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7 de ago. de 2011

Leis mais fortes contra rinhas de animais, em Nova Iorque

Mais um pequeno avanço pelos direitos animais em Nova Iorque, Estados Unidos. No último dia 04 o governador de Nova Iorque Andrew Cuomo assinou uma lei para fortalecer a legislação atual contra rinhas de animais. 

Essa lei fecha um buraco na lei que permitia rinheirosde cães e galos posarem como espectadores nesses eventos. Até agora, uma pessoa pega nesses eventos era punida simplesmente por uma violação com uma multa de até $500. Agora, ser encontrado em uma rinha será enquadrado com crime hediondo classe B que poderá ser punido com até três meses na cadeia e uma multa de $500. 

O Estado de Nova Iorque quer desencorajar as pessoas de irem nesses eventos machucando no bolso. A nova lei tem o apoio da Humane Society e ASPCA.

26 de fev. de 2011

Referendo no Equador poderá acabar com touradas e brigas de galo

Referendo proposto pelo presidente do Equador, Rafael Correa, poderá acabar com touradas e outras formas de entretenimento que dependem do sofrimento de animais no país. A consulta à população a respeito do assunto deverá ocorrer antes de maio. (Referendo no Equador poderá acabar com touradas e brigas de galo)

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9 de fev. de 2011

Homem morre de facada em rinha de galo

Cinco aves encontradas mortas

Um homem que estava em uma rinha de galos ilegal na Califórnia morreu depois de ser atingido por uma faca que havia sido amarrada em uma das aves.

Jose Luiz Ochoa (35) foi declarado morto no hospital depois que ele foi ferido no dia 30 de janeiro, o médico-legista de Kern County disse. Uma autópsia concluiu que Jose Luiz morreu de uma ferida na sua panturrilha direita.

Jose Luiz fugiu do local da briga de galos quando a polícia chegou ao local do crime. Os policiais encontraram cinco galos mortos e outras evidências de briga de galo. Ninguém foi preso.

No Brasil as rinhas de galos também são ilegais.

Com informações do Belfast Telegraph

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8 de out. de 2009

As aves que a compaixão esqueceu

O destino dado aos 200 galos resgatados de uma rinha em Cariacica no Espírito Santo ilustra a nossa relação impiedosa e utilitarista com os animais. As aves, feitas agressivas pelos criminosos que as exploravam nessa atividade ilegal, serão doadas para ser ‘consumidas’, ou seja, mortas. Depois de sofrer nas rinhas, os animais sofrerão no matadouro. Não é a toa que vivemos em uma sociedade tão violenta.

Em conversa por telefone, o Ibama me disse que está apenas cumprindo a lei e que o caso de rinhas de galos é um dos poucos em que a organização lida com animais não silvestres, por isso eles não tem como fazer um trabalho de recuperação com as aves e devolvê-las ao seu habitat natural, já que eles não nativos do Brasil. O agente que me atendeu citou um caso recente no Ceará em que o Ibama anunciou que iria eutanaziar um grupo de galos resgatatos de rinhas mas foi proibido pelo Ministério Público que alegou que a lei previa que animais tido como comida devem ser doados para esse fim. Pelo visto, nenhuma faisca de misericórdia é direcionada ao galo (e outros animais ‘domésticos’) pelos labirintos da lei brasileira.

O Ibama pode estar amarrado pela lei e enfrentar um problema logístico nesses casos, mas poderia se esforçar mais para dar outro destino a esses animais. A criação de um centro de recuperação dessas aves, não necessariamente pelo Ibama, poderia servir como um projeto de educação anti-rinhas, já que esse é um problema social crônico. As multas são altíssimas - 100 mil reais nesse caso – e deveriam ser usadas em prol das vítimas. Todo animal é um animal silvestre, ele apenas foi retirado de seu contexto original e isso deve ser levado em consideração.

O Gallus gallus é um animal nativo do sudoeste asiático que começou a ser explorado domesticamente no Vietnam cerca de 10 mil anos atrás. A medida que o mundo foi sendo colonizado, a exploração desse animal se globalizou e hoje ele é o mais explorado de todos os animais, com cerca de 24 bilhões de indivíduos vivendo em condições absolutamente deploráveis. A rinha de galos é um sub-produto do consumo do Gallus gallus como comida. Portanto, a melhor forma de ajudar a acabar com esse ciclo de sofrimento é tornar-se vegano.




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5 de set. de 2009

Galos de briga habitam casarão na Avenida Paulista

Quem passar em frente ao casarão mais antigo da Avenida Paulista, entre o Parque Trianon e o Conjunto Nacional, poderá surpreender-se com o canto de três galos vindo do interior da construção. Não se trata de uma manifestação artística ou algum tipo de protesto. As aves estão no imóvel tombado à espera de uma nova família.





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