Ação direta funciona, e muito. A ocupação do Instituto Royal foi um dos destaques de 2013. E eu tenho orgulho de dizer que meu artigo em inglês sobre o tema para o Occupy.com foi listado pelo Institute for Critical Animal Studies como um dos destaques do ano. Que venha 2014!
Mostrando postagens com marcador Instituto Royal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Instituto Royal. Mostrar todas as postagens
6 de jan. de 2014
18 de nov. de 2013
Coluna em O Tempo sobre #institutoroyal
Eu contribuo uma coluna verde mensal para o jornal O Tempo de Belo Horizonte e a última foi dedicada ao episódio do Instituto Royal. Espero que gostem e compartilhem nas redes, por favor.
13 de nov. de 2013
Roedores finalmente saem do Instituto Royal
Um grupo de ativistas mascarados fez uma nova invasão ao Instituto Royal, em São Roque (SP), na madrugada desta quarta-feira (13) e levou todos os roedores que ainda estavam no local. Segundo o delegado Marcelo Pontes, um vigia do prédio relatou à polícia que cerca de 40 pessoas chegaram ao local por volta das 3h, usando máscaras e armadas com facas. (Roedores finalmente saem do Instituto Royal)
6 de nov. de 2013
#Institutoroyal fecha definitivamente!
O Instituto Royal decidiu interromper definitivamente as atividades de pesquisa com animais realizadas em seu laboratório em São Roque, no interior de São Paulo. A decisão, informada nesta quarta-feira, 6, ocorre 19 dias depois de ativistas invadirem as instalações da entidade e levarem 178 cães da raça beagle, usados para testes de remédios. (#Institutoroyal fecha definitivamente!)
4 de nov. de 2013
#institutoroyal – disparates, contradições ...
Segundo a página Fatos Royais, existem fatos reveladores circulando que a imprensa não cobre.
FATO 1: está circulado pelas redes sociais um documento com o logotipo do Royal, e que trata da entrega de um animal do canil para sofrer experimentos.
FATO 2: no dia 25 de outubro, foi publicada uma matéria nos portais do UOL e BOL, dando conta de que um mês antes do resgate, o Instituto Royal (já sob suspeita de crueldade) passou por uma vistoria da vigilância sanitária, guiada pela chefe do controle de zoonoses da prefeitura de São Roque.
FATO ESTRANHO: C. Henrique nos alertou para um detalhe intrigante. Solange Cestero Rodriguez é a funcionária do Royal que assinou o suposto documento em nome do Instituto (em 2011) e Solange Cestero Rodriguez é a veterinária citada na matéria do UOL/BOL como representante da prefeitura na fiscalização do Instituto (em 2013).
Enquanto isso, o Vista-se que mantém uma ótima página Ao Vivo, menciona algumas práticas que o Ministério da Ciência e Tecnologia considera "humanitárias" para matar animais usados em experimentos de laboratório. Entre elas, estão: atordoamento por concussão cerebral (bater a cabeça do animal) seguido de decaptação ou perfuração craniana, decaptação, deslocamento cervical (quebrar a coluna do animal), morte em micro-ondas específico para esta finalidade e eletronarcose (choque elétrico). Imagina o que eles consideram cruel.
FATO 1: está circulado pelas redes sociais um documento com o logotipo do Royal, e que trata da entrega de um animal do canil para sofrer experimentos.
FATO 2: no dia 25 de outubro, foi publicada uma matéria nos portais do UOL e BOL, dando conta de que um mês antes do resgate, o Instituto Royal (já sob suspeita de crueldade) passou por uma vistoria da vigilância sanitária, guiada pela chefe do controle de zoonoses da prefeitura de São Roque.
FATO ESTRANHO: C. Henrique nos alertou para um detalhe intrigante. Solange Cestero Rodriguez é a funcionária do Royal que assinou o suposto documento em nome do Instituto (em 2011) e Solange Cestero Rodriguez é a veterinária citada na matéria do UOL/BOL como representante da prefeitura na fiscalização do Instituto (em 2013).
Enquanto isso, o Vista-se que mantém uma ótima página Ao Vivo, menciona algumas práticas que o Ministério da Ciência e Tecnologia considera "humanitárias" para matar animais usados em experimentos de laboratório. Entre elas, estão: atordoamento por concussão cerebral (bater a cabeça do animal) seguido de decaptação ou perfuração craniana, decaptação, deslocamento cervical (quebrar a coluna do animal), morte em micro-ondas específico para esta finalidade e eletronarcose (choque elétrico). Imagina o que eles consideram cruel.
Assinar:
Postagens (Atom)

