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20 de dez. de 2018

Startup italiano faz seda de fibra de laranja

Seda vegana





Aonde há vontade, há um jeito...

Não é preciso explorar insetos de forma cruel para produzir aquele tecido macio e sofisticado conhecido como seda.

Uma startup italiana chamada Orange Fiber lançou  em um evento de moda em Los Angeles sua seda feita a partir da fibra de fruta cítrica.

"A empresa extrai celulose de centenas de milhares de toneladas de subprodutos de fruta cítrica e a transforma em materiais leves que podem ser usados da mesma forma que seda," diz as fundadoras Adriana Santanocito e Enrica Arena.

Note o componente de reciclagem dessa cadeia produtiva vegana!

A marca está colaborando com a grife Salvatore Ferragamo, que mostrou uma linha exclusiva feita com esses materiais na coleção Verão/Primavera 2017

E para quem tem dúvida, assim como o mel:

a seda tradicional não é vegana!

15 de out. de 2017

Gucci planeja criar fazenda de cobras

Esta semana vi muita gente compartilhando posts sobre a decisão da grife de moda Gucci abandonar peles de suas coleções, dizendo que não é moderna. Mas pelo visto para a Gucci, pele é só aquilo que reveste o corpo de mamíferos. Répteis, os animais mais vilificados do mundo, podem sofrer o pão que o diabo amassou, como esse vídeo denuncia, além de outros animais (AVISO: CENAS FORTES).

A ideia é essa mesma, apesar de soar bizarra: criar fazendas de cobras na Ásia para que sua pele possa ser usada em acessórios caros como bolsas e cintos. A desculpa é que isso ajudaria a coibir o tráfico ilegal de 'peles exóticas' no mundo, um negócio que movimenta $1 bilhão de dólares por ano. A empresa jogou até a palavra sustentabilidade no meio para soar melhor. Mas isso é o mesmo que combater a prostituição com bordéis.  

O problema é que empresas não questionam a exploração animal per se; apenas se preocupam com a sua imagem, que fica manchada quando vaza na empresa que as peles que usam vem de uma fonte 'ilegal'.

Eu consigo imaginar o horror que uma fazenda dessas representa. E você?

10 de jul. de 2017

Gisele Bündchen faz campanha antipeles

Hoje está todo mundo falando da capa da Vogue Paris onde a modelo brasileira faz campanha em prol de peles sintéticas. Eu acho louvável e um pouco tardio da modelo que já ganhou dinheiro com peles de animais torturados e mortos com eletrocução anal. Tudo bem, antes tarde do que nunca. Mas é preciso parar com a pele falsa também. O problema aqui é estético. No mercado, pouca gente vai conseguir diferenciar o que é falso e verdadeiro, embora para os animais o sofrimento é extremamente verdadeiro. A pele sintética perpetualiza a ideia de usar peles, de certa forma o legitimiza por criar uma versão mimética. É preciso uma ruptura mais drástica, buscar outra forma e apresentação de materiais. A pele sintética ainda carrega simbolicamente uma ideia de domínio, diferente do tecido com padronagem animal, onde é claro que se trata de uma homenagem por se tratar de uma textura muito diferente. Resumindo: pele sintética é melhor do que pele de animal, mas não põem fim a ideia de que pele pode ser usada - e a verdadeira, como sabemos que o fazem com cães na China, pode ser introduzida na supply chain sorrateiramente. Não superestime a capacidade da humanidade de ser ética e responsável.


29 de jul. de 2015

Jane Birkin não quer ser associada à bolsa de pele de crocodilo

A atriz e cantora inglesa radicada na França Jane Birkin mandou um recado para a marca de luxo Hermès: não quer mais ser associada com a famosa bolsa de luxo cujo conteúdo principal é a crueldade.

Feitas de pele de crocodilo, cuja exploração foi recentemente exposta pela PETA, a bolsa foi inspirada por Birkin, que é uma musa na França, mãe de Charlotte Gainsbourg e a voz da famosa canção Je t'aime.

A bolsa foi desenhada para ela depois de um encontro casual entre Birk e o então presidente da Hermès em um vôo em 1984. Birkin teria dito na época que ela não conseguia encontrar uma bolsa prática e elegante ao mesmo tempo.

A bolsa foi criada e desde então associada a ícone. Mas agora ela não quer mais essa associaçã com essa peça que custa cerca de 33 mil euros (cerca de 120 mil reais).




11 de nov. de 2014

16 de jul. de 2014

Insecta sapatos veganos


Eu não sei nem o que dizer de tão lindo que é o trabalho das estilistas da Insecta, que fazem sapatos veganos com material reciclado. Uma estampa mais interessante que a outra, além de designs incríveis. Entrega para todo Brasil. Se o seu problema era sapato vegano, já está resolvido.

20 de mar. de 2014

Vivienne Westwood fala de seu vegetarianismo

A rainha do punk fala sobre os motivos para ser vegetariana.


23 de fev. de 2013

Ativista invade passarela de Roberto Cavalli


Eu tenho minhas dúvidas se este tipo de protesto ainda dá resultado, porque o mundo da moda é tão irônica que tudo acaba virando uma espécie de afirmação da moda. A fraqueza do mundo da moda é a insegurança, o ego inchado, a baixa auto-estima e o ridículo e eu acho que é por aí que ele tem que ser enfrentado.

28 de nov. de 2012

Salvar um animal é salvar o seu mundo




“Resgatar um animal não muda o mundo, mas para o animal resgatado o mundo será mudado para sempre”

25 de nov. de 2012

Entrevista: D.R. Hildebrand, modelo vegano e autor

D.R. Hildebrand é aquela pessoa rara: um modelo masculino profissional e vegano, além de autor do romance Walking Marina sobre a única indústria onde a mulher é mais poderosa que o homem. Nesta entrevista exclusiva, D.R. Hildebrand fala de seu veganismo e daquela questão que a indústria da moda insiste em rebobinar: as peles.

Como modelo, você acha que seus colegas de profissão têm consciência da questão da pele?

Até um certo ponto. Eu sinto que a maioria dos modelos, como a maioria dos não-modelos, nunca foram educados sobre os detalhes da produção de pele. Tendo dito isso, a maioria parece saber o suficiente para pelo menos pausar e se perguntar se eles endossam o que eles são contratados para vestir. Para muitos modelos, sem saber especificamente porque, o estigma é claro: pele é má. Infelizmente, a indústria da moda glorifica o mau. Ela busca o malvado. Malvado é bom. Malvado é arriscado. Malvado é misterioso e esquivo e é este aspecto do levado pelo qual nossos egos anseiam. Os modelos aspiram a esta imagem de mau porque a moda apóia. E a moda apóia porque vende. Porém, como as décadas recentes de ativistas e jornalistas têm exposto o que “mau” realmente significa em respeito às peles – que se trata de algo grotesco e altamente barbárico – mais modelos e mais consumidores se deram conta de que é mais sexy agir responsavelmente do que ser afiliado com um ato tão horrível.

Você já se sentiu pressionado comercialmente para modelar peles?

Não. Como um modelo masculino com traços clássicos, eu não interesso aos estilistas de pele. No entanto, as peles são uma realidade para mulheres que trabalham em propaganda e para qualquer modelo que trabalha regularmente em editoriais, onde o visual desejado é sempre gelado e andrógino e as roupas excêntricas. Desde que surgiram as campanhas antipele nos anos 80 e 90, o uso de peles em geral declinou, mas infelizmente não desapareceu.

Por outro lado, os estilistas sentem a pressão. Como empresas farmacêuticas que atraem médicos para receitar suas drogas, as peleterias se agarram aos estilistas e estudantes de moda através de concursos anuais, amostras grátis, viagens grátis e qualquer coisa que os façam mais acostumados e entusiasmados com as peles, e passem a apoiar. Eles fazem uma lavagem cerebral para que eles acreditem que a pele é um pré-requisito para se produzir peças bonitas e desejáveis. Aqui é precisamente onde o movimento pelos direitos dos animais precisa recuperar campo: com a próxima geração de estilistas impressionáveis.

Em relação a outros produtos animais como couro, lã e seda? Existe menos rejeição destes materiais em comparação com peles?

Não existe rejeição alguma de produtos animais que não sejam pele. Tome o exemplo de uma modelo da ficha que modelos têm que preencher, com perguntas sobre habilidades lingüísticas e atléticas e sua disposição para serem fotografados nus e muitos outros tópicos. Apenas uma dessas perguntas diz respeito aos animais: “Você estaria disposto a modelar peles: sim ou não?” Não há problema em responder não. Porém, não existe pergunta alguma sobre couro, lã e seda. Não há urgência. Nunca houve uma grande campanha e abrangente contra eles e a indústria da moda, apesar de sua retórica, tende a ser mais pró-ativa em questões que realmente importam.

2012 viu um retorno de peles nas passarelas de todo o mundo. Como um modelo vegano, o que sente em relação a isso? Você acha que a tendência irá reverter?

D. R. Hildebrand: 2012 e anos recentes viram um pico de peles na moda. Eu não tenho idéia se isso vai durar, embora eu ache insensível e triste. Quando Lady Laga no verão posou revestida com um lobo morto, com cabeça e tudo, e declarou aquilo arte, eu pensei: essa é exatamente a imagem que define nossa apatia, nossos egos e nossa ignorância. Eu fiquei feliz quando ficou provado que eu estava parcialmente errado com uma explosão de repúdia na mídia. Eu espero que os estilistas prestem atenção no desprezo do público quando eles desenvolverem coleções futuras. Uma forma de reverter a tendência é provocar e explorar o lado especista das pessoas. Muitos consumidores idolatram gatos e cães, e, no entanto, mais da metade de toda a pele feita na China vem de gatos e cães, e etiquetada de forma enganosa, intencionalmente e ilegalmente. Este é um fato que as pessoas talvez comecem a levar a sério. Enquanto eu aplaudo o trabalho de pessoas como Tim Gunn e seu vídeo para a PETA, “Fashion Victims”, no qual ele detalha como coelhos, chinchilas, cobras e outros animais são escapelados e jogados fora vivos, eu fico surpreso que não exista mais trabalho sendo feito para criar consciência para muitos dos animais que nós adoramos e cujo pelo está sendo adicionado a uma gama de produtos baratos. O mercado não é de luxo, mas uma revolta contra o assassinato de gatos e cães poderia incitar mudança para outros animais também.

Qual o conselho você daria para veganos que trabalham na indústria da moda?

D. R. Hildebrand: Primeiro, conheça seus limites. Pense naquilo que você vai e não vai vestir, modelar e vender de antemão, de modo que você não se encontre em uma situação da qual você não pode sair. Segundo, não perca o ânimo e não desista. É melhor ficar na indústria e influenciar aqueles que estão ao seu redor, um por um, do que desistir como forma de protesto que poucos irão notar. E, terceiro, junte-se com outros veganos na indústria. Em Nova Iorque e em outros lugares, uma gama de pessoas da indústria, desde estilistas a maquiadores e editores, estão aos poucos desafiando a norma da crueldade na moda. É no mínimo fortificante saber que há outras pessoas no seu lado. Juntos vocês podem colaborar, motivar e vencer.

Visite: D.R. Hildebrand

23 de out. de 2012

Estilistas ingleses desenham peças para ajudar os animais

Stella McCartney, Mulberry, o chapeleiro Philip Treacy e Vivienne Westwood são alguns dos estilistas que estão contribuindo designs para serem exibidos durante uma festa de gala que vai acontecer dia 08 de novembro para levantar fundos para o Battersea Cats and Dogs, um abrigo de animais em Londres em operação desde o século XIX.

O apresentador da noite vai ser o comediante Paul O’Grady, que ficou famoso na década de 90 como a personagem Lily Savage e hoje dedica parte de seu tempo em prol de cães e gatos sem lar.

Fonte: Vogue/UK

13 de set. de 2012

Filme mostra o lado violento de sapatos de luxo

Nós veganos sabemos o que está por trás do couro: morte, poluíção, trabalhadores explorados em países de terceiro mundo. Tudo isso escondido por trás de uma imagem de glamour, como é típico desse capitalismo inconsequente do mundo atual.

Hoje durante meu safari diário pela internet eu me deparei com esse blog com trailer de um filme chamado My Fancy High Heels, que traduz como Meus Salto Alto Sofisticado.

Sério, a unica coisa sofisticada aqui é o nível de sadismo perpetrado nos animais vitimados por essa indústria.

A informação oficial do filme diz que ele foi filmado durante dois anos para tracear a trajetória de um par de sapatos da China até as ruas de Manhattan e inclui imagens de matadouros onde o ciclo de tortura começa.

Pelo que eu entendi, o filme não foi feito por ativistas de direitos animais, mas qualquer informação sobre os bastidores da moda que não seja tímida em relação a sua verdade nua e crua, é benvinda.


26 de jan. de 2012

Moda nacional, coitada, acha chique usar peles

Só existe um sentimento possível em relação a moda brasileira atual: desprezo. (Moda nacional, coitada, acha chique usar peles)

22 de jan. de 2012

Direitos Animais na #SFW

Lilian Pacce escreveu sobre a manifestação do Move Institute na SFW. Eu achei linda a intervenção.

12 de dez. de 2011

Manifesto anti-peles no Fashion Mob (SP)


Ontem (11) o MOVE INSTITUTE, fez uma intervenção contra o uso de peles no Fashion Mob, em São Paulo, no Vale do Anhangabaú. Raposas em formato real foram fixadas atrás da passarela. A organização teve o apoio da SOISOPOR e patrocínio do Projeto PÊLO. Nomes importantes da moda receberam releases, material sobre peles e sobre o manifesto.



17 de nov. de 2011

Estilista vegano no New York Times

John Bartlett, o estilista americano que de bad boy da moda se tornou uma ardente ativista pelos direitos animais foi o assunto ontem de uma matéria no New York Times. Eu adoro acompanhar a trajetória de John, que é meu amigo no Facebook. Eu vi todo o seu processo de veganização, até ele abandonar o couro de suas roupas. Ele usa suas lojas para feiras de adoção e é um crítico voraz da indústria de peles. Um exemplo. Para ler o texto em inglês, clique aqui.

29 de abr. de 2011

Couro e peles deverão ser etiquetados na Europa

Um novo acordo sobre a legislação de etiquetagem na Europa determinou que produtos de origem animal como couro e peles devem ser mencionados nas etiquetas de produtos têxteis vendidos na União Européia. 

A idéia é proteger consumidores de inadvertidamente comprarem peles reais e produtos de couro sem a intenção de fazê-lo. 

Em setembro será decidido se o texto determinará que a origem do material seja também mencionada.

26 de abr. de 2011

Colcci: mais uma grife cai na armadilha das peles

Se ao menos os designers caíssem em armadilhas de verdade para sentir na pele o que os animais sentem quando capturados e mortos em nome de uma moda cruel ... 

Segundo uma postagem no Facebook, na nova coleção da Colcci se encontram peles sintéticas e peles verdadeiras. A grife diz que pele colorida é tendência. 

 

Citar o Ibama como uma referência de qualidade e sustentabilidade é realmente uma piada, pena que uma piada muito sem graça. E dizer que os animais são criados livres de maus tratos e crueldade, quando eles são assassinados, realmente é um insulto a inteligência de qualquer pessoa. 

Semana passada a Arezzo anunciou que retiraria uma linha de peças com pele de raposa depois de sofrer pressão por ativistas online. Agora é a vez da Colcci ouvir daqueles que se opõem a esse tipo de crueldade através da qual animais livres são capturados em seus habitats para virar acessório para pessoas fúteis e sem ética. 

Infelizmente o website não inclui nenhum formulário de contato, por isso sugiro que comecemos uma campanha no Twitter usando a hashtag #boicotecolcci para denunciar essa iniciativa cruel da empresa.  Peça aos seus amigos e familiares que não comprem da Colcci até eles retirarem peles de seu portfolio.

18 de abr. de 2011

Arezzo diz que vai retirar peles da coleção

Depois de receber muitas reclamações pelo uso de peles em sua coleção, a Arezzo disse a um internauta que postou a seguinte declaração da empresa nos comentários da ANDA: 

"Prezados consumidores, A Arezzo entende e respeita as opiniões e manifestações contrárias ao uso de peles exóticas na confecção de produtos de vestuário e acessórios. Por isso, vimos por meio deste nos posicionar sobre o episódio envolvendo nossas peças com peles exóticas - devidamente regulamentadas e certificadas, cumprindo todas as formalidades legais que envolvem a questão. Não entendemos como nossa responsabilidade o debate de uma causa tão ampla e controversa. Um dos nossos principais compromissos é oferecer as tendências de moda de forma ágil e acessível aos nossos consumidores, amparados pelos preceitos de transparência e respeito aos nossos clientes e valores. E por respeito aos consumidores contrários ao uso desses materiais, estamos recolhendo em todas as nossas lojas do Brasil as peças com pele exótica em sua composição, mantendo somente as peças com peles sintéticas. Reafirmamos nosso compromisso com a satisfação de nossos clientes e com a transparência das atitudes da Arezzo. Atenciosamente, Equipe Arezzo" . 

Se a empresa for realmente fazer isso, ela tomou a atitude correta e merece crédito por isso. Reitero que boicotemos produtos de origem animal, inclusive o couro, da Arezzo ou de qualquer outra empresa.

17 de abr. de 2011

Crueldade: Arezzo vende echarpe de pelo de raposa

Não bastasse a quantidade enorme de couro em suas peças, a Arezzo lançou uma echarpe de pelo de raposas que ela está vendendo por R$1.549,00.

E não é só raposa que está sendo assassinada pelo produto. Ele também contem lã e cashemere, um material originado nos caprinos. Enquanto muitas empresas tem convergido para o caminho da sustentabilidade e compaixão, a Arezzo dá um passo atrás com a introdução deste produto cruel e anacrônico.

Os animais assassinados por sua pele são animais livres capturados em armadilhas cujos mecanismos são reminiscentes de equipamento de tortura medieval. Muitos morrem de infecções ou comem seus próprios membros em uma tentativa desesperada de escapar.

Boicote a Arezzo. Empresas que vendem peles de animais não merecem um centavo do consumidor ético.