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17 de set. de 2019
Começou a estação de massacre de golfinhos
A enseada de Taiji está mais uma vez manchada de sangue com golfinhos presos em currais aquáticos, aterrorizados por pescadores japoneses que os matam e os capturam para vender para parques aquáticos. Famílias destruídas, animais traumatizados para sempre. O Japão mais uma vez mostra ser o maior bully de cetáceos do mundo.
Acompanhe o Twitter do Dolphin Project aqui. Escreva para a embaixada do Japão e registre seu protesto contra essa atrocidade.
31 de mar. de 2014
ONU ordena que Japão pare de caçar baleias na Antártica
Um tribunal da ONU concluiu que a caça às baleias pelos japoneses não é científica, mas apenas um programa comercial disfarçado de ciência.
“O Japão deve revogar qualquer autorização ou licença presente do programa JARPA II (de pesquisa) e não emitir novas licenças, disse o juiz da Corte de Justiça Internacional Peter Tomka.
O diretor do Sea Shepherd na Holanda disse que o parecer se aplica JARPA II, mas nada impede que um programa científico com uma base mais sólida possa acarretar um retorno de caça de baleias na Antártica.
O Japão disse que está desapontado, mas que vai obedecer ao parecer.
A Austrália disse que desde 1988 o Japão já matou mais de 10 mil baleias, que foi o país que abriu o processo em 2010. “Essa decisão manda uma mensagem clara para governos mundo a fora que a exploração de animais não vai ser tolerada e animais devem ser protegidos no nível mais alto,” disse Claire Bass, diretora de campanhas de animais silvestres da World Society for the Protection of Animals.
A Islândia e Noruega mantêm programas comerciais de caça a baleia apesar de uma moratória datada de 1986. Ao contrário do Japão, esses dois países nunca disfarçaram seu programas como sendo científicos.
Fonte: AFP
17 de jan. de 2014
Dia sangrento em Taiji hoje
Recebi uma atualização que hoje caçadores de golfinhos conseguiram encurralar cinco cardumes grandes de golfinhos nariz de garrafa. O destino desses animais extremamente sensíveis e inteligentes é ou a vida na prisão ou uma morte lenta e dolorosa. Com certeza esses caçadores psicopatas farão milhões de dólares do sofrimento de centenas de animais. Que o destino retribua em triplo.
12 de dez. de 2013
Alerta: Japoneses preparam matança de baleias na Antártica
Três navios, sendo dois destinados à matança de baleias e um à vigilância partiram para o mar Antártico, para caça anual ao mamífero, segundo a imprensa japonesa. As informações são do Econoticias. (Alerta: Japoneses preparam matança de baleias na Antártica)
18 de out. de 2012
Exposição chama a atenção para os animais abandonados em Fukushima, no Japão
Porém, o governo japonês proibiu os habitantes do local a levarem seus animais e 18 meses depois, muitos deles ainda vagam pela cidade, esperando serem resgatados.
Uma fotógrafa japonesa chamada Yasusuke Ota recentemente mostrou em Amsterdam fotos que ela fez destes animais quando um grupo de pessoas entrou na área proibida para dar comida e água a estes animais. O que essas pessoas viram no local foi uma cena de horror dantesco.
Aparentemente muitos dos animais ainda estão vagando por lá, na paisagem insalubre do cenário pós-nuclear. Eu pessoalmente imagino que se algum animal tiver sobrevivido à fome e sede, em breve eles vão morrer de alguma doença relacionada à radiação.
Disse Ota: “Esta tragédia por algum motivo não foi inicialmente reportada pela mídia japonesa e a verdade é que não foi dada ajuda à esses animais mesmo um ano e meio depois. Eu sinto que eu preciso informar o mundo e deixar evidência do que realmente aconteceu. Por favor, não desvie seu olhar desta realidade.”
24 de jun. de 2012
A verdadeira história de hachiko
Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) nasceu em Odate, na província de Akita, no Japão em novembro de 1923. Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de ‘amor à primeira vista’, pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!
O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem das 16 horas, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.
Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um AVC, durante uma reunião do corpo docente na faculdade e morreu. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade. No horário previsto, esperava seu dono pacientemente na estação. Naquele dia a espera durou até a madrugada.
Na noite do velório, Hachiko, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz que como de costume, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachiko pulou dentro do mesmo e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.
Depois que o professor morreu a Senhora Ueno deu Hachiko para alguns parentes do que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à nova casa. Foi dado ao ex-jardineiro da família que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachiko continuava a fugir, aparecendo frequentemente em sua antiga casa. Depois de certo tempo, aparentemente Hachiko se deu conta de que o professor Ueno não morava mais ali.
Todos os dias à estação de Shibuya para esperar seu dono voltar do trabalho, da mesma forma como sempre fazia. Procurava a figura de seu dono entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Estes começaram passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.
Em 1929, Hachiko contraiu um caso grave de sarna, que quase o matou. Devido aos anos passados nas ruas, ele estava magro e com feridas das brigas com outros cães. Uma de suas orelhas já não se levantava mais, e ele já estava com uma aparência miserável, não parecendo mais com a criatura orgulhosa e forte que tinha sido uma vez.
Um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde aprendeu a história da vida de Hachiko. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com o cão, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época haviam apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachiko da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachiko.
Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachiko, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachiko tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachiko, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachiko como exemplo para educar crianças.
Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachiko, esculpida pelo renomado escultor Teru Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas.
Hachiko envelheceu, tornou-se muito fraco e sofria de problemas no coração (heartworms). Na madrugada de 8 de março de 1935, com idade de 11 anos e 4 meses, ele deu seu último suspiro no mesmo lugar onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono. A duração total de seu tempo de espera foi de nove anos e dez meses. A morte de Hachiko estampou as primeiras páginas dos principais jornais japoneses, e muitas pessoas ficaram inconsoláveis com a notícia. Um dia de luto foi declarado.
Seus ossos foram enterrados na sepultura do professor Ueno, no Cemitério Aoyama, Minami-Aoyama, Minato-ku, Tóquio. Sua pele foi empalhado - para conservar-lhe as formas e submetido à substâncias que o isentam de decomposição, e o resultado deste maravilhoso processo de conservação está agora em exibição no Museu Nacional da Ciência do Japão em Ueno. Alguns autores dizem que Hachiko, esta no Museu de Artes de Tóquio.
Durante a 2ª Guerra Mundial, para aplicar no desenvolvimento de material bélico, todas as estátuas foram confiscadas e derretidas, e, infelizmente, entre elas estava a de Hachiko.
Em 1948, formou-se a “The Society For Recreating The Hachiko Statue” entidade organizada em prol da recriação da estátua de Hachiko. Tekeshi Ando, o filho de Teru Ando foi contratado para esculpir uma nova estátua. A réplica foi reintegrada no mesmo lugar da estátua original, em uma cerimônia realizada no dia 15 de agosto.
A estação de Odate, em 1964, recebeu a estátua de um grupo de Akitas. Anos mais tarde, em 1988, também uma réplica da estátua de Hachiko foi colocada próxima a estação. A história de Hachiko atravessa anos, passa de pai para filho, sendo até mesmo ensinada nas escolas japonesas – no início do século para estimular lealdade ao governo, e atualmente, para exemplificar e instilar o respeito e a lealdade aos anciãos.
Na atualidade, viajantes que passam pela estação de Shibuya podem comprar presentes e recordações do seu cão favorito na Loja localizada no Memorial de Hachiko chamada "Shibuya No Shippo" ou "Tail of Shibuya". Um mosaico colorido de Akitas cobre a parede perto da estação.
Todos os anos, no dia 8 de março. Ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko. Ao nascimento de uma criança, a família recebe uma estatueta de Akita como desejo de saúde, felicidade e vida longa. O objeto também é considerado um amuleto de boa sorte. Quando há alguém doente, amigos dão ao enfermo esta estatueta, desejando pronta recuperação.
Por causa desse zelo, o Akita se tornou Patrimônio Nacional do povo japonês, tendo sido proibida sua exportação. Se algum proprietário não tiver condições financeiras de manter seu cão, o governo japonês assume sua guarda.
29 de fev. de 2012
Animais servirão como cobaias para medir radiação em Fukushima
Que baixaria dos japoneses ... Aonde o homem não chega, os animais são enviados. Para verificar os níveis de radioatividade na área atingida pelo desastre nuclear em Fukushima, no Japão, macacos e porcos são utilizados como verdadeiras cobaias. As informações são do site italiano green Me. (Animais servirão como cobaias para medir radiação em Fukushima)
31 de out. de 2011
Manifesto anti-peles no Japão
Eu gostei muito deste video, nunca tinha visto imagens de protesto pelos animais no Japão. Pelo visto, eles sabem fazer muito bem um manifestação pública pelos direitos dos animais.
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14 de jun. de 2011
Animais na zona de exclusão no Japão
Hoje eu li uma matéria de cortar o coração sobre a zona de exclusão no Japão afetada pelo acidente nuclear. Pessoas tiveram que abandonar suas casas para sempre, tendo conseguido resgatar apenas alguns itens de suas posses. Os animais estão morrendo de fome enquanto seus tutores sofrem sem poder ajudá-los; nem mesmos os cadáveres daqueles que morreram pode ser removido. Fornecedores não trazem comida até a região.
A matéria me fez pensar duas coisas. Mais uma vez a domesticação se revela como desvantajosa para os animais. Em uma hora de emergência, os animais sempre ficam para trás. É a regra. Por isso sempre baterei nessa tecla: adotemos animais abandonados, mas jamais promovamos a domesticação. Precisamos diminuir essas populações enormes de animais que dependem da misericórdia humana, que é pouca e não confiável.
Segundo: energia nuclear precisa ser eliminada da matriz energética. Como eu já escrevi por aqui, eu também escrevo um blog sobre energia renovável porque acredito que precisamos fazer a transição para formas limpas de energia, como vento, sol e maré, por exemplo. A energia nuclear é muito arriscada e quando acidentes quando o do Japão acontecem, a impressão que se tem é que é cada um por si.
8 de jun. de 2011
Os animais são as maiores vítimas do acidente nuclear no Japão
Os gestores da danificada central nuclear de Fukushima, no Japão, dizem não ter tempo para evitar que animais abandonados entrem no complexo altamente radioativo. Recentemente, as câmaras de vigilância registaram dois cães e um gato andando pela central que ficou seriamente danificada com o terramoto e o tsunami de março. (Os animais são as maiores vítimas do acidente nuclear no Japão)
31 de mai. de 2011
Inglesa enfrenta risco de radiação em Fukushima para salvar cães abandonados
Adoro essa mulher ... Voluntária de 70 anos veste roupa especial e sai à procura de animais para reuni-los com suas famílias.
13 de abr. de 2011
Animais abandonados em zona de evacuação em Fukushima morrem de fome
Pelo visto, o acidente nuclear está sendo pior para os animais do que a tsunami.
Vacas mortas jazem no chão de um estábulo na cidade de Minami Soma, em Fukushima, no nordeste do Japão.Os moradores foram obrigados a deixar suas casas, sítios e fazendas, em muitas das quais eram mantidos confinados e criados para o consumo humano – abandonando animais, que não têm quem os alimente – depois do vazamento radioativo na usina nuclear de Fukushima Daiichi, danificada pelo terremoto e a tsunami de 11 de março.(Animais abandonados em zona de evacuação em Fukushima morrem de fome)
4 de abr. de 2011
Cão japonês resgatado em alto mar encontra sua tutora
Por esse desfecho maravilhoso eu não esperava! O cãozinho resgatado na última sexta-feira sobre uma casa arrastada pela tsunami, já longe da costa, agora re-encontrou sua tutora. Assista o momento abaixo:
1 de abr. de 2011
Cão levado pelo tsunami é resgatado do mar após três semanas no Japão
É incrível que esse cão tenha sobrevivido tanto tempo. Que ele seja muito feliz agora ...
"Um cachorro que sobreviveu em uma casa arrastada para o mar há três semanas pelo tsunami devastador que atingiu o Japão foi resgatado nesta sexta-feira (1º) por uma equipe da guarda-costeira que sobrevoava uma ilha de destroços."
"Um cachorro que sobreviveu em uma casa arrastada para o mar há três semanas pelo tsunami devastador que atingiu o Japão foi resgatado nesta sexta-feira (1º) por uma equipe da guarda-costeira que sobrevoava uma ilha de destroços."
31 de mar. de 2011
30 de mar. de 2011
Albatroz veterano sobrevive ao tsunami no Japão
O mais velho pássaro livre nos Estados retornou para um remoto atol no noroeste das ilhas havaianas depois de sobreviver a tsunami do dia 11 de março.
Oficiais do Hawaiian and Pacific Islands National Wildlife Refuge Complex disseram que um albatroz de nome Wisdom (Sabedoria), que tem mais de 60 anos, sobreviveu ao desastre natural.
O líder do projeto, Barry Stieglitz, disse que a sobrevivência de Wisdom reinforça a importância de adultos procriativos na população de aves marinhas. Estima-se que a tsunami no Japão tenha matado pelo menos dois mil albatrozes adultos e 110 mil filhotes.
Com informações do Daily Express
23 de mar. de 2011
ONG japonesa desmente eutanásia
Rumores se espalharam de que o governo japonês mandou matar animais mas uma ONG desmentiu a história ... (ONG japonesa desmente eutanásia)
22 de mar. de 2011
Japão cria abrigos conjuntos para pessoas e animais
Tsunami é uma palavra japonesa cujo significado é “onda de porto”. Para as estradas, construções e tudo o mais que esteja na frente de um tsunami, a destruição é quase certa. A devastação criada pelo tsunami de 11 de março de 2011, na região nordeste do Japão, somente poderá ser amenizada com muita solidariedade e compaixão por todos os seres que sobreviveram à tragédia. (Japão cria abrigos conjuntos para pessoas e animais)
20 de mar. de 2011
Tragédias naturais expõem perda da noção de limite
Uma ótima reflexão sobre 'tragédias naturais' e a relação equivocada dos humanos com a natureza. (Tragédias naturais expõem perda da noção de limite)
16 de mar. de 2011
Cães vítimas da tsunami no Japão foram resgatados
Os cães que foram encontrados por uma equipe de TV e cujo vídeo eu postei ontem já se encontram em lugares seguros. (Cães vítimas da tsunami no Japão foram resgatados)
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