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7 de mar. de 2019

Opção vegana aumenta lucro de rede de padarias no Reino Unido

Foto: Greggs

A rede de padarias Greggs, que tem 1953 filiais em todo o Reino Unido, disse que suas vendas aumentaram 9.6% nas sete primeiras semanas do ano completadas no dia 16 de fevereiro. 

A empresa atribui isso à introdução do enrolado de salsicha vegano lançado no começo de janeiro e que foi um sucesso absoluto, com filas em algumas filiais.

A empresa ultrapassou a marca de £1 bilhão pela primeira vez em sua história.

A rede recentemente investiu para reposicionar sua marca para que não seja mais vista como uma padaria mas um local de comida para levar.

As pessoas que querem "opções mais saudáveis" agora podem encontrá-las em nossa rede, disse o diretor da Greggs.

Fonte: BBC

3 de jul. de 2017

Fazendeiro inglês dá alforria para suas vacas

Jay Wilde é um fazendeiro inglês que em 2011 herdou uma fazenda com um rebanho. Jay é vegetariano e vivia esse conflito de não comer animais e criar animais como comida. Finalmente ele tomou a decisão de abrir mão do rebanho e enviá-lo para um santuário. "Eu espero que quando as vacas cheguem lá elas se sintam de férias," ele diz, emocionado no dia em que os animais deixam sua fazenda, que agora se tornará uma unidade produção vegânica.

Assistir o vídeo (em inglês)


30 de nov. de 2016

Cédula de libras contém gordura de porco


Uma notícia provocou indignação entre os veganos ingleses. Veio à tona que a cédula de cinco libras contém - pasmem - banha de porco. Essa foi uma admissão do banco central inglês que chocou muita gente, mesmo quem não é vegano. Afinal, nós sabemos que produtos animais se escondem em produtos inesperados, mas em cédulas de dinheiro realmente vai muito além dos limites.

Esse artigo no Guardian discorre eloquentemente sobre a questão:

"Poucas indústrias são tão dissimuladas como aquela que assassina 22 milhões de animais todos os dias apenas no Reino Unido, e a força motora dessa capacidade de trapaça é a sede de lucro. Assim a forma como o Bank of England tentou emitir sorrateiramente dinheiro contendo produtos animais parece uma metáfora ideal para todo esse negócio sujo."

25 de jul. de 2016

Mais pais veganizando seus filhos no Reino Unido

A matéria está em inglês mas se resume a uma coisa: mais pais estão criando crianças veganas e elas estã abraçando a causa.

14 de set. de 2015

Vegana será ministra da agricultura de possível candidato inglês

Enquanto no Brasil Dilma coloca Kátia Abreu, a Miss Motosserra, como ministra da agricultura (e destruição ambiental), na Inglaterra uma esperança se abre. O possível candidato ao cargo de primeiro ministro pelo partido dos trabalhadores (Labour) terá a parlamentar Kerry MacCarthy como ministra da agricultura caso ganhe.

Kerry é vegana e é uma ativista prominente pelos direitos dos animais. Ele usou o púlpito parlamentar para defender o veganismo no Dia Mundial do Veganismo quatro anos atrás e fez campanha contra o extermínio dos texugos e caça às raposas quando era vice-presidente da League Against Cruel Sports. 

Vamos acompanhar o desenrolar dessa aventura política, seria muito bom para a causa vegana na Inglaterra e no mundo.

Fonte: Independent

15 de jul. de 2015

Raposas ganham batalha na Inglaterra

O governo conservador inglês quer liberar mais uma vez a caça à raposas, mas o voto que liberaria a lei que proíbe não aconteceu. O primeiro round foi vencido, mas a guerra contra os aristocratas sedentos por sangue está longe de terminar.


16 de nov. de 2013

Prefeitura inglesa nega alvará para criador de Beagles

Thank-You-Dogs
Ativistas ingleses estão comemorando mais uma vitória. A prefeitura de East Riding em Yorkshire, norte da Inglaterra, não concedeu licença a uma empresa de criação de Beagles para uso em experimentos, que geralmente envolvem dor e sofrimento.


O escritório britânico da PETA conseguiu que 10 mil de seus membros mandassem mensagens para a prefeitura pedindo que negasse o pedido da B&K Universal.

A fábrica de cães seria de onde cerca de dois mil animais sairiam para uma vida infernal, sendo envenenados, drogados e cortados em experimentos invasivos.

Fonte: PETA/UK

14 de jan. de 2013

Crueldade contra animais: o presente, e o passado, nos condenam

Importar-se com o bem estar dos animais é abrir os olhos ao que para muitas pessoas é invisível, seja no presente ou no passado. É perceber no prato de quem come carne o corpo de um animal torturado; é notar o cão magro e triste que tentar sobreviver de forma esquálida; é estar atento ao mundo com uma percepção mais aguçada.

Existe muita crueldade e indiferença, e mesmo em países onde a situação parece um pouco melhor, o passado abriga episódios que assustam pelo sadismo.

A Inglaterra é um desses lugares. Hoje em dia ela poderia ser considerada o berço dos direitos animais, mas talvez isso tenha se dado exatamente pela selvageria que acontecia por lá, o que provocou a reação de humanos mais iluminados.

Por exemplo, um dos passatempos dos ingleses no século XVIII era o que eles chamavam de arremessamento de galos (cock throwing), que foi representado em pintura por William Hogarth. Um galo era amarrado a um poste e as pessoas alternavam jogando varas na ave até ela morrer. Essa prática demoníaca era associada com a chamada Shrove Tuesday, a terça-feira antes da quarta feira de cinzas. Existe uma hipótese que a tortura do galo era uma espécie de malhação de Judas dos franceses, que eram normalmente representados por galos.

Haviam variações de como a tortura era feita, que não vale a pena repetir. Mas a sede de sangue daquela população era tanta que quando oficiais Puritânicos proibiram a atividade ainda em 1660 em Bristol, houve uma rebelião de aprendizes.

A popularidade da atividade foi enfraquecendo a medida que valores sociais e bem estar animal se desenvolveram. Hogarth, por exemplo, a representou como uma atividade bárbara. A partir da metade do século XVIII os magistrados começaram a lidar com o problema de forma mais dura, o que sinalizava uma perda de popularidade entre as classes mais respeitáveis, impondo multa para ofensas contra a ordem pública e com proibições locais em muitos lugares. Na metade do século XIX a tradição cruel havia sido esquecida, sobrevivendo como acidentes isolados até a década de 1840.

Isso demonstra que quando nos confrontamos com o barbarismo, como a Farra do Boi, podemos ter a esperança de que os tempos mudam. A história gira em ciclos, mas eu creio que no caso dos animais a tendência é que ela siga em progressão linear.

25 de out. de 2012

Parlamentares ingleses votam contra a matança de texugos

Com 147 votos contra e 27 a favor, o parlamento inglês votou contra a matança de texugos, adiando a questão até o verão setentrional de 2013. Infelizmente o voto não é legalmente capaz de impedir que o governo desista do plano ano que vem, mas ele recebeu uma mensagem bem claro do público (com uma petição de 150 mil assinatura) e dos representantes do povo.


Fonte: Guardian

23 de out. de 2012

Estilistas ingleses desenham peças para ajudar os animais

Stella McCartney, Mulberry, o chapeleiro Philip Treacy e Vivienne Westwood são alguns dos estilistas que estão contribuindo designs para serem exibidos durante uma festa de gala que vai acontecer dia 08 de novembro para levantar fundos para o Battersea Cats and Dogs, um abrigo de animais em Londres em operação desde o século XIX.

O apresentador da noite vai ser o comediante Paul O’Grady, que ficou famoso na década de 90 como a personagem Lily Savage e hoje dedica parte de seu tempo em prol de cães e gatos sem lar.

Fonte: Vogue/UK

1 de out. de 2012

História do ativismo animal: o trabalho pioneiro da Lynx contra o uso de peles

 Há alguns anos campanhas antipele com celebridades tornaram-se uma das facetas mais visíveis do ativismo pelos direitos dos animais. Mas foi uma ONG inglesa que trinta anos atrás fez um trabalho pioneiro que profissionalizou o movimento contra o uso de peles.

Chamada Lynx (que significa lince em português), a ONG de Lynne Kentish (foto à esquerda) foi quem conseguiu a grande faceta de extinguir as fazendas de peles no Reino Unido, o que aconteceu em 2003.

A organização foi fundada em 1985 por Lynne e seu então marido Mark Glover. Eles perceberam que para chamar a atenção eles precisariam da ajuda de famosos (na época ninguém era chamado de celebridade) e conseguiram o apoio de modelos, músicos e fotógrafos. Eles então produziram um série de campanhas e golpes de publicidades que não apenas fizeram o uso de peles algo démodé mas também transformaram em pária quem ignorasse sua mensagem de compaixão pelos animais.

O trabalho da organização brilhou durante sete anos mas acabou no começo da década de 1990 quando a ONG foi processada, causando um custo pessoal alto para todos os envolvidos. O casamento de Lynne e Mark acabou e Stefan Ormrod, que trabalhava para a campanha, mais tarde cometeu suicídio.

Hoje em dia Lynne mantém um projeto educativo chamado Lynx Theatre in Education Projects, que apóia e viaja por escolas com produções sobre bem estar animal e questões conservacionistas.

Campanha feita por Linda McCartney

O projeto ficou tão popular na época (anos 80), quando na Inglaterra houve um grande interesse em questões animais e ecológicas, que suas camisetas eram usadas até por aqueles que não se interessavam muito pelo assunto. Elas eram vendidas em lojas em Londres, Cambridge e Nottingham.

Uma das campanhas mais famosas foi a criada pelo famoso fotógrafo David Bailey e chamada “animais estúpidos”. A campanha apareceu em cinemas e posters e mostrava uma modelo na passarela arrastando um casaco de pele sujo de sangue com o slogan: são necessários até 40 animais estúpidos para fazer um casaco de pele mas apenas um para usá-lo.

Uma outra campanha famosa foi feita com a apoio de Linda McCartney, que emprestou seus serviços como fotógrafa.

Siouxsie Sioux
Entre outros famosos que apoiaram as campanhas da Lynx estavam Twiggy, Yasmin LeBon, Chrissie Hynde e Siouxsie Sioux.

“As empresas não levaram a gente muito a sério e foram pegas de surpresa”, diz Lynne. Não demorou muito para muitas das principais lojas de departamento no país fecharem suas seções de pele e por causa da queda de vendas as fazendas de pele também tiveram que fechar.

Lynne lembra do período da Lynx como uma época muito criativa, com ações como dia de anestia para casacos de pele, quando as pessoas eram convidadas a trazer seus casacos para a Trafalgar Square em Londres (principal praça da cidade) de modo que os animais pudessem ter um enterro decente.

Ela reconhece que infelizmente o comércio de peles persiste em muitas partes do mundo, com animais ainda sendo pegos em armadilhas cruéis ou criados em condições horríveis. Mas ela acredita que pelo menos no Reino Unido ele jamais fará um retorno significativo.

Lynne e Mark Glover
“Nós temos muito orgulho do que fizemos. Nós fizemos uma grande diferença. Centenas de milhares de animais que seriam mortos não estão sendo mais mortos,” ela disse.


Fonte: EADT24

31 de dez. de 2011

Kate Middleton se recusa a participar de matança anual de pássaros

Dia 26 de dezembro é conhecido na Inglaterra como Boxing Day. É também um dia em que tradicionalmente os aristocratas saem para caçar, inclusive a família real, que segue uma tradição de matar pássaros a tiros nesse dia. 

Mas Kate Middleton, que se casou com Prince William em 2011, se recusou a participar deste ritual macabro neste seu primeiro natal como esposa real. Assim fazendo ela seguiu os passos de sua falecida sogra Lady Di, que também não gostava de ‘esportes de sangue’. 

“A família real sempre teve dificuldade de se ajustar a novos valores sociais”, disse Ingrid Newkirk, presidente da PETA. “Nós estamos felizes que Kate escolheu não participar neste derramamento de sangue anual”, acrescentou a League Against Cruel Sports, uma ONG muito conhecida na Inglaterra.
 
Fonte: Digital Spy

28 de ago. de 2011

Foto do dia: Hugh Fearnley-Whittingstall


O chef inglês Hugh Fearnley-Whittingstall aparece no Guardian para promover seu novo livro no qual ele defende uma dieta a base de vegetais. Arrasou com Lady Gaga e seu vestido de carne.

11 de abr. de 2011

Debate sobre corridas de cavalos

Acabei de ouvir na BBC um debate sobre as mortes dos cavalos durante a competição no fim de semana. Por um lado, um especialista em bem estar animal e do outro, um jóquei, que acha absolutamente natural que os cavalos morram e tudo mais. Ele disse que esse é um mundo estranho porque as pessoas estão mais preocupadas com os cavalos do que com o jóquei que se feriu durante a corrida. Bom, se eu pudesse conversar com esse homem frio e arrogante, eu diria: o jóquei ESCOLHEU exercer uma profissão perigosa. É muito simples ver o motivo pelo qual ele não atrai simpatia.

17 de fev. de 2011

Dono vegano de time de futebol proíbe carne vermelha no clube

O diretor vegano de um time de futebol inglês proibiu a venda de hambúrgeres, salsichas e tortas de carne (‘cottage pies’) no estádio do Forest Green Rovers.

Dale Vince já havia instituído a proibição para os jogadores e a equipe do time e agora a extendeu a todos que freqüentarem as partidas na casa do time, o estádio New Lawn, com capacidade de 5,200 espectadores, e que fica em Stroud, Gloucestershire.

O vegano, que tem uma empresa de eletricidade verde chamada Ecotricity, disse: “Se carne vermelha não é bom para os nossos jogadores, também não é boa para a torcida.”

Outros tipos de carne, como frango e peixe, continuarão sendo vendidos junto com um menu vegetariano.

Comentário: embora seja uma pena que apenas a carne vermelha tenha sido eliminada do menu, não deixa de ser louvável que Dale tenho introduzido uma medida como essa em um ambiente tão inesperado como o de um clube de futebol.

Fonte: The Digital Journal

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11 de jan. de 2011

Petição contra fazenda leiteira atrai apoio massivo, na Inglaterra


O pedido à administração pública de se construir uma mega fazenda leiteira com vacas confinadas se deparou com uma enorme mobilização popular para impedir que a tragédia aconteça em North Kesteven, na região de Lincolnshire, Inglaterra. O pedido foi feito por uma empresa chamada Nocton Dairies.

Uma petição organizada pela ONG 38 Degrees e que será entregue amanhã (11) às autoridades, juntou mais de 60 mil assinaturas. Essa é a data de encerramento da consulta pública que atraiu milhares de objeções de cidadãos preocupados.

O custo previsto do projeto é de 34 milhões de libras ($R89.5 milhões) e 3,770 vacas serão exploradas 24 horas por dia. Elas viverão em regime confinado, com pouco ou nenhum acesso à pastagem como se faz em um sistema de fazenda-fábrica.

Os motivos para a oposição são vários. Bem estar animal, poluição e mau cheiro são os mais citados.

Ativistas dos direitos animais dizem que a intenção da Nocton é aumentar seu rebanho para mais de 8 mil vacas se conseguir a permissão para prosseguir com seu plano.

O parecer oficial está previsto para sair em março.

Atualização (12/1/11): no final, foram mais de 72 mil assinaturas.



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18 de dez. de 2010

Parlamentares ingleses pedem o fim da caça à raposa

Os parlamentares ingleses Chris e Lorraine Platt criaram o grupo “Conservadores contra a caça à raposa” (“Conservatives Against Fox Hunting”), grupo apoiado pelos parlamentares Caroline Dinengage e Dominic Raab, Mike Weatherley e Simon Kirby, segundo o inglês The Guardian. (Contra a caça à raposa na Inglaterra) 

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20 de out. de 2010

População de lontras inglesas se recupera


Um relatório da agência ambiental do governo britânico revelou que as lontras agora se encontram presentes em todas as regiões inglesas. Os animais quase desapareceram na década de 70 por causa dos efeitos tóxicos de pesticidas.

No sudoeste da Inglaterra e ao longo do Rio Wye, as populações de lontras alcançaram sua capacidade máxima. Há populações saudáveis em Northumbria, Cumbria, Wessex e Upper Severn.

A previsão é de que a espécie esteja completamente recuperada em toda a Inglaterra em menos de 20 anos.

A recuperação se deve a uma proibição de pesticidas nocivos instituída ainda na década de 70 e proteção legal aos animais, pela qual é crime intencionalmente matá-los ou feri-los. Houve também uma melhoria na qualidade da água, que trouxe de volta peixes em rios que antes se encontravam altamente poluídos.

“A lontra se encontra no topo da cadeia alimentar e sendo assim é um importante indicador da saúde dos rios ingleses”, disse Paul Raven, chefe de conservação e ecologia da agência.

“A recuperação das lontras da quase-extinção mostra o quanto fizemos para controlar a poluição e melhorar a qualidade da água. Os rios da Inglaterra estão em seu estado mais saudável nos últimos 20 anos, e as lontras, salmão e outros animais silvestres estão retornando a muitos rios pela primeira vez desde a revolução industrial”, ele disse.

Apesar do sucesso, a agência diz que ainda existe mais trabalho a ser feito e que continuará a trabalhar com fazendeiros, empresas e companhias de água para reduzir a poluição ainda mais, de modo que as lontras possam se recuperar completamente em todo o país.

A pesquisa examinou 3.327 pontos de rios no país entre julho de 2009 e março de 2010. O número de pontos com evidência da presença de lontras aumentou dez vezes em 30 anos, com registros positivos que cresceram de 5.8 por cento entre 1977 e 1979 a 58.8 por cento em 2009 e 2010. De 2002 para cá os registros positivos cresceram de 36 para 38 por cento. Esses números ultrapassam os objetivos estabelecidos para 2015 no plano de ação da biodiversidade.

Fonte: Click Green

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25 de mar. de 2010

ONG vegetariana inglesa recebe fundos para treinar cozinheiros de hospitais

A Vegetarian Society da Inglaterra foi uma das organizações a receber um estímulo financeiro do governo como parte de um projeto para melhorar o serviço de saúde pública. Para tal, o governo disponibilizou £50.000 em um fundo chamado B.I.G. para o qual diferentes entidades concorreram com seus projetos.

A Vegetarian Society ganhou £7.800 (R$21.000) para desenvolver um projeto chamado Food for All (Comida para Todos). Com esse dinheiro, a ONG vai treinar pessoas responsáveis pela comida em hospitais para ajudar a aumentar o entendimento do impacto da dieta no bem estar do paciente e também desenvolver uma consciência da importância de se respeitar as escolhas dietéticas dos pacientes. A organização diz que os vegetarianos não são bem atendidos nos hospitais britânicos.

A ONG diz também que a idéia é testar o curso no noroeste do país antes de levá-lo para outras regiões.


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11 de mar. de 2010

Veganos e ateus podem se beneficiar de nova lei no Reino Unido

Uma nova de lei para proteção da igualdade social chamada Equality Bill poderá garantir para veganos e ateus a mesma proteção contra discriminação que grupos religiosos recebem.

O código de prática preparado pela Comissão de Igualdade e Direitos Humanos para ajudar empregadores a interpretar a lei possibilitaria que Rastafaris e Cientologistas fossem protegidos.

O rascunho do código menciona especificamente os veganos como merecedores de proteção contra discriminação religiosa. Ele também diz que a definição atual de ‘crença’ também inclui “não crença”, dando assim proteção aos ateus.

O código diz: “Uma crença não precisa incluir fé ou adoração de um deus ou deuses, mas deve afetar como uma pessoa vive sua vida e percebe o mundo.”

O governo rebateu dizendo que não foi sua intenção que “pontos de vista e opiniões” como veganismo sejam protegidos pela lei.

A orientação da comissão é uma conseqüência de um parecer no último novembro de que mudança climática pode ser legalmente classificada como uma crença filosófica .

“É para os tribunais decidir o que constitui uma religião. Cultos e novos movimentos religiosos podem também ser religiões.” O código acrescenta que as crenças devem “atingir um certo nível de persuasão, seriedade, coesão e importância” para ganhar esse tipo de proteção.

Fonte: Personnel Today



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