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1 de nov. de 2020

Dia Mundial Vegano


01 de novembro é o Dia Mundial Vegano. Veganismo é um imperativo moral com animais não-humanos e uma necessidade existencial, já que o agronegócio tornou-se a maior ameaça ambiental do planeta (vide os fogos no Pantanal e na Amazônia)

Hoje a ONG inglesa VIVA fará o lançamento em Zoom do seu curta metragem END FACTORY FARMING (Pelo fim das fazendas fábricas) às 15h horário de Brasília. 

O link https://us02web.zoom.us/j/84001406036. Senha: 840 0140 6036.


1 de nov. de 2017

Dia Mundial do Veganismo



Hoje (1 de Novembro) é DIA MUNDIAL DO VEGANISMO. Não é possível, certo, ético, moralmente justificável apoiar os vários sistemas de exploração animal do mundo. Veganismo é a forma mais pragmática de frear essa insanidade mundial que transformou o planeta em um campo de concentração de animais domesticados e também selvagens, que têm cada vez menos espaço para sobreviver. Você pode fazer parte desta revolução. Torne-se vegano. AGORA!

1 de nov. de 2013

FELIZ DIA MUNDIAL DO VEGANISMO


Meio atrasado mais ainda está valendo. FELIZ DIA MUNDIAL DO VEGANISMO para todos os meus amigos veganos e para todos os veganos enrustidos. SAIAM DO ARMÁRIO - HOJE!

1 de nov. de 2012

Dia Mundial Vegano

Feliz Dia Mundial Vegano a todos. Se você ainda não é vegano, nunca é tarde. É possível, é melhor para o meio ambiente e principalmente, porque essa é a razão de ser do veganismo, é melhor para os animais.

Não importa se um dia o homem primitivo tinha que caçar, blá, blá, blá. NÓS EVOLUÍMOS! Hoje sabemos o suficiente sobre nutrição para podermos viver a base de plantas. E é uma delícia.

1 de nov. de 2011

Feliz Dia Mundial do Veganismo

Primeiro de novembro é o dia em que se comemora o DIA MUNDIAL DO VEGANISMO. Hoje é o dia de dizer para todos porque a dieta vegana é a dieta amiga dos animais, do meio ambiente e da nossa própria saúde. Ser vegano é mais do que comer plantas: é um gesto de respeito a todos os seres senscientes, todos os dias de nossas vidas. Torne-se vegano hoje!


1 de nov. de 2010

Porque eu me tornei vegana


Karen Heath e amigos

Por Karen Heath*

Eu lembro bem da minha última refeição com carne: o quase mítico sanduíche de bacon. Eu o preparei, o comi e pensei: “É isso; meus dias de comer carne chegaram a um fim”. E que alívio isso representou. Eu sabia há muito tempo que havia algo errado em comer animais, mas nunca tinha conseguido desistir. Isso foi 25 anos atrás.

Quando eu estava crescendo eu nunca tive exemplos de pessoas que não comiam carne em minha vida. Eu não conhecia nenhum vegetariano, mas eu sabia que eu deveria ser um deles. Meu pais às vezes chegava em casa depois de ter visto carneiros brincando em um campo e nesses dias declarava que ele não queria seu bife de cordeiro. Mas, além disso, nós éramos uma família que comia carne em toda refeição.

Depois de eliminar a carne da minha vida demorou alguns anos até eu me tornar vegana. Eu ainda me encontrava em processo de negação sobre a crueldade da indústria de laticínios e tinha essa imagem na minha cabeça de uma vaca feliz voluntariamente jorrando seu leite cremoso para dentro de um balde para que nós bebermos! Então um dia eu fiquei em uma fazenda leiteira e essa imagem se despedaçou. Não era nem mesmo uma fazenda ruim, de fato era uma dessas fazendas de família, daquelas bonitinhas que você vê em livros. Mas a realidade não era bonitinha – eu vi os bezerros sendo arrancados de suas mães para que as pessoas possam beber o leite que deveria ser deles. Os bezerros chupavam meu dedo ansiosamente e eu fiquei horrorizada ao tomar conhecimento daquilo que até então eu desconhecia.

Nesta mesma época eu comecei a resgatar animais, principalmente gatos, mas qualquer outro animal também. Tudo começou quando eu recolhi uma que havia sido atingida por um carro. A coisa escalou literalmente da noite para o dia e logo eu me tornei muito ativa em campanhas de castração e no trabalho com colônias de gatos não-domesticados. Mas eu acho que foi quando eu resgatei um cabrito perambulando nas ruas de Londres (sim, em Londres!) e eu o coloquei sentado no banco do passageiro do carro olhando pela janela que eu realmente me tornei vegana.

Como eu sempre gostei de cozinhar, não foi nada difícil. Eu senti falta de algumas receitas que não podem ser imitadas. Mas fica cada vez mais fácil a medida que novos produtos são lançados e eu sou, modéstia a parte, bastante inventiva!

Trabalhar com animais me dá certeza que se eu tenho uma certeza em relação ao futuro essa é que eu sei que eu nunca vou comer ou vestir qualquer coisa feita de algum animal ou contribuir para o sofrimento de animais de qualquer forma que esteja sob o meu controle. Com certeza eu não consigo ser tão boa quanto eu gostaria. Eu não sou perfeita e logo minhas ações afetam o planeta e seus habitantes. Eu mantenho um grupo de resgate de animais na Espanha, o que significa que minha pegada de carbono é pesada. Eu tenho que voar com freqüência mas eu tenho compensar minhas falhas onde é possível.

Eu sou ativa em vários tipos de campanhas no momento. As peles são notícias de novo. Eu sempre fico pasma ao ver um número grande de mulheres em geral inteligentes que saem por aí usando peles, as vezes até para passear com seus cães e declarando que amam animais. Eu adoro moda e sempre colecionei roupas de brechó mas nunca pele – como essas mulheres podem justificar isso? Eu acho estarrecedor e tenho sempre uma pilha enorme de panfletos na minha bolsa (que não é de couro) para distribuir assim que a estação das peles começa.

Além de existirem em um estado de negação em relação ao couro, um número ainda maior de pessoas que eu encontro tentam não pensar sobre a origem de sua comida. Eu fico comovida quando eles começam a dizer, “por favor, não me diga – é muito perturbador!”. Há esperança. Com um pouco de ajuda, eles poderiam ser os veganos do futuro. É muito fácil!

*Karen Heath vive em Londres, de onde ela coordena o Mama Cat Trust, que opera principalmente na região de Cambrils na Espanha. Visite o website: http://www.mamacat.co.uk/

Colabore! O que te fez tornar-se vegano? Vamos contar nossas estórias para marcar o Dia Mundial do Veganismo (01 de novembro). Deixe seu depoimento como comentário.


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1 de nov. de 2009

Ativistas de todo o mundo celebram hoje o dia dedicado ao veganismo

Hoje é o dia em que ativistas do mundo inteiro celebram uma revolução pacífica pelo direito que os animais têm de ser livres da opressão humana

Este é o momento de tornar-se vegano. Ser vegano é muito mais do que comer plantas. O veganismo inclui uma atitude ética em relação a todos os seres sencientes e ao planeta no qual vivemos. Sem dúvida, essa forma de pensar e viver representa uma ruptura com a visão antropocêntrica que tanto religião quanto sistemas políticos seculares têm fomentado ao longo da história. Porém, um número cada vez maior de pessoas está enxergando que nós não podemos continuar “fazendo tudo o que queremos”, como um gigante destruindo um planeta cada vez menor. Embora possa parecer difícil evitar produtos de origem animal, o fato é que a maioria da comida é derivada de plantas. Com um pouco de imaginação e dedicação, o veganismo se torna parte integral do nosso modo de viver em muito pouco tempo.

O termo original vegan (que foi aportuguesado para vegano e vegana) foi criado por Donald Watson em 1944 quando ele fundou na Inglaterra a Vegan Society, ainda hoje a principal referência do veganismo. Donald foi um pioneiro no sentido puro da palavra e levou uma vida saudável até sua morte em 2005 aos 95 anos de idade. Segundo informação no website da Vegan Society, desde 1909 havia um debate sobre a ética de se consumir produtos derivados do leite dentro do movimento vegetariano, do qual Donald fazia parte. Isso o levou, junto com Elsie Shrigley, a concluir que seria desejável coordenar vegetarianos que não consumiam laticínios, apesar da oposição que lhes foi posta pelo próprio movimento vegetariano.

O primeiro encontro aconteceu em Londres numa tarde ensolarada de novembro. Naquele dia, seis vegetarianos ‘sem laticínio’ que compartilhavam uma forma de pensar decidiram formar uma nova sociedade. O novo termo surgiu da primeira e última sílaba da palavra VEGetariAN. Em 1962 foi fundada a Vegan Magazine (Revista Vegana), e desde então a Vegan Society vem ajudando milhares e milhares de pessoas a abandonar produtos animais e adotar uma postura mais compassiva em relação aos não humanos, o meio ambiente e sua própria saúde.

O exemplo deixado por esse pequeno grupo de pessoas mostra o quão longe determinação e originalidade podem ir. Apesar de os veganos (ainda) serem minoria no mundo atual, o veganismo é um termo reconhecido em toda parte e o mercado de produtos veganos cresce cada vez mais.

Como a Vegan Society diz, um dia o uso de produtos animais (carne, laticínios, ovos, couro, lã, seda, peles etc.) e o uso de animais em experimentos, entretenimento, trabalhos forçados etc. serão vistos como uma mancha vergonhosa no passado da humanidade, da mesma forma que hoje nos horrorizamos quando pensamos na escravidão humana e nas caças às bruxas.

O veganismo é parte de uma evolução ética e embora ainda existam obstáculos colossais que devem ser superados até que ele se torne a norma, um dia – e quem sabe antes do que esperamos – isso acontecerá. Todos podemos ajudar a fazer isso acontecer. Basta tomar uma decisão simples mas cujo impacto é muito maior e muito mais positivo do que talvez consigamos enxergar a olho nu.

Feliz Dia Mundial Vegano!



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