3 de nov. de 2026
Bolsonaristas assassinam burrinho em Divinópolis
Diante dos olhos de gente "de bem", "cristã e conservadora", o animal definhou, e acabou falecendo 3 dias após a eleição, em 28 de outubro. A causa mortis foi um edema pulmonar agudo, provocado pelo excesso de força ao qual foi submetido.
Enquanto Flávio Bolsonaro aportava nos Estados Unidos, os seus seguidores, histéricos, matavam esse inocente.
Este tipo de coisa, nojenta, é o que os bolsonaristas, em frenesi, fazem: pregam que a Terra é quadrada, inventam que as eleições foram fraudadas e, sem controle da lei e longe do mínimo de humanidade, torturam e matam animais.
Em 2024, o então candidato a vereador em Fortaleza, Inspetor Alberto (PL) já havia sido processado, após a campanha eleitoral, quando foi filmado puxando um porco pelas orelhas, e gritando ofensas ao então candidato a prefeito, Evandro Leitão (PT).
Quando eu vejo supostos protetores de animais apoiando a direita, eu sinto vontade de gritar. Não, não é possível ser vegano, protetor de animal ou biólogo e apoiar essa escória criminosa que entra na política para roubar, matar e destruir.
1 de nov. de 2026
01 de novembro: dia mundial do veganismo
Sou vegano há 18 anos e continuo firme no meu veganismo. Já está completamente encrustada em minha personalidade e nas minhas atitudes essa postura filosófica.
É um compromisso para a vida.
Eu nunca vou trair os animais porque eu os vejo como iguais. A vida de uma abelha tem o mesmo valor intrínseco que a minha e de qualquer outro animal.
Nós todos somos feitos de átomos que existem há bilhões de anos e esses átomos continuarão a existir por mais bilhões de anos.
Nossa forma é temporária e absolutamente irrelevante.
Veganismo não depende de ONGs e influenciadores para ser uma boa ideia. Ele é uma boa ideia pelo seu valor como movimento ético. Ele expande a consciência das pessoas e o campo moral.
Eu devo confessar que, à medida que fui amadurecendo como vegano, eu abandonei certas ilusões como a de que o consumo de produtos veganos seria a peça central de uma atitude vegana. Logicamente eu acho bom que produtos veganos estejam disponíveis. Mas hoje para mim é claro que a luta vegana é uma luta anticapitalista e anticolonial. A comida é o eixo principal do veganismo mas vai muito além disso. O veganismo é um movimento de justiça social. Por isso, não basta simplesmente se inserir no capitalismo de consumo. É preciso questionar o consumo e desenhar novas formas mais sustentáveis de viver.
Diante da destruição desimpedida do planeta que vemos, não há muito que se comemorar na data de hoje. Além disso, apesar de não ter estatísticas para comprovar, eu sinto que há menos grupos veganos nas redes sociais, menos eventos presenciais como pareciam haver uma década atrás.
Eu creio que naquele período houve um boom de consumo de produtos e empresas veganas. Mas, com o aumento dos alimentos depois da pandemia, produtos veganos, que já eram mais caros, perderam espaço. Esse é o problema do veganismo vendido como nicho de mercado. Ele assume uma posição volátil e pode ser facilmente abandonado quando a bolsa fica mais vazia.
O fato é, eu não acredito no capitalismo mas sim em ideias. E o veganismo é uma ótima e urgente ideia. Cada um de nós pode ser um agente propagador dessa ideia que pode levar a humanidade a um lugar de mais paz, boa convivência com os outros terráqueos e preservação do planeta.
26 de out. de 2026
Vitória de Lula, um respiro para o Brasil
15 de out. de 2026
Quem é contra o genocídio dos Palestinos vota em Lula



