Eu gostaria de pedir o apoio de vocês para compartilhar entre seus amigos que falam inglês o novo projeto da ANDA do qual estou à frente. Trata-se do GLOBAL ANDA, a extensão em língua inglesa do ANDA - AGENCIA DE NOTÍCIAS DE DIREITOS ANIMAIS, que desde 2008 vem ajudado a aumentar a visibilidade da causa na grande imprensa. Estou atuando como editor do website e nosso projeto é divulgar temas animalísticos muito específicos do Brasil para que eles ganham visibilidade no mundo. Participe desse projeto e divulgue. Gratidão!
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13 de nov. de 2019
3 de abr. de 2014
Criador do Vista-se estréia coluna no R7
O criador da rede social vegana Vista-se estreou uma coluna focada em direitos animais no website R7. Isso mostra que o tema conquista espaços maiores na mídia. Vamos apoiar curtindo e compartilhando para mostrar para o R7 que o tema é popular. Parabéns, Fábio.
21 de fev. de 2013
A indústria da carne e a mídia
Mais uma fatia da mídia na mão dos exploradores de animais.
“Parte da rede gaúcha RBS, a emissora de TV Canal Rural pode ser controlada pela holding J&F nos próximos meses, controladora do frigorífico JBS. De acordo com reportagem do Estadão, a negociação, avaliada em R$ 150 milhões, será anunciada em breve.”
E o povo engolindo esse mito que precisa de carne para viver, enquanto bilhões de animais sofrem mortes horríveis. A humanidade me deixa perplexo.
Mas alguns relatos nos dão esperança ...
“Parte da rede gaúcha RBS, a emissora de TV Canal Rural pode ser controlada pela holding J&F nos próximos meses, controladora do frigorífico JBS. De acordo com reportagem do Estadão, a negociação, avaliada em R$ 150 milhões, será anunciada em breve.”
E o povo engolindo esse mito que precisa de carne para viver, enquanto bilhões de animais sofrem mortes horríveis. A humanidade me deixa perplexo.
Mas alguns relatos nos dão esperança ...
30 de mar. de 2012
Ativismo na mídia
Esta semana eu fui entrevistado pela imprensa local do ES sobre uma matéria sobre carroças, um anacronismo que precisa ser banido no Brasil. Tive a oportunidade de apresentar ideias abolicionistas (carroças têm quer proibidas e não reguladas; os carroceiros tem que ser incluídos socialmente) e domingo a matéria sai.
O melhor de tudo é que a matéria foi sugerida por mim. Eu vi um quase-acidente com uma carroça e mandei um email para a jornalista que edita um suplemento sobre a região onde vivo.
Todo mundo pode fazer isso. Sempre que possível se aproxime da mídia com ideias para ajudar os animais e melhorar o mundo. É preciso circular valores éticos para imbuí-los no grande público.
Depois digo como a matéria ficou.
O melhor de tudo é que a matéria foi sugerida por mim. Eu vi um quase-acidente com uma carroça e mandei um email para a jornalista que edita um suplemento sobre a região onde vivo.
Todo mundo pode fazer isso. Sempre que possível se aproxime da mídia com ideias para ajudar os animais e melhorar o mundo. É preciso circular valores éticos para imbuí-los no grande público.
Depois digo como a matéria ficou.
31 de jul. de 2011
Revista Planeta traz vegetarianismo na capa
O assunto é destaque na edição de agosto. Eu consultei o website da revista e vi que há um artigo também sobre o livro de Peter Singer sobre direitos animais, Libertação Animal além de uma reportagem sobre o crescente número de animais domesticados no Brasil.
20 de jan. de 2011
Mais uma revista vegetariana: Vegazine
Hoje eu descobri pelo Twitter esta revista chamada Vegazine, produzida pelo grupo Ativeg. Bonita! Boa sorte para eles, quanto mais informação para veganos e futuros veganos, melhor.
23 de nov. de 2010
Peles: a crueldade insistente
Para marcar a semana mundial de protestos anti-peles, vou iniciar um novo método de blogar: Storify. Essa plataforma ainda em estágio Beta possibilita ao blogueiro um processo de curadoria de comentários feitos em redes sociais. É um instrumento fantástico de pesquisa editorial e de acesso ao que as pessoas estão dizendo sobre um determinado assunto. Storify ainda vai dar o que falar ...
10 de nov. de 2010
Veja só! Filhinhos vegetarianos, pensamos sim
E a Veja por acaso tem credibilidade?
Informações em inglês sobre vegetarianismo para crianças
"A Revista Veja dessa semana publicou matéria comentando – e condenando – vegetarianismo entre crianças."
(Ler mais +)
(Ler mais +)
Informações em inglês sobre vegetarianismo para crianças
18 de ago. de 2010
O mito da ‘vaca feliz’
Anteontem fui ao cinema ver um filme aqui em Londres.
Antes do filme começar, passaram uma série de comerciais feito especialmente para cinemas. Um deles era de uma marca famosa de manteiga aqui na Inglaterra chamada Anchor.
O comercial mostra vacas animadas chegando ao trabalho todos os dias para fabricar manteiga. As vacas batem ponto, controlam a qualidade do produto, fazem um ‘break’ com sanduíches de gramas que elas retiram de uma máquina operada com moedas e sorriem quando um funcionário feliz parte em um caminhão, levando a a manteiga para ser distribuída.
No final aparece o slogan: Anchor, Feita Por Vacas.
Esse tipo de estratégia é comum na indústria de exploração animal. Para disfarçar a crueldade da exploração animal, emprega-se uma mitologia infantilizada e nostálgica de uma relação simbiótica com os animais, que aparecem fazendo o seu trabalho voluntariamente e de bom grado.
Essa estratégia apela para uma visão bucólica da agricultura animal, que obviamente é falsa, como vários vídeos investigativos que circulam pela internet demonstram.
E mesmo que a vida das vacas fosse realmente ‘boa’ como essas propagandas sugerem, ainda assim elas teriam seu fim no matadouro.
Donald Watson, que fundou a Vegan Society na Inglaterra em 1944 e criou o termo, cita uma visita a uma fazenda familiar, que hoje seria considerada ‘orgânica’, como sua fonte de inspiração para o veganismo.
Ele não precisou ir a uma fazenda-fábrica do pós-guerra para ver que o direito a autonomia dos animais é retirado deles quando eles são submetidos a domesticação e o cativeiro.
Veganismo é principalmente uma oposição a idéia de domesticação de animais.
Não existe a vaca feliz. Existe apenas o produtor explorador. O único animal feliz é o animal que pode viver livre em seu habitat, com todos os desafios e prazeres que a natureza lhe possibilita.
Antes do filme começar, passaram uma série de comerciais feito especialmente para cinemas. Um deles era de uma marca famosa de manteiga aqui na Inglaterra chamada Anchor.
O comercial mostra vacas animadas chegando ao trabalho todos os dias para fabricar manteiga. As vacas batem ponto, controlam a qualidade do produto, fazem um ‘break’ com sanduíches de gramas que elas retiram de uma máquina operada com moedas e sorriem quando um funcionário feliz parte em um caminhão, levando a a manteiga para ser distribuída.
No final aparece o slogan: Anchor, Feita Por Vacas.
Esse tipo de estratégia é comum na indústria de exploração animal. Para disfarçar a crueldade da exploração animal, emprega-se uma mitologia infantilizada e nostálgica de uma relação simbiótica com os animais, que aparecem fazendo o seu trabalho voluntariamente e de bom grado.
Essa estratégia apela para uma visão bucólica da agricultura animal, que obviamente é falsa, como vários vídeos investigativos que circulam pela internet demonstram.
E mesmo que a vida das vacas fosse realmente ‘boa’ como essas propagandas sugerem, ainda assim elas teriam seu fim no matadouro.
Donald Watson, que fundou a Vegan Society na Inglaterra em 1944 e criou o termo, cita uma visita a uma fazenda familiar, que hoje seria considerada ‘orgânica’, como sua fonte de inspiração para o veganismo.
Ele não precisou ir a uma fazenda-fábrica do pós-guerra para ver que o direito a autonomia dos animais é retirado deles quando eles são submetidos a domesticação e o cativeiro.
Veganismo é principalmente uma oposição a idéia de domesticação de animais.
Não existe a vaca feliz. Existe apenas o produtor explorador. O único animal feliz é o animal que pode viver livre em seu habitat, com todos os desafios e prazeres que a natureza lhe possibilita.
6 de jul. de 2010
Estória sobre atriz cruel repercute
O artigo sobre a entrevista da atriz Adriana Birolli, que descreveu a gargalhadas no programa do Jô Soares como ela matava animais em seu tempo no escotismo, pegou a atenção da mídia. O website R7 publicou um artigo com a manchete: Adriana Birolli desperta fúria de protetores de animais.
Isso significa que começamos a ser ouvidos e influenciar a mídia.
11 de jun. de 2010
Band: propaganda descarada em prol da carne e do desmatamento
Alguém do meu círculo de amigos do Orkut mandou um link sobre um comentário da TV Bandeirantes sobre a campanha do governo contra a “carne ilegal”, a que causa desmatamento.
Obviamente o governo sabe que toda produção de carne faz mal para o meio ambiente, mas se a mera menção de desmatamento ligada à carne gera reações como essa que você verá no vídeo abaixo, imagine o que esses empresários que se beneficiam da destruição da vida fariam se o governo pedisse que as pessoas se tornassem veganas. É uma batalha de Davi e Golias, sem dúvida. Mas quem vai ganhar sempre será Gaia, disso eu tenho certeza.
Em tempo: segundo o relato que eu li pelo Orkut, a família Saad, proprietária do grupo Band, tem grande parcela de seus negócios concentrado na criação de gado para corte e gado leiteiro.
A melhor maneira de lidar com esse problema é tornar-se vegano. Torna carne é ilegal do ponto de vista ético porque é o resultado do assassinato de um animal.
22 de mar. de 2010
Animais em circos: não é necessário ouvir “os dois lados”
Uma matéria sobre circos publicada (21 de março) ontem na Folha de São Paulo (online, mas apenas para assinantes) se camufla de jornalismo imparcial para dar voz aos donos de circos que querem perpetuar a crueldade que é manter animais como atrações sob lona.
Como já é unânime que os animais sofrem quando presos em circos – será que alguém pode duvidar que um circo é um inferno para um elefante, por exemplo? – é completamente irrelevante seguir a regra jornalística de ouvir os dois lados nesse caso. Na verdade, ao fazer isso, a Folha aparenta tendenciosa a favor dos donos de circo pois está ouvindo a opinião de pessoas que têm interesse econômico em perpetuar esse abuso contra animais (além de ter dado menos espaço para os defensores de animais). É como ouvir um pseudo-cientista que duvida da mudança climática em uma matéria sobre meio ambiente. Não faz sentido e nos leva a crer que a publicação tem algum interesse em manter uma situação insustentável.
Disfarçar essas estórias com uma camada fina de nostalgia não adianta. O mundo mudou e os circos que quiserem continuar na ativa têm que retirar os animais de cena. A discussão já foi feita e os circos com animais perderam. É simples assim.
Update: Outro comentário (mais detalhado) sobre esta mesma matéria da Folha de São Paulo.
9 de fev. de 2010
TV britânica é multada em quase R$ 5 mil após rato ser morto em reality show
A emissora britânica ITV foi multada por um tribunal australiano nesta segunda-feira (8) em 3 mil dólares australianos (cerca de R$ 4,8 mil) após um rato ter sido morto e comido durante episódio do reality show “Eu sou uma celebridade… Me tirem daqui”.
6 de out. de 2009
O erro do "Planeta Bizarro" do portal G1
Por Robson Fernando
O maior erro do Planeta Bizarro do G1 é postar notícias envolvendo crueldade contra animais e sofrimento animal. O portal deixa transparecer que trata a maldade humana contra bichos como um mote a atrair gente ávida por fatos inusitados, bizarros e curiosos da mesma forma que notícias inocentes como um recorde inusitado ou um sanduíche ultracalórico.
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