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29 de mar. de 2026

Resgate de beagles em laboratório nos EUA

Parabéns aos heróis que resgataram esses anjos e trouxeram ao público conhecimento dessa atrocidade. Infelizmente, milhares de animais continuam presos nesses locais. Chega de crueldade contra animais em laboratórios. Nunca compre produtos testados em animais e exija do governo leis proibindo testes em cobaias, que no Brasil já são proibidos para cosméticos.



4 de mar. de 2023

Governo Lula restringe testes com animais

É para isso que fiz o L. Não concordo tudo com o que está no vídeo, mas no final há uma mensagem de esperança.


 

28 de mai. de 2021

STF valida lei de cobaias para cosméticos do Rio de Janeiro


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu ontem (27) manter a proibição da utilização de animais em testes experimentais de cosméticos, produtos de higiene pessoal e de limpeza no estado do Rio de Janeiro. Por maioria dos votos, os ministros validaram o dispositivo da norma estadual que estabeleceu a medida. 

O caso chegou ao STF por meio de uma ação protocolada na Corte em 2018 pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). A entidade alegou que a Lei Estadual 7.814/2017, aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), é inconstitucional por tratar de matéria sobre proteção ao meio ambiente, proibir a circulação de produtos que foram testados em animais e criar regras de rotulagem, questões que seriam de competência do Congresso Nacional. Por maioria de votos, os ministros seguiram voto proferido pelo relator, Gilmar Mendes. 

Para o ministro, o estado pode estabelecer medidas para proibir os testes em animais, mas não pode restringir a comercialização dos produtos. Segundo o ministro, o Rio apenas estabeleceu um patamar maior de proteção do meio ambiente e não invadiu a competência federal para tratar do assunto. 

 “As leis estaduais que vedam a utilização de animais para o desenvolvimento de experimentos e testes de produtos cosméticos parecem concretizar o exercício de competência legislativa plena dos próprios estados ante a inexistência de disciplina a nível federal”, afirmou. 

 Contudo, no julgamento, os ministros consideraram inconstitucional o dispositivo da lei que proibiu a comercialização de produtos derivados dos testes no estado.

7 de fev. de 2021

Elon Musk explora macacos para mais uma de suas aventuras

Elon Musk, como muita gente sabe, é o homem mais rico do mundo e um dos seres humanos mais arrogantes também. Além de suas tendências de extrema direita e de apoiar o golpe militar na Bolívia, que felizmente já foi desfeito, ela anda explorando primatas para um um estudo neurológico no qual implantes neurais são instalados na cabeça de macacos para que eles possam jogar video-games com a sua mente. 

 A pesquisa é feita através da empresa Neuralink, também de Musk e o objetivo é traduzir sinais elétricos do cérebro humano para o computador.

O dispositivo é do tamanho da altura de cinco moedas de 25 centavos de dólar e é implantado removendo-se uma parte do crânio e depois os eletrodos são costurados no cérebro.

Os primeiros experimentos foram feitos com ratos e depois com uma porca chamada Gertrude, que também foi submetida a um processo cirúrgico invasivo. Não se tem muitos detalhes sobre o que acontece com o macaco mas ele tem que ser amarrado a uma cadeira e imobilizado durante horas em cada sessão. Eles também são forçados a ficar sem água e comida para serem motivados a executar tarefas.

Os primatas são animais sociais e ativos e esse tipo de confinamento e isolamento podem causar muito sofrimento e estresse.

Não basta a aberração de ser um bilionário (quem precisa de ter tanto dinheiro?), Musk acha que a vida de um ser sensciente é apenas mais um brinquedo no seu jogo global de marketing.

Fonte: AAVS 

11 de jan. de 2020

Vitória para os animais em Maringá

A faculdade de odontologia da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, foi proibida de realizar testes com animais, e também de criar animais para esse fim. A sentença foi editada e publicada pelo juiz Fabiano Rodrigo de Souza, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, e foi publicada quinta-feira (9).

A sentença é resultado de uma ação do Ministério Público do Paraná iniciada em 2011. Segundo relatos, a faculdade fazia experimentos dolorosos e sem sentido desde a década de 80.

"As pesquisas científicas em questão, além de não terem se mostrado adequadas, porque envolveram maus-tratos dos animais a elas submetidas", também não tiveram "comprovação que a aplicação de suas conclusões em humanos apresente os mesmos efeitos do que nos cães," disse o juiz na sentença.

A multa é de R$1.000 por dia em caso de descumprimento.




16 de jan. de 2018

o argumento ético contra o uso de cobaias

Novo livro vindo do centro de Oxford de ética animal faz a argumentação ética contra o uso de cobaias. Veganismo deve sempre ser defendido nessa base porque a ciência pode sempre encontrar alternativas 'humanizadas'. Mas no campo moral não há como defender essa atrocidade. Tanto que, se fazer testes fosse aceitável, eles seriam feitos com humanos, com resultados melhores. O fato que a ciência abre mão desses resultados melhores em consideração ao bem estar e autonomia do sujeito humano, prova que os testes são violentos e cruéis. (Saber mais - em inglês).

13 de dez. de 2017

Alerj diz não a testes com animais

🐇🐰

Mas apenas em casos de cosméticos e produtos de limpeza... (ler mais +)

29 de jul. de 2017

Alckmin veta projeto que daria fim a tortura de animais em SP


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), pressionado pela mentalidade atrasada das instituições de ensino que têm interesse em torturar animais em sala de aula, vetou integralmente um projeto de lei de Feliciano Filho para restringir o uso de seres sensciente em sala de aula de cursos da área médica.

O projeto de lei 706/2012 foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) no início de julho mas Alckmin, que todo mundo é um neo-liberal que só tem foco em cifrões, vetou. Mas Feliciano criou essa petição para tentar reverter essa triste decisão.

15 de mar. de 2017

Testes em animais: você suporta isso?


Para assinar uma petição contra os testes feitos pela Loreal, clique no link

30 de jun. de 2016

Avon testa em animais

Quer dizer que a Avon, que vende maquiagem de quinta às custas de tortura em cobaias, agora carrega o estandarte da diversidade por causa de uma hashtag que usa 'a luta contra o preconceito' para se promover? E não é que está dando certo. A estupidez chegou a esse nível, em que os liberais agora acreditam que a revolução virá batendo na porta através de uma revendedora da Avon.

12 de fev. de 2016

Campanha italiana contra testes em animais


Linda essa campanha: sucinta, visualmente impactante e dá um nó na garganta, como deveria dar mesmo, porque a realidade dos testes com animais não é nada bonita.

2 de fev. de 2016

Cientistas ​exploram​ macacos geneticamente modificados ​para ter ​autismo

Um grupo de cientistas ​chineses ​criou macacos geneticamente modificados com comportamentos similares causados pelo autismo em animais humanos. A inform​a​ção é do New York Times

Segundo o jornal, o objetivo é testar potenciais terapias nos animais com ​a ​esperança de que sua similaridade com humanos possa levar a mais respostas sobre a desordem.

Os cientistas do Instituto de Neurociência da Academia Chinesa de Ciências em Shanghai dizem que os macacos apresentam comportamentos repetitivos, maior ansiedade e defeitos em interações sociais, como os autistas humanos. 

Eles agora estão fazendo ima​g​ens dos cérebros dos macacos parta identificar a deficiência nos circuitos cerebrais que causam o comportamento autista.

A pesquisa foi publicada recentemente no jornal Nature e parece ser a mais abrangente entre outras pesquisas usando macacos editados para terem genes ligados ao autismo.

O uso de macacos representa uma nova fase de exploração animal dentro desse campo de pesquisa, que antes focava em ratos mas agora prefere ​explorar animais "mais avançados".

É difícil ler sobre isso sem compartilhar o horror desses animais trazidos ao mundo apenas para sofrer e fazer dinheiro para cientistas sem ética. Animais que talvez não existiriam ou que existiriam com cérebros sem alterações de autismo são forçados a serem escravos da neurociência em nome do lucro. Esses cientistas deveriam pesquisar seu próprio cérebro para descobrir a causa de tamanha deformidade moral.

6 de abr. de 2015

​​Nobel de Literatura apoio novo relatório contra uso de cobaias

Um novo relatório pedindo a desmoralização de experimentos animais atraiu o apoio de mais mais de 150 acadêmicos, intelectuais e escritores, incluindo o ganhador do Nobel de literatura J. M. Coetzee. Chamado de “Normalising the Unthinkable”​​, o relatório é o resultado de um grupo de trabalho do Oxford Centre for Animal Ethics na Inglaterra.

Entre outros signatários está o Reverendo John Pritchard, antigo Bispo de Oxford, Professor Keith Ward da Oxford University, Professor Stanley Hauerwas da Duke Divinity School e o Professor Conor Gearty da London School of Economics.

Composto de 20 dos principais eticistas e e cientistas do nosso tempo, o grupo de trabalho concluiu que experimentos com animais são moralmente e cientificamente falhos. O relatório de mais de 50 mil palavras é a maior crítica dos experimentos animais já publicada.

"O abuso deliberado e rotineiro de animais inocentes e senscientes envolvendo dor, dano, sofrimento, confinamento estressante, manipulação, comércio e podem deveriam ser impensáveis. Porém, experimentos animais são exatamente isso, a “normatização do impensável”.

É estimado que cerca de 115.3 milhões de animais são usados em experimentos no mundo todo ano. O relatório afirma que esse número constitui uma das maiores questões morais de nosso tempo.

O relatório foi encomendado pela BUAV e Cruelty Free International como um crítica ética independente. Os membros do grupo de trabalho realçam que a BUAV de forma alguma influenciou as conclusões.

Os argumentos morais a favor dos testes com animais não se sustentam, diz o professor Andrew Linzey, co-editor do relatório e teólogo da Oxford University. “Nós olhamos para os argumentos centrais em relatórios oficiais e achamos que eles deixam a desejar. Se qualquer um deles fosse moralmente válido, eles também justificariam experimentos em seres humanos," diz Linzey.

O relatório conclui que a normatização dos experimentos animais ignora o que é conhecido sobre o sofrimento animal. A complexidade da sensciência animal não pode ser ignorada.

“Diferente dos nossos antepassados, nós hoje sabemos tanto quanto sabemos de humanos, que animais sentem não apenas dor, mas também choque, medo, antecipação, trauma, ansiedade, estresse e terror," ele acrescenta.

Esse processo de normatização tamém é baseada na idéia descreditada que os animais são apenas instrumentos que podem ser usados por seres humanos. Além disso, a normatização dos testes é desafiada por um novo pensamento moral que afirma que todos os seres senscientes não são apenas coisas, objetos, máquinas e ferramentas, mas tem valor próprio e merecem respeito.

Outros processos de normatização do uso de cobaias incluem regulamentos e controles que na realidade pioram a situação dos animais, e a repetição da idéia de que o interesse humano requer tais testes sem questionar esse fato.

“Nos saudamos esse novo relatório, que vai levar para frente novo pensamento ético sobre animais e questionar algumas das suposições preguiçosas de como a pesquisa com animais beneficia os humanos,” disse Michelle Thew, CEO da BUAV e Cruelty Free International.

Nos dias 26 - 29 de julho haverá um debate sobre o relatório da Summer School on the Ethics of Using Animals in Research in Oxford on 26-29 July 2015. Mais detalhes sobre a Summer School podem ser acessados aqui.

21 de out. de 2013

Como contribuir para o fim dos testes com animais


O resgate dos Beagles do #institutoroyal re-acendeu e expandiu o debate sobre o uso de animais em experimentações. Muita gente parece surpresa com essa realidade, talvez por ingenuidade ou por falta de informação. O fato é que o sentimento público parece ser contra essa crueldade institucionalizada contra animais.

Existe uma tentativa por parte da comunidade científica de desacreditar opiniões contrárias à vivissecção por serem opiniões de leigos. O fato é que a discussão sobre testes de animais não é científica, e sim ética e filosófica.

Você não precisa ter um PhD em alguma disciplina científica para se opor.

Porque o fato é que os animais não se voluntariam para os testes, sofrem muito com eles e depois são mortos. Precisa mais de que para se munir de argumentos?

Os cientistas, apesar de toda a sua fachada racionalista, sempre apelam para a chantagem emocional para defender a tortura dos animais. “Se não houver testes, não haverá remédios,” é o mantra repetitivo que eles entoam.

Ignore isso. Eles têm a obrigação de buscar alternativas ou não usar animais, já que como cientistas eles sabem muito bem que os animais sofrem.

Eu não vou entrar no mérito se esses testes funcionam e da indústria lucrativa que existe em torno deles. Eu sei que os animais sofrem e isso basta.

Se não e ético testar em seres humanos, não e ético testar em outros animais. Ponto final.

De um ponto de vista pratico, a melhor forma de ajudar os animais presos em laboratórios e diminuir a demanda por produtos que testam e evitar remédios, o que uma dieta vegana saudável junto com exercício físico com certeza ajuda. A PEA tem uma lista de empresas que não testam para ajudar a começar.

5 de jul. de 2013

Ativistas australianos invadem empresa aérea em protesto

Ativistas antivivissecção na Austrália invadiram de súbito os escritórios da companhia aérea Southern China And Philippine Airlines no dia 18 de junho. Eles exigiam que a empresa pare de transportar primatas que serão usados como cobaias. Eles pediram que a empresa pare de mentir sobre essa prática e declare publicamente que vai parar com esse transporte diabólico.


26 de jun. de 2013

BUAV denuncia empresas que torturam animais em pesquisas

foto de ratos usados como cobaias confinados em gaiolas de laboratórioPor Lobo Pasolini (da Redação)

A British Union for the Abolition of Vivisection (BUAV), uma ONG centenária que trabalha pelo fim do uso de cobaias animais, disse que algumas multinacionais de comida estão fazendo testes cruéis e além do que é requerido por lei. A denúncia é resultado de uma investigação com empresas como Yakult, Danone, Nestlé e Unilever.

Segundo a BUAV, muitas das torturas aos quais os animais são submetidos são para legitimar alegações de benefícios à saúde de comidas funcionais. Entre os animais torturados encontram-se coelhos, porcos e ratos.

Os experimentos envolvem induzir artificialmente sinais de uma doença nos animais através de engenharia genética ou injeção de produtos químicos e bactérias infecciosas.

Os animais sofrem os efeitos dolorosos das condições tais como dor de estômago e colite. Além disso, o método é questionado pelo fato de os animais serem representações falhas de condições humanas complexas e de longo prazo.

Por exemplo, para determinar se o consumo do iogurte probiótico da Yakult pode proteger o estômago humano de dano, os ratos ficaram sem comida por 20 horas e depois forçados a ingerir uma dose única da bactéria probiótica através de um tubo de metal de aço inoxidável inserido pelas suas gargantas até seus estômagos. Duas horas depois seus estômagos foram danificados quando eles foram obrigados a ingerir uma solução contendo ácido hidroclórico. Os animais sofreram durante uma hora antes de serem mortos para que seus estômagos pudessem ser dissecados e examinados.

Já a Unilever usou ratos e camundongos para testar produtos que contem Hoodia gordonii, um arbusto africano que já é usado como suplemento de gerenciamento de peso no tratamento da obesidade. Coelhas grávidas e camundongos foram submetidos a testes de toxicidade reprodutiva. As vítimas dos experimentos foram forçadas a comer extratos da planta durante sua gravidez durante 25 dias. Um dia antes de darem a luz, elas e seus fetos eram mortos e examinados.

Para explorar as propriedades antioxidantes e antiinflamatórias de uma fruta chamada goji berry, A Nestlé forçou camundongos a ingerir um preparo criado pela Nestlé chamado Lacto-Wolfberry. Depois de cinco dias, injetou-se diretamente no reto dos camundongos um irritante químico para causar doença no cólon. A dor abdominal fez que com eles parassem de comer e então eles foram forçados a comer Lacto-Wolfberry durante cinco dias. Os animais então foram mortos e dissecados.

Para provar que uma nova bebida com vários nutrientes chamada Fortasyn Connect diminui risco de Alzheimer, a Danone forçou camundongos geneticamente modificados a ter sintomas da doença a tomar a bebida por três meses. Alguns dos camundongos morreram por razões desconhecidas durante o experimento. No final do estudo, os animais foram mortos e seus cérebros dissecados e analisadas para sinais de melhora.

“Esse tipo de pesquisa não é apenas cruel, mas também desnecessária já que os benefícios de saúde da comida e pro bióticos já são conhecidos com dados humanos,” a BUAV disse em um press-release.

A denúncia confirma mais uma vez que testes com cobaias são usados puramente para reforçar estratégias de marketing, sem qualquer consideração pelo sofrimento e vida de outros seres senscientes.


Nota da redação: evite produtos destas empresas. Além de serem industrializados, completamente supérfluos e conterem ingredientes animais em sua composição, eles são carregados de crueldade.

11 de mar. de 2013

Entra em vigor lei que proíbe produtos de limpeza e cosméticos com crueldade na Europa


Depois de 20 anos de campanha contra testes em animais para produtos cosméticos, a batalha foi finalmente ganha! Entrou em vigor hoje, 11 de março de 2013, a lei que proíbe produtos cosméticos com crueldade em toda a Europa. Viva! O próximo passo agora é acabar com os testes em laboratórios. Se não pode ser sem sofrimento involuntário e sem matar – que não seja!

12 de fev. de 2013

Projeto de lei quer selo para produtos sem crueldade

Ricardo Izar
A Câmara analisa o Projeto de Lei 4586/12, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que cria o selo nacional “Brasil sem Maus-Tratos”, a ser concedido a empresas e a instituições que não utilizem animais em experimentos científicos, como a pesquisa de medicamentos.

Segundo o projeto, a cada dois anos, os órgãos competentes verificarão as condições das empresas cadastradas voluntariamente para a obtenção do selo.

Essas empresas deverão comprovar, documentalmente, que se preocupam com a defesa dos direitos dos animais e também com práticas sociais em benefício de jovens, idosos, pessoas com deficiência e pessoas de baixa renda. Além disso, os funcionários da empresa deverão ser conscientizados da necessidade de defesa dos direitos dos animais.

Uma comissão avaliadora será formada por representantes dos ministérios da Saúde; da Ciência e Tecnologia; e do Meio Ambiente. As despesas decorrentes da execução da lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.

Segundo Ricardo Izar, o selo que se pretende criar está em sintonia com os preceitos constitucionais que garantem a todos o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

“A fim de assegurar esse direito, cabe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”, ressalta Izar.

O projeto tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Boainformacao.com.br