazendas no mundo, apenas animais que ainda tem a possibilidade de viver livremente nos poucos habitats qua restam. Quando mais fazendas de animais escravizados, menos espaço para os onças, lobos, pássaros e milhares de mamíferos que dependem de florestas para viver.

18 de ago. de 2012

Greenwashing na cozinha

A palavra ‘eco’ hoje em dia é usada como uma sinetinha mágica para denotar harmonia com a natureza. Mas é preciso ter cuidado porque o greenwashing, ou seja, o falso marketing verde, está em toda a parte.

Um evento gastronômico que chega ao Rio no dia 22 de agosto e que usa o termo eco como prefixo parece ser um exemplo de greenwashing. Apresentando por um grupo de “ecochefs”, o que quer que isso signifique, ele servirá “pratos típicos de cada uma das cinco regiões que compõem o território brasileiro”. Os pratos incluem pato tucupí, paçoca de carne seca, galinha com pequi, feijão tropeiro e arroz de carreteiro. Ou seja, um festival de carne. Para um evento que se diz ecológico, a ausência de pratos vegetarianos é gritante.

Como sempre, esse movimento neoconservador carnista se disfarça sob a égide da tradição. Mas será que eles realmente pesquisaram a origem e as consequências ambientais de cada prato? Ou acham que simplesmente dizer que se trata de um prato típico de uma região já basta para criar uma pequena fantasia turística para a classe média brasileira que quer se sentir mais 'cool'?

Tradição em geral é algo não desejável – as piores atrocidades cometidas pela humanidade foram e continuam sendo cometidas em nome da tradição. É inerente da cultura humana mudar, evoluir e se aperfeiçoar. O que interessa se o homem da caverna ou o índio brasileiro comiam carne? Absolutamente nada, o que interessaria aprender destes grupos é como eles conseguiram viver sem poluir rios e desmatar, e não como eles matavam animais.

Nota: o post deliberadamente emite os dados do evento para não dar publicidade gratuita a um evento que mata animais.


9 de abr. de 2012

População de animais explorados como comida cresce mundialmente


Dados revelados esta semana pelo Worldwatch Institute através de seu jornal de análise de tendências Vital Signs mostra que as populações de animais escravizados continuam a crescer mundialmente (enquanto a de animais livres decresce na mesma velocidade).

O número de galinhas criadas para consumo humano cresceu 169 por cento entre 1980 e 2010, de 7.2 bilhões para 19.4 bilhões. Durante o mesmo período a população de caprinos e ovelhas chegou a 2 bilhões, e a população de gado cresceu 17 por cento, atingindo 1.4 bilhões.

O Consultative Group on International Agricultural Research estima que em 2050 a população de aves de abate terá crescido para 30 bilhões, a de caprinos e ovelhas para 2.7 bilhões e a de gado para 2.6 bilhões de animais.

Consumo de leite e ovo também tem aumentado. Segundo a ONU, entre 1980 e 2005 o consumo per capita de leite em países desenvolvidos quase dobrou, o consumo de carne quase triplicou e o de ovos cresceu quase cinco vezes.

Os maiores saltos em consumo estão ocorrendo no leste e sudeste da Ásia. O consumo per capita de leite na China cresceu de 2.3 quilos em 1980 para 23.2 quilos em 2005. O consumo per capita de carne na China quadruplicou no mesmo período e o consumo de ovos cresceu de 2.5 quilos para 20.2 quilos. Na Índia, Operation Flood, um projeto do conselho nacional de laticínios que busca aumentar a produção e consumo de leite no país, ajudou a aumentar o consumo per capita de leite de 38kg em 1980 para quase 69 quilos em 2007. A Índia é agora o maior produtor de leite do mundo.

Resumindo: esses dados são uma chamada para todos os veganos se empenharem em espalhar o veganismo e se manterem firmes em seu propósito de não contribuir para a exploração animal.

10 de jan. de 2012

Vídeo mostra a realidade dos animais na Suíça

Esse vídeo, narrado por um velho amigo meu que vive em Lausanne, mostra a realidade por detrás das portas nas fazendas suíças. Quando se trata de animais, mesmo um país que é referência de ordem e civilidade descamba ao barbarismo.

25 de out. de 2011

Comercial em prol do vegetarianismo

Incrível essa nova peça publicitária da ONG americana Mercy For Animals. As imagens dizem tudo.


17 de jul. de 2011

Vaca escapa do matadouro e é acolhida em santuário


Mais uma história de rebeldia animal conquistando direitos animais é registrada na mídia. Uma vaca a caminho do matadouro fugiu de seu destino e foi acolhida por ativistas do Woodstock Farm Animal Sanctuary nos Estados Unidos. Ela chegou em seu novo lar na segunda feira (11).

A fuga aconteceu no mês passado quando ela correu pelas ruas de Upper Darby na Pensilvânia, e conseguiu evitar captura por quase uma hora. O governador do estado emitiu um ‘perdão’ oficial e a enviou para seu novo lar no estado de Nova Iorque.

Segundo uma ativista, Kayli, como a vaca se chama, é mais uma prova de que os animais têm o desejo de continuar vivos e subjetividade.

O santuário é o lar de bovinos, porcos, ovelhas e outros que foram resgatados de fazendas.

Com informações do Todaysthv.

8 de mar. de 2011

Cresce a exportação de animais vivos do Brasil

Navio carregando ovelhas
Aumento é para suprir demanda de judeus e muçulmanos

O Brasil torna-se cada vez mais um exportador de animais vivos que são forçados a suportar uma jornada cruel para ir de encontro à uma morte ainda mais escabrosa.

Recentemente o website do governo do Pará anunciou que o Brasil faria seu primeiro embarque de bois vivos para o Egito. 16 mil indivíduos foram despachados do porto de Vila do Conde em Barcarena no dia 31 em um navio da empresa australiana Wellard, especializada no transporte de bovinos e ovinos.

Os diretores da empresa, Steigiesser e Israel Celli, vieram ao país pedir ao governo “apoio para a continuidade do empreendimento” e foram recebidos pelo secretário de estado de Agricultura, Hildegardo Nunes.

Esta semana um artigo no website Página Rural confirmou que o Brasil está realmente de olho nesses mercados para atender a demanda.

Segundo o relato, o Oriente Médio importou US$236,67 milhões em carne bovina do Mato Grosso. A lista inclui países árabes e Israel, que respondem por 20% das vendas de carne daquele estado.

Isso acontece porque tantos judeus e muçulmanos requerem métodos específicos de assassinatos de animais que serão comidos. Tanto no caso dos muçulmanos, cujo método de matar de chama halal, quando no caso dos judeus (kosher), os animais são degolados e não podem ser atordoados antes.

O problema dessa demanda de mercado é que ela acrescenta mais uma elemento extremamente cruel para a vida dos animais: o transporte de longa distância.

Depois de passarem suas vidas em um pasto no Brasil, os bois são postos em navios gigantes onde passam semanas até chegar ao seu destino. Lá eles são engordados novamente e finalmente assassinados.

Mais uma vez o Brasil se presta ao papel de explorar sua própria terra para o benefício alheio. A pecuária é a maior causa do desmatamento neste país. Aumentar sua produção para depois despachar os animais ainda vivos para o Oriente Médio, além de extremamente cruel, é uma insanidade do ponto de vista ecológico. Mas aqueles que lucram com a morte alheia provavelmente vendem essa prática como ‘desenvolvimento’.

Para saber mais sobre o transporte de animais vivos, visite o website Liveexportshame.com, que protesta contra o transporte de animais da Austrália para o Oriente Médio, na sua maioria, ovelhas.

11 de fev. de 2011

ONG lança vídeo expondo indústrias que exploram animais

Por Lobo Pasolini (da Redação)

Um novo vídeo com o sugestivo título Farm to Fridge (Da Fazenda à Geladeira) é a novo instrumento de ativismo vegano da ONG americana Mercy For Animals, cujo trabalho enfatiza vídeos investigativos em fazendas onde os animais são mantidos como escravos.

Narrado pelo ator James Cromwell, que no passado já foi indicado a um Óscar, o vídeo de 12 minutos revela o que acontece nos bastidores das indústrias que exploram frangos, porcos, vacas leiteiras, peixes, além de matadouros e chocadeiras, trazendo a luz o que essas indústrias escondem do público.

As imagens foram obtidas com câmeras escondidas e mostram o sofrimento de seres que não têm nenhuma proteção da lei durante suas vidas. O objetivo do vídeo é desafiar a visão que a sociedade tem desses animais e elevar a discussão sobre a ética da origem da nossa comida, além de mostrar quem realmente paga o preço destes produtos.

Vídeo Farm to Fridge. Aviso: as imagens são impactantes; apesar disso, ajude a viralizar este trabalho, explicando para as pessoas do que se trata. É duro, mas pode mudar a vida de muitas pessoas e, principalmente, dos animais não-humanos que virão a ser poupados.


Fonte: Mercy For Animals 


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14 de jan. de 2011

Os caminhos tortos da ciência

Donald Watson, fundador da Vegan Society
Ao invés de estimularem soluções sustentáveis como o veganismo, os cientistas ficam brincando de Dr. Frankenstein para continuar a exploração dos não-humanos. (Cientistas modificam genes de frangos para evitar gripe aviária)

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5 de jan. de 2011

Animais explorados em fazendas consomem 80% dos antibióticos, nos Estados Unidos

Fonte: PETA
Dados lançados pelo Center for a Livable Future, que trabalha para criar modelos sustentáveis de vida humana, revelam que 80 por cento dos antibióticos comercializados nos Estados Unidos são usados de forma não-terapêutica em animais explorados em fazendas.

Em 2009 a Union of Concerned Scientists (literalmente, União de Cientistas Preocupados) estimou que 25 milhões de quilos de antibióticos houvessem sido usados nos dois anos anteriores, ou 70 por cento de todos os antibióticos vendidos nos Estados Unidos.

Mas o número foi revisado pela CFL que concluiu que a cifra chega a 80 por cento. Uma medida que determina que a FDA, órgão governamental que controla comida e drogas naquele país, tornou pública na semana passada a quantidade de drogas antimicrobiais vendidas e distribuídas para uso em animais explorados como comida. O total para 2009 é 13.1 quilogramas.

Os antibióticos são rotineiramente dados a animais saudáveis em fazendas de forma não-terapêutica antes de eles ficarem doentes para compensar as condições imundas em que eles vivem e para promover crescimento. O problema é que com isso os animais que recebem pequenas doses de antibióticos regularmente são como bandejas de crescimento bacterial que podem resultar em variações de bactéria resistentes a antibióticos.

Como conseqüência, essas bactérias resistentes podem se espalhar para outros animais e para os humanos ao comer e manusear carne e produtos de leite, junto com frutas e vegetais, ou por serem expostos ao abastecimento de água que foi contaminada com esterco em forma de fertilizantes e escorrimentos.

A indústria de exploração de animais em fazendas está criando algo contra o qual a medicina não tem chance alguma e todos estamos suscetíveis a isso, comedores de carne ou não, em qualquer lugar do mundo em uma economia globalizada.

Com informações da Care2

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8 de nov. de 2010

Vitória na Justiça favorece milhares de animais

Em relação à exportação de gado vivo em navios-currais, o Juiz da 1ª Vara Cível de Rio Grande, Luís Antonio Saud Teles, DEFERIU O PEDIDO DE LIMINAR determinando a interdição e a imediata remoção dos animais para local adequado, e aplicou multa diária de R$ 100.000,00 (cem mil reais) para o caso de desatendimento da decisão. (Ler mais +)

29 de out. de 2010

Incrivelmente nojento & extremamente podre


"Em artigo exclusivo à Galileu, um dos mais cultuados nomes da nova literatura americana [Jonathan Safran Foer] revela detalhes do período em que passou investigando como a carne que comemos é produzida . (Ler mais +)"

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1 de out. de 2010

Londrinos marcham pelos animais amanhã

Populares já há um tempo nos Estados Unidos, as marchas pelos animais em fazendas agora estão chegando ao Reino Unido.

Essas marchas tomam as ruas para relembrar à população o sofrimento dos animais presos em fazendas, onde eles são paridos, criados e mortos pela vaidade humana.

No Reino Unido mata-se cerca de um bilhão de animais por ano, seja por sua carne, laticínios e ovos, sem mencionar as milhares de toneladas de peixe arrancadas do mar. Além do sofrimento causado aos animais, a agricultura animal é a maior responsável pela emissão de gases que causam efeito estufa.

Partipantes da marcha se reunirão ao meio dia na Cavendish Square no centro de Londres, onde haverão discursos até 13:30, quando a marcha começará a ser mover pelas ruas da cidade.

Mais informação no website oficial do evento.

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21 de set. de 2010

Fábricas de animais

Teaser de um novo livro sobre fazendas fábricas onde a filosofia é acumular o maior número possível de animais, engordá-los em tempo curtíssimo e matá-los (em inglês).




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1 de abr. de 2010

Centenas de milhares de galinhas morrem durante incidente em Ohio

A vida de animais presos em fazendas não é apenas miserável pelo confinamento e pela morte certa no matadouro enquanto ainda crianças. Existe ainda o risco de morte por incêndios, queda de eletricidade e fenômenos naturais, quando esses animais não tem a menor chance de buscar segurança por estarem presos em gaiolas.





A ONG americana Mercy For Animals relatou em seu blog que no dia 15 de março um fogo que atingiu a maior embaladora de ovos no estado de Ohio nos Estados Unidos, a Ohio Fresh Eggs, causou a morte de 250 mil galinhas. A morte foi causada pela interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Na mesma fábrica de ovos, quando ela era ainda conhecida como Buckeye Egg Farm, em 2000 um tornado que passou por sua fazenda em Croton, Ohio, destruiu 12 galpões e deixou cerca de um milhão de galinhas amassadas dentro de suas jaulas, onde elas ficaram expostas à desidratação, fome e ao tempo. Os funcionários mataram as galinhas jogando-as vivas ainda em suas jaulas em uma cova coletiva ou sufocando-as com gás em latas de lixo gigantes.



No Brasil, os problemas mais comum são as enchentes e o calor. Os animais morrem afogados sem poder escapar da água que sobe. E às vezes morrem desidratados. Tudo isso para que as pessoas possam comer um pedaço de carne cheio de sofrimento, antibióticos e hormônios.

Para evitar participar desse processo atroz, torne-se vegano, ou seja, elimine produtos animais de sua dieta, higiene pessoal, limpeza e guarda roupa.




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21 de jan. de 2010

Vergonha nacional: mais animais vivos sendo transportados do Brasil

Apesar de um intensa campanha internacional para se pôr um fim ao transporte internacional de animais, o Brasil vai mais um vez contra a corrente e intensifica o problema. Segundo informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em 2009 foram exportados 518,1 mil animais, um aumento de quase 30% em relação ao ano anterior. Isso quer dizer que o Brasil agora exporta 12% dos bovinos exportados mundialmente. Em 2005, esse número era 3%.

Além da questão da crueldade imensa que isso representa, o Brasil mais uma vez demonstra sua vocação para permanecer no passado e deixar sua natureza ser destruída – no caso, a Amazônia, onde esses bovinos são explorados – para ganhar alguns dólares manchados de sangue. Recentemente, um desses navios a caminho do Líbano afundou. Morreram algumas dezenas de pessoas e milhares de animais, embora esses a imprensa totalmente ignorou.

Quando estudamos história na escola e os professores nos falam com horror dos navios que transportavam escravos em condições dantescas, nós respiramos aliviados na segurança de aquilo se trata de uma coisa do passado, uma deformação moral que a sociedade a muito custo conseguiu corrigir. Só que isso é uma ilusão: os navios dantescos carregados de escravos continuam cortando os oceanos com as milhares e milhares de vítimas, todos os dias, cada vez mais.

Toda exploração de animais é cruél e fútil, mas alguns casos chamam a atenção pelo requinte de sadismo. Esse é um deles. Quem quiser contribuir para pôr um fim a essa situação calamitosa, deve considerar o veganismo como a forma correta de responder à essa situação. Ao parar de consumir produtos animais, além de ajudar a diminuir a demanda, você contribui para fortalecer essa idéia. Nunca devemos subestimar o impacto que a mudança individual pode ter no coletivo.

Com informações da Pantanal News.



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