![]() |
| Foto: Greggs |
7 de mar. de 2019
Opção vegana aumenta lucro de rede de padarias no Reino Unido
3 de jul. de 2017
Fazendeiro inglês dá alforria para suas vacas
30 de nov. de 2016
Cédula de libras contém gordura de porco
Esse artigo no Guardian discorre eloquentemente sobre a questão:
"Poucas indústrias são tão dissimuladas como aquela que assassina 22 milhões de animais todos os dias apenas no Reino Unido, e a força motora dessa capacidade de trapaça é a sede de lucro. Assim a forma como o Bank of England tentou emitir sorrateiramente dinheiro contendo produtos animais parece uma metáfora ideal para todo esse negócio sujo."
25 de jul. de 2016
Mais pais veganizando seus filhos no Reino Unido
14 de set. de 2015
Vegana será ministra da agricultura de possível candidato inglês
Vamos acompanhar o desenrolar dessa aventura política, seria muito bom para a causa vegana na Inglaterra e no mundo.
Fonte: Independent
15 de jul. de 2015
Raposas ganham batalha na Inglaterra
16 de nov. de 2013
Prefeitura inglesa nega alvará para criador de Beagles
Fonte: PETA/UK
14 de jan. de 2013
Crueldade contra animais: o presente, e o passado, nos condenam
Existe muita crueldade e indiferença, e mesmo em países onde a situação parece um pouco melhor, o passado abriga episódios que assustam pelo sadismo.
A Inglaterra é um desses lugares. Hoje em dia ela poderia ser considerada o berço dos direitos animais, mas talvez isso tenha se dado exatamente pela selvageria que acontecia por lá, o que provocou a reação de humanos mais iluminados.
Por exemplo, um dos passatempos dos ingleses no século XVIII era o que eles chamavam de arremessamento de galos (cock throwing), que foi representado em pintura por William Hogarth. Um galo era amarrado a um poste e as pessoas alternavam jogando varas na ave até ela morrer. Essa prática demoníaca era associada com a chamada Shrove Tuesday, a terça-feira antes da quarta feira de cinzas. Existe uma hipótese que a tortura do galo era uma espécie de malhação de Judas dos franceses, que eram normalmente representados por galos.
Haviam variações de como a tortura era feita, que não vale a pena repetir. Mas a sede de sangue daquela população era tanta que quando oficiais Puritânicos proibiram a atividade ainda em 1660 em Bristol, houve uma rebelião de aprendizes.
A popularidade da atividade foi enfraquecendo a medida que valores sociais e bem estar animal se desenvolveram. Hogarth, por exemplo, a representou como uma atividade bárbara. A partir da metade do século XVIII os magistrados começaram a lidar com o problema de forma mais dura, o que sinalizava uma perda de popularidade entre as classes mais respeitáveis, impondo multa para ofensas contra a ordem pública e com proibições locais em muitos lugares. Na metade do século XIX a tradição cruel havia sido esquecida, sobrevivendo como acidentes isolados até a década de 1840.
Isso demonstra que quando nos confrontamos com o barbarismo, como a Farra do Boi, podemos ter a esperança de que os tempos mudam. A história gira em ciclos, mas eu creio que no caso dos animais a tendência é que ela siga em progressão linear.
25 de out. de 2012
Parlamentares ingleses votam contra a matança de texugos
Com 147 votos contra e 27 a favor, o parlamento inglês votou contra a matança de texugos, adiando a questão até o verão setentrional de 2013. Infelizmente o voto não é legalmente capaz de impedir que o governo desista do plano ano que vem, mas ele recebeu uma mensagem bem claro do público (com uma petição de 150 mil assinatura) e dos representantes do povo. 23 de out. de 2012
Estilistas ingleses desenham peças para ajudar os animais
Fonte: Vogue/UK
1 de out. de 2012
História do ativismo animal: o trabalho pioneiro da Lynx contra o uso de peles
Chamada Lynx (que significa lince em português), a ONG de Lynne Kentish (foto à esquerda) foi quem conseguiu a grande faceta de extinguir as fazendas de peles no Reino Unido, o que aconteceu em 2003.
A organização foi fundada em 1985 por Lynne e seu então marido Mark Glover. Eles perceberam que para chamar a atenção eles precisariam da ajuda de famosos (na época ninguém era chamado de celebridade) e conseguiram o apoio de modelos, músicos e fotógrafos. Eles então produziram um série de campanhas e golpes de publicidades que não apenas fizeram o uso de peles algo démodé mas também transformaram em pária quem ignorasse sua mensagem de compaixão pelos animais.
O trabalho da organização brilhou durante sete anos mas acabou no começo da década de 1990 quando a ONG foi processada, causando um custo pessoal alto para todos os envolvidos. O casamento de Lynne e Mark acabou e Stefan Ormrod, que trabalhava para a campanha, mais tarde cometeu suicídio.
Hoje em dia Lynne mantém um projeto educativo chamado Lynx Theatre in Education Projects, que apóia e viaja por escolas com produções sobre bem estar animal e questões conservacionistas.
![]() |
| Campanha feita por Linda McCartney |
O projeto ficou tão popular na época (anos 80), quando na Inglaterra houve um grande interesse em questões animais e ecológicas, que suas camisetas eram usadas até por aqueles que não se interessavam muito pelo assunto. Elas eram vendidas em lojas em Londres, Cambridge e Nottingham.
Uma das campanhas mais famosas foi a criada pelo famoso fotógrafo David Bailey e chamada “animais estúpidos”. A campanha apareceu em cinemas e posters e mostrava uma modelo na passarela arrastando um casaco de pele sujo de sangue com o slogan: são necessários até 40 animais estúpidos para fazer um casaco de pele mas apenas um para usá-lo.
Uma outra campanha famosa foi feita com a apoio de Linda McCartney, que emprestou seus serviços como fotógrafa.
![]() |
| Siouxsie Sioux |
“As empresas não levaram a gente muito a sério e foram pegas de surpresa”, diz Lynne. Não demorou muito para muitas das principais lojas de departamento no país fecharem suas seções de pele e por causa da queda de vendas as fazendas de pele também tiveram que fechar.
Lynne lembra do período da Lynx como uma época muito criativa, com ações como dia de anestia para casacos de pele, quando as pessoas eram convidadas a trazer seus casacos para a Trafalgar Square em Londres (principal praça da cidade) de modo que os animais pudessem ter um enterro decente.
Ela reconhece que infelizmente o comércio de peles persiste em muitas partes do mundo, com animais ainda sendo pegos em armadilhas cruéis ou criados em condições horríveis. Mas ela acredita que pelo menos no Reino Unido ele jamais fará um retorno significativo.
![]() |
| Lynne e Mark Glover |
Fonte: EADT24
31 de dez. de 2011
Kate Middleton se recusa a participar de matança anual de pássaros
28 de ago. de 2011
Foto do dia: Hugh Fearnley-Whittingstall
11 de abr. de 2011
Debate sobre corridas de cavalos
17 de fev. de 2011
Dono vegano de time de futebol proíbe carne vermelha no clube
Comentário: embora seja uma pena que apenas a carne vermelha tenha sido eliminada do menu, não deixa de ser louvável que Dale tenho introduzido uma medida como essa em um ambiente tão inesperado como o de um clube de futebol.
Fonte: The Digital Journal
11 de jan. de 2011
Petição contra fazenda leiteira atrai apoio massivo, na Inglaterra
O parecer oficial está previsto para sair em março.
Atualização (12/1/11): no final, foram mais de 72 mil assinaturas.
18 de dez. de 2010
Parlamentares ingleses pedem o fim da caça à raposa
20 de out. de 2010
População de lontras inglesas se recupera
25 de mar. de 2010
ONG vegetariana inglesa recebe fundos para treinar cozinheiros de hospitais
11 de mar. de 2010
Veganos e ateus podem se beneficiar de nova lei no Reino Unido
Uma nova de lei para proteção da igualdade social chamada Equality Bill poderá garantir para veganos e ateus a mesma proteção contra discriminação que grupos religiosos recebem.
O código de prática preparado pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos para ajudar empregadores a interpretar a lei possibilitaria que Rastafaris e Cientologistas fossem protegidos.
O rascunho do código menciona especificamente os veganos como merecedores de proteção contra discriminação religiosa. Ele também diz que a definição atual de ‘crença’ também inclui “não crença”, dando assim proteção aos ateus.
O código diz: “Uma crença não precisa incluir fé ou adoração de um deus ou deuses, mas deve afetar como uma pessoa vive sua vida e percebe o mundo.”
O governo rebateu dizendo que não foi sua intenção que “pontos de vista e opiniões” como veganismo sejam protegidos pela lei.
A orientação da comissão é uma conseqüência de um parecer no último novembro de que mudança climática pode ser legalmente classificada como uma crença filosófica .
“É para os tribunais decidir o que constitui uma religião. Cultos e novos movimentos religiosos podem também ser religiões.” O código acrescenta que as crenças devem “atingir um certo nível de persuasão, seriedade, coesão e importância” para ganhar esse tipo de proteção.
Fonte: Personnel Today










