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4 de mai. de 2016

Aeroporto de Nova Iorque agora tem banheiro pet



Com o aumento do número de pessoas viajando com seus animais de companhia, a empresa que administra o aeporto JFK em Nova Iorque resolveu fazer o que tinha que ser feito: fornecer uma área para os animais fazerem suas necessidades e assim evitar uma segunda passagem pela segurança pelos seus tutores.

A sala de 6.5m2 fica no Terminal 4 e é apenas o começo da mudança. Uma nova regra federal diz que aerportos que servem mais de 10 mil passageiros por ano terão que ter banheiro pet em todos os terminais até agosto deste ano.

Entre os aeroportos americanos que já contam com esse serviço estão Dulles International perto de Washington D.C., O'Hare de Chicago e Seattle-Tacoma International.

Fonte: Fox News


19 de fev. de 2015

Galinhas experimentam a liberdade pela primeira vez


Essa é uma das muitas razões para ser vegano. Você acha que seu desejo vale tanto sofrimento alheio? Eu não, por isso me tornei vegano.

Post by Animal Place.

26 de ago. de 2013

Colaboração para o jornal Ganapati

Tem artigo meu na edição julho/agosto do jornal Ganapati, feito em Recife. Falo do tema domesticação. Leiam, espalhem!

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31 de jan. de 2013

Revista Época traz matéria sobre o amor dos brasileiros pelos animais

Foto: Revista  Época
Uma matéria em uma revista conhecida como a Época celebrando os laços de amor entre seres humanos e não humanos é, com certeza, motivo para celebrar. Eu espero que ela inspire outros cidadãos a respeitar os animais como eles merecem e não apenas os animais fofinhos, mas também aqueles que as pessoas comem sem nem reconhecer que o fazem, e que as vezes elas maltratam indiretamente por não tomar cuidado em suas escolhas, como produtos testados em cobaias animais.

Agora, vamos ao lado pessimista da reportagem: Quando a matéria diz que no Brasil existem 101 milhões de animais domésticos, eu recebo essa estatística com um pesar porque é impossível não ver por trás deste número um comércio de vidas enorme. Eu espero que este número inclua animais adotados. Mas de qualquer maneira, o número assusta porque, para alimentar tantos animais, é necessário colocar mais pressão no meio ambiente e matar ainda mais outros animais pelos quais as pessoas não parecem sentir todo esse amor.

Sendo assim, eu vejo este tipo de reportagem com uma certa dubiedade. O meu pensamento sobre a domesticação de animais é simples: ela só vale quando o animal se beneficia dela. Por exemplo, um cão adotado com certeza de beneficia de um lar seguro e amoroso. Um gato também. E esses animais já criaram uma simbiose com os humanos e de fato fica difícil imaginá-los fora do nosso convívio, embora eu acho que isso devesse ser privilégio de poucos. O que é claro para mim é que animais como pássaros, coelhos, cobras, chinchilas e qualquer outro que a imaginação consumista do ser humano acabe por levar como prisioneiros para dentro de suas casas não se beneficiam do contato humano. Pelo contrário, eles sofrem com a perda de sua liberdade e dignidade.

Vamos amar os animais, mas da maneira certa. Mesmo entre os seres humanos, existem vários outros sentimentos disfarçados desta emoção que é a mais nobre de todas, mas que para ser expressa da forma correta requer uma enorme dose de sabedoria e generosidade.

Fonte: RE

21 de nov. de 2012

Campanha em Nova Iorque convoca boicote a pet shops que vendem animais


Eu gostei desse pôster colocado em Nova Iorque. Pet shops que vendem animais devem ser boicotadas, porque é através delas que os mercadores de vidas escoam seus produtos e jogam na sociedade a bomba da superpopulação canina.

O que você pode fazer para ajudar a apertar o cerco contra essas cafetões?

  • Toda vez que passar em frente a uma pet shop que vende animais, sugira que eles parem de vender. Enquanto eles continuarem a vender animais, você não comprará naquela loja.
  • Escreva para o jornal local pedindo que ele não aceite anúncios de criadores.
  • Eduque seus amigos sobre criadores e a importância de adotar.
  • Peça as autoridades locais para proibir a venda.


14 de out. de 2011

Cruel, mesmo que tingido de cor-de-rosa


O site Planeta Bizarro da Globo mostrou algumas fotos do que se poderia chamar ‘cães transformistas’ durante uma competição de ‘grooming’ (arte de fazer penteados) em Swanley, na Inglaterra. Um Poodle virou ‘Meu Pequeno Pônei’, e outro virou um dragão durante o evento.


A matéria original em inglês no Daily Telegraph tem mais detalhes. Ela diz que apesar desse tipo de competição ser uma coisa americana, ela está começando a pegar na Inglaterra.

A competição foi organizada por Louisa Tandy que é dona de um salão para cães. Segundo a matéria, as tintas são vegetais e que os animais são bem tratados. “Para eles é apenas mais um dia no pet shop e eles adoram a atenção” ela disse.

Bom, eu acredito que em se tratando de Inglaterra o cuidado com os animais é genuíno mas a questão não é essa. Esse tipo de evento, além de uma certa forma ridicularizar os animais, está muito ligado a criação de certas raças, que são comercializadas como produtos.

A intenção não é ser cruel com os animais presentes, mas os animais como um todo sofrem com essa coisificação de seus corpos. Ao apresentá-los como bonecos decorativos e produtos a venda, as pessoas envolvidas perpetuam a noção de que seres senscientes são um prazer estético. Crueldade nem sempre é uma coisa intencional e física, mas a conseqüência é a mesma.

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19 de set. de 2011

Morte do Pug Santiago: uma tragédia, duas causas


A morte de um cão Pug chamado Santiago depois de voar com a Gol no dia 13 de setembro aponta para dois problemas. O primeiro é da falta de profissionalismo das empresas aéreas quando elas transportam animais. Quem já viajou com um animal sabe como eles são tratados como coisas e como os funcionários são despreparados para lidar com esse tipo de cliente. Tragédias acontecem o tempo todo e no Brasil o Gol parece ser a campeã.


O outro problema aqui é é a criação de animais, que quando comprados de criadores são com freqüência transportados por avião para serem entregues, tal como uma mercadoria, para o comprador.

Ao longo da história da exploração de cães, que foram sendo manipulados geneticamente simplesmente para atender a exigência estética dos humanos, muitas raças surgiram com problemas congênitos.

O Pug é uma delas e se enquadra na categoria de animais braquicéfalos. Seu maxilar superior de tamanho mais curto contribui para problemas respiratórios crônicos. Além disso, eles são suscetíveis a alergias, tendem a roncar e ter problemas de pele. Encefalite também é comum. A lista de possíveis problemas é tão extensa que você se pergunta: como pode alguém querer reproduzir um animal que vem ao mundo para sofrer?

Se os animais domesticados já são vulneráveis por serem dependentes do ser humano, imagine quando eles nascem com tantos problemas de saúde. Sendo esse caso, a GOL e outras empresas deveriam ser muito criteriosas e cuidados ao transportar raças caninas braquicéfalas devido ao risco que elas correm ao serem submetidas a uma experiência tão estressante quando voar. Na verdade, a GOL e suas concorrentes deveriam parar de aceitar criadores como clientes. Talvez essa fosse uma forma de diminuir a demanda por animais de criadores, que freqüentemente são vendidos para outros estados e transportados por avião.

Em suma, o que aconteceu com Santiago não foi um acidente, mas o resultado de negligência todas as partes envolvidas. E o caso ilustra mais uma vez o problema da criação de animais e a domesticação em geral. Se os veganos têm cães em casa, esses são resgatados, verdadeiros refugiados da exploração humana. É nossa obrigação amparar os vulneráveis.

O objetivo é que todos os animais sejam livres, e domesticação atrapalha essa meta porque domesticar é escravizar e quem cria animais perpetua esse ciclo de crueldade. Importa se algumas raças de animais inventadas pelo homem desapareçam? De jeito nenhum. Conviver com animais é maravilhoso, mas é melhor ainda quando é em pé de igualdade.  

O bom mesmo é apreciar os animais em seu habitat.

31 de dez. de 2010

Debate no Facebook sobre criação de cães

Ser ou não ser? Na verdade, não importa. Um cachorro quer apenas ser feliz, e não tem consciência de que raça é.
Outro dia eu tive um debate no Facebook sobre cães que eu gostaria de repetir aqui porque se trata de uma pergunta que muita gente faz, por não pensarem atentamente sobre aquilo que dizem.

“Sem os criadores de cães, algumas raças deixariam de existir”

A minha resposta, que no caso foi para uma opinião sobre Weimaraners mas que vale para qualquer dita raça, foi a seguinte: “Se uma raça deixa de existir, isso não é problema algum. De fato, seria uma coisa boa. Raças são invenções humanas; então, quem se importa se elas deixam de existir? Os animais explorados por esse fetiche estético e funcional com certeza não se importam.

“As populações de animais domesticados são completamente artificiais e infladas por causa de nossa própria explosão demográfica. Portanto, a sua redução não é apenas desejável mas como também necessária. Quanto menos animais domesticados no mundo, melhor.

“Os protetores ajudam os animais domesticados em situação de risco porque eles já existem e não podem se defender – mas nós não queremos mais deles nascendo em um mundo que os trata como mercadorias apenas para servir as vaidades e desejos humanos. Daí a ênfase na castração e adoção.

“Além do mais, existe uma indústria enorme para atender aos chamados ‘pets’, colocando ainda mais pressão no meio ambiente. Vamos preservar o habitat de animais livres (‘silvestres’) que podem viver autonomamente. É lá que os direitos animais podem ser exercitados e não em pet shops, currais, gaiolas, jaulas e quintais.”

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