18 de fev. de 2026
20 de jul. de 2025
Benefícios ambientais do veganismo
15 de abr. de 2025
Programa de iniciação vegana
- Receitas veganas deliciosas
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21 de mar. de 2025
Veganismo em 2025
Passando aqui para lembrar que veganismo não vai acontecer via:
- empresas multinacionais que lançam um produtos vegano não saudável aqui e aí para engabelar os veganos e fazer as pessoas acreditar que uma mudança sistêmica está acontecendo. Veganismo não vai acontecer pelo capitalismo de consumo. Vai acontecer por mudanças de hábitos, das estruturas de produção agrícola.
- celebridades que se dizem veganas. Com exceção de poucas, como Joaquin Phoenix, não celebre celebridades que não tem compromisso com direitos animais. Veganismo não é apenas 'plant-based' - é uma filosofia de direitos.
- alienação política. Não existe veganismo sem política. Decisões políticas afetam os animais, política internacional afeta os animais, genocídio afeta os animais. Veganismo toma posição em relação aos humanos também e essa posição é pelas minorias, pelos povos nativos e por aqueles que são tradicionalmente oprimidos.
3 de dez. de 2024
A inocência dos animais
23 de nov. de 2024
Manufaturando consentimento para a exploração animal
No Brasil nós podemos ver isso em ação o tempo todo, como por exemplo, a normalização de Bolsonaro, que apesar da repelência absoluta, foi feito palatável por uma economia midiática que aos poucos faz que uma figura absolutamente esdrúxula se torne aceitável e até elegível (felizmente não mais, e em breve, preso).
Eu acho que esse conceito pode ser extrapolado para o consentimento da população com as atrocidades cometidas contra os animais e que são naturalizadas através de estratégias diversas como a inferiorização dos animais, a negação do seu sofrimento e de uma constante reforço do mito antropocêntrico da superioridade humana.
A verdade é que na cultura nada é natural, tudo é aprendido e constantemente reforçado. Quando uma pessoa diz que ela não vive sem carne, essa fala não parte dela; essa fala foi implantada nela e ela apenas reproduz. Quando uma pessoa diz que é contra o sofrimento animal mas o aceita como um preço (não pago por dita pessoa) para se ter carne, ovo ou queijo no prato, ela está repetindo um discurso com o qual ela foi condicionada a aceitar e reproduzir, de forma automática, como o padrão e, de certa forma, inevitável.
Tudo isso obviamente não é desculpa para o comportamento de cada pessoa, que tem mecanismos de rompimento desses padrões. Eu acredito que tudo é escolha, porque todos nós somos expostos às mesmas engenharias de consentimento e nem todos somos afetados por ela. O indivíduo sempre é responsável por suas ações.
O que é útil em entender esse mecanismo que Chomsky fala é que ele nos dá uma clareza sobre aquilo que estamos lidando e uma possibilidade de manufaturarmos um outro mundo com outros discursos onde o respeito à vida e à integridade dos animais não-humanos têm valor absoluto e intrínseco.
1 de nov. de 2024
Dia Mundial do veganismo
14 de nov. de 2023
Mês do veganismo
Passando para lembrar que veganismo é liberação animal e de todos os animais. Pelo fim dos matadouros, inclusive dos matadouros humanos como Gaza virou, pelo respeito a todos os seres sencientes.
Se você ainda não se tornou vegano, recomendo a leitura dessa página.
Pelos animais, pelo planeta e pela sua saúde. SEJA VEGANO
4 de nov. de 2023
Dia Internacional do Veganismo
Esta semana mais uma vez se comemorou o dia mundial do veganismo (01.11). Leia aqui o manifesto vegano e por favor considere o veganismo pelos animais, pelo planeta e pela sua saúde.
15 de nov. de 2022
Veganismo nas ruas de Berlim
15 de abr. de 2022
Flexitarianos impulsionam mercado vegano, diz Folha de São Paulo
21 de out. de 2020
Sabrina Fernandes fala sobre veganismo
Sabrina Fernandes faz um trabalho incrível para educar as pessoas sobre marxismo. Vegana, ela fala sobre o tema no vídeo abaixo. Vale a pena ouvir.
7 de set. de 2020
1 de jun. de 2020
Veganismo no pós-pandemia
5 de fev. de 2020
Oferta de produtos veganos cresce no Brasil
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| Seção vegana no Supermercado Pinheiro em Fortaleza |
Uma nova pesquisa da Mintel parece corroborar aquilo que podemos notar no dia-a-dia, nos supermercados e nas inúmeros microempresas que voltam sua atenção para o público vegano.
Segundo a pesquisa, nos quatro anos entre 2014 e 2018, a oferta de produtos veganos cresceu 677%. Outra pesquisa da Mintel, e sobre o cenário global, apontou que o Brasil é o sexto país que mais tem lançado produtos veganos.
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) diz que apesar do crescimento, a demanda ainda não é completamente atendida, o que também é óbvio pelas lacunas na variedade de produtos. Isso significa oportunidade para potenciais empreendedores veganos.
O mercado de leite de planta também cresceu bastante, precisamente 51,5%, incluindo opções a base de soja, arroz, aveia, coco e amêndoas, gerando uma receita de R$ 545 milhões, segundo Euromonitor International.
Existem vários outras estórias de sucesso como a Futuro (carne vegana) e a NoMoo (fermentados) que mostram que inovação vegana está chegando ao Brasil. Em Fortaleza, o Supermercado Pinheiro abriu uma seção inteira de produtos veganos.
E sabe como isso acontece? Espalhando o veganismo, o que gera consciência e mais veganos, e daí o mercado responde. Então continuemos a falar do veganismo porque essa expansão mercadológica é resultado do ativismo.
22 de dez. de 2019
Xuxa, a rainha dos bichinhos
1 de dez. de 2019
Afro-veganismo no Brasil
Thallita Xavier se tornou vegana em 2013. Lançou um blog para divulgar receitas. Depois de um tempo, resolveu politizar mais. E agora o blog se chama Meu Corpo Negro, que, como o nome sugere, explora identidade racial num contexto de ativismo vegano direcionado aos negros e moradores de favelas.
Afro-veganismo no Brasil
Thallita ajudou a fundar o grupo Movimento Afro Vegano, que trabalha para distribuir informação entre pessoas nas favelas e outros locais onde o veganismo raramente chega e onde há muita desinformação sobre o tema.Uma delas é a de que o veganismo é coisa de classe média branca. Essa falsa impressão tem a ver com a cultura de consumo que co-opta o veganismo e onde tudo é classe média branca.
Mas como Thallita diz, as culturas ancestrais negras e indígenas já estavam preocupadas com a saúde e a relação com a natureza.
Thallita se comunica com o público pelas redes sociais, seja pelo seu Instagram pessoal ou o Instagram de sua empresa de comida que atende eventos.
O trabalho dela é admirável em vários sentidos. Primeiro, porque desmistifica o veganismo. Segundo, porque fortalece a saúde da população negra, alvo do que ela chama de nutricídio e a fortalece na saúde do corpo, algo essencial nessa bio-política sinistra que nos ataca através de política antivida.
Veganismo tem o potencial de unir classes sociais, espécies e criar um mundo pais pacífico.
1 de nov. de 2019
Dia Mundial do Veganismo
Desde 1994 o mundo celebra o Dia Mundial do Veganismo. Essa data foi criada para marcar os 50 anos (agora 75) da criação do termo 'vegan' por Donald Watson, sua esposa e amigos na Inglaterra, quando eles fundaram a Vegan Society (leia aqui o manifesto vegano original).
É importante nesta data lembrar que o veganismo não é apenas uma dieta. É uma forma de ver o mundo e de se relacionar com ele, com uma ética que inclui todos os seres sencientes. O vegano sempre analisa uma situação que envolve os animais do ponto de vista do animal, como um ativista de direitos humanos também toma o lado dos vulneráveis e mais fracos.
É bom realçar que não existe contradição entre direitos humanos e não-humanos: um complementa o outro. A mera sugestão do contrário é, com certeza, um sinal camuflado de especismo, isto é, preconceito contra os não-humanos.
Se você ainda não é vegano, considere tornar-se vegano HOJE. Nunca é tarde e é muito mais simples do que você pode imaginar.




