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18 de jun. de 2023

Rooney Mara participa de investigação em fazendas de produção na Inglaterra


A atriz americana Rooney Mara, que é casada com Joaquin Phoenix, participou de uma investigação de câmera escondida em uma fazenda fábrica na Inglaterra em parceria com a ONG Animal Equality. 

 "Nada poderia ter me preparado para o que eu iria sentir, cheira e ver com meus olhos quando eu entrei escondida em uma dessas fazendas fábricas," disse a atriz. 

Na fazenda investigada, mais de 50 mil aves são mantidas nos armazéns. Na ocasião da visita, as galinhas tinham 46 dias de idade. Segundo dados da própria fazenda, 1.936 pássaros morrem nas primeiras sete semanas de vida, uma média de 42 pássaros por dia.

As aves crescem tão depressa por causa de hormônios e engenharia genética que elas não suportam o peso do próprio corpo, resultando em deformidades dolorosas das pernas. Feridas e sem condições de se mover, muitas morrem de fome e sede.

Para ver as imagens, clique aqui.

Vídeo:



7 de jul. de 2020

Surtos de Covid-19 em frigoríficos nos EUA estão sendo abafados

Trabalhadores na Case Farms
Segundo uma reportagem no jornal inglês Guardian, um matadouro de galinhas na Carolina do Norte, na costa leste dos Estados Unidos, fez teste em massa para Covid-19 com seus funcionários no começo de junho.

O funcionários ficaram com medo depois que vários empregados testaram positivo e a empresa, Case Farms, que já foi condenada por quebrar regras de bem estar animal e violação de direitos animais, não estava fornecendo o equipamento adequado. "Nós trabalhamos ombro a ombro," disse um dos empregados. Ele disse que 150 funcionários testaram positivo no matadouro. 

Apesar disso, nem a empresa, ou administradores regionais ou o departamento de saúde do estado confirmaram que esses casos estavam conectados com Case Farms. 

Esse é apenas mais um exemplo de como o governo deste estado americano tem acobertado casos de Covid-19 para não comprometer matadouros, que em algumas áreas sãos os principais empregadores. Os Estados Unidos exportam US$1.5bl (R$8bl por ano de carne de frango, peru e suína.

Não é por acaso que Donaldo Trump assinou em abril um decreto lei obrigando frigoríficos e matadouros a ficar abertos. No mesmo período, os Estados Unidos exportaram uma quantidade enorme de carne de porco para a China. Desde que a pandemia começou, mais de 36 mil trabalhadores de fazendas de animais e matadouros testaram positivo para Covid-19 e pelo menos 116 morreram, segundo uma contagem do  Food and Environment Reporting Network. O número é provavelmente maior.

O resumo da ópera é que os frigoríficos, como mercadores da morte que são, não tratam seus empregados muito diferente dos animais que vão para o abate. Mesmo com a possibilidade de pegar um vírus fatal, empurram seus empregados para o perigo. Com seu poder de influência, passam impunes de seus crimes com ajuda de parlamentares corruptos e vendidos. 

Como cidadão e consumidor, você pode contribuir para pôr fim a essa atrocidade se tornando vegano. É a única forma.




14 de dez. de 2013

Rolling Stone faz matéria sobre factory farms



A revista norte-americana traz uma matéria sobre investigadores que se infiltram em fazendas de produção intensiva, infernos para animais de onde sai a carne e outros produtos animais baratos. 

O artigo foca em leis regionais que buscam inibir a ação de investigadores que revelam ao mundo o holocausto animal em tais fazendas. É um artigo bem-estarista, e um dos investigadores diz que existe um jeito “certo” de se criar animais. Mas por outro lado tais investigações em geral convencem muita gente a se tornar vegana, por isso independente da intenção, elas mostram que quando se trata de explorar animais de produção, o ingrediente indispensável é a crueldade. 

O artigo é em inglês, espalhe para os seus amigos que falam a língua.