A luta pelos golfinhos continua (texto do website oficial do Sea Shepherd)
5 de set. de 2010
Atualizações de Taiji: Nove golfinhos são mantidos presos; Defensores dos golfinhos ficam mais fortes na Cidade Sem Piedade
A luta pelos golfinhos continua (texto do website oficial do Sea Shepherd)
10 de set. de 2011
Começou a estação de matança de golfinhos no Japão
| Ric O'Barry na enseada de Taiji |
20 de out. de 2009
Diretor promote doar lucros de filme para cidade japonesa que caça golfinhos
Fonte: The Canadian Press
17 de jun. de 2011
Campanha pede libertação de golfinhos em Singapura
| Foto: Saddest Dolphins (divulgação) |
2 de dez. de 2011
Rave realizada em delfinário mata golfinhos, na Suiça
1 de set. de 2026
Começou de novo a matança de golfinhos no Japão
TAIJI, 1º de setembro de 2026
Hoje marca o início de mais uma temporada de caça aos golfinhos em Taiji, no Japão. Ativistas de todo o Japão chegaram ao local para protestar contra essas caçadas. Nove espécies de golfinhos estão na lista de cotas desta temporada. Até 1.814 golfinhos podem ser capturados — para abate ou cativeiro.
Mas esses não são apenas números. São mães, filhotes, famílias. Eles pertencem ao oceano, juntos — não separados, confinados ou mortos.
Por favor, não desvie o olhar. Levante sua voz pelos golfinhos hoje — e todos os dias. Manifeste-se. Compartilhe. Entre em ação. O mundo está observando.
Saiba mais e descubra maneiras de ajudar: https://www.dolphinproject.org/take-action/save-japan-dolphins/
Vídeo: @Rikako #dolphinproject #emptythetank #LifeInvestigation
15 de jul. de 2012
Coréia do Sul proíbe captura de golfinhos para entretenimento
16 de set. de 2009
Massacre de golfinhos no Japão continua
1 de jun. de 2026
O Massacre Silencioso nas Ilhas Faroe: Até quando vamos fechar os olhos?
Tenho visto nos últimos dias, através da página do Sea Shepherd, mais uma temporada do massacre de golfinhos nas Ilhas Faroe na Dinamarca, no norte da Europa. Mais sangue tingindo águas que deveriam ser santuários de vida. E mais uma vez, o mundo assiste em silêncio.
O que acontece nas Ilhas Faroe?
Para quem não conhece, todos os anos, nas águas cristalinas do arquipélago dinamarquês, uma tradição chamada "Grindadráp" (ou simplesmente "Grind") transforma enseadas paradisíacas em verdadeiros abatedouros a céu aberto. Centenas — às vezes milhares — de golfinhos e baleias-piloto são encurralados por barcos, forçados para a costa e brutalmente massacrados com facas e ganchos.
As imagens são indescritíveis. Animais se debatendo em águas vermelhas de sangue, enquanto homens, mulheres e até crianças participam do massacre como se fosse uma festa comunitária.
O argumento da "tradição" não cola mais
Os defensores dessa prática alegam que é uma tradição cultural centenária, necessária para a subsistência local. Que as comunidades faroenses sempre dependeram da carne e da gordura desses animais para sobreviver durante os longos invernos rigorosos.
É óbvio que fazem por puro prazer de matar, por não respeitar a vida, por tratar os animais como coisas. As Ilhas Faroe são uma região autônoma da Dinamarca, um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo. Supermercados abastecidos, aquecimento central, importações de alimentos de todos os cantos do planeta. Ninguém precisa matar um golfinho para não passar fome.
Tradição não é desculpa para crueldade. Se fosse, ainda estaríamos justificando sacrifícios humanos, mutilações ou qualquer outra barbárie que nossos antepassados praticavam.
O que os golfinhos sentem?
Esses são animais com inteligência equiparável à de primatas superiores. Têm linguagem complexa, nomes próprios (sim, golfinhos se chamam por assobios individuais), formam laços familiares profundos, cuidam de seus doentes e idosos, e demonstram luto por seus mortos.
Você consegue imaginar a agonia desses seres enquanto veem sua família sendo trucidada ao seu redor? Enquanto são perseguidos por horas até a exaustão? Enquanto têm seus corpos perfurados repetidamente, morrendo lentamente em águas que se tornam um banho de sangue?
O que podemos fazer? É fácil se sentir impotente diante disso, mas não somos. A pressão internacional já fez diferença em outros lugares — lembrem-se da Islândia abandonando a caça às baleias por falta de demanda? A pressão do consumidor funciona. Boicote a produtos faroenses (sim, eles exportam peixes e frutos do mar)
Assine petições que pedem à União Europeia e à Dinamarca que interrompam essa prática Divulgue — compartilhe informações, marque influenciadores, use hashtags como #StopGrind e #FaroeIslands Cobre da Dinamarca — afinal, as Ilhas Faroe são parte do Reino Dinamarquês, que tem leis rigorosas de proteção animal para seus cidadãos dinamarqueses, mas permite esse massacre em sua região autônoma.
Não podemos normalizar o horror Talvez você esteja pensando: "Mas isso acontece tão longe, em um lugar tão pequeno, o que importa?" Importa porque o que toleramos em silêncio, eventualmente, normalizamos. Importa porque toda vida importa — não apenas a de animais fofinhos ou carismáticos.
Importa porque nossa humanidade é medida por como tratamos os mais vulneráveis. O sangue continua a tingir as águas das Ilhas Faroe.
Não fique limitado a consumir informação. Aja com o conhecimento que a informação te proporciona.
Compartilhe. Questione. Exija mudanças. Ou daqui a dez anos, ainda estaremos escrevendo os mesmos textos de revolta, enquanto os golfinhos continuam morrendo. E nós continuamos assistindo. Em silêncio. Compartilhe este post se você também acredita que tradição não justifica crueldade.
#StopTheGrind #FaroeIslands #DolphinsNotFood
3 de out. de 2010
Ativistas salvam golfinhos de massacre em Taiji, no Japão
16 de set. de 2021
Massacre de golfinho nas Ilhas Faroé bate recordes e causa revolta entre apoiadores
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Mesmo os mais ferrenhos defensores da caça tradicional às baleias nas Ilhas Faroe condenaram o massacre "cruel e desnecessário" de quase 1.500 golfinhos no domingo, que foi descrito como "a maior matança individual de golfinhos ou baleias-piloto na história das ilhas".
Os golfinhos foram levados para as águas rasas da praia Skálabotnur, na ilha de Eysturoy, e ficaram se contorcendo por horas antes de serem mortos.
A escala da matança foi tal que até mesmo muitos faroenses, que frequentemente veem a caça tradicional faroense “Grind” como parte de sua herança cultural, expressaram repulsa.
O Grind é significativo para muitos faroenses, com espectadores saindo para assistir da costa, e a carne da pesca tradicionalmente compartilhada entre as famílias que participaram, com o excesso sendo então espalhado entre os moradores locais.
Mas um morador disse ao jornal dinamarquês Ekstra Bladet que não havia como os habitantes quererem consumir tanta carne de golfinho e que a maioria dos golfinhos seria jogada no lixo ou em um buraco no chão.
O capitão Alex Cornelissen, executivo-chefe global do grupo Sea Shepherd, que tem feito campanha para impedir a tradicional caça ao "Grind" das Ilhas Faroé desde os anos 1980, disse que em meio a uma pandemia global foi "absolutamente terrível ver um ataque a natureza desta escala nas Ilhas Faroé”.
Fonte: The Guardian
22 de mar. de 2012
Menos golfinhos mortos em Taiji
4 de fev. de 2010
The Cove e Food Inc. são indicados ao Oscar de melhor documentário
14 de out. de 2009
The Cove no Fantástico
11 de jul. de 2011
Golfinhos e baleias são ameaçados pelo lixo plástico nos oceanos
5 de mar. de 2010
Indicado ao Oscar, filme sobre matança de golfinhos será visto no Japão
8 de fev. de 2014
Jornal japonês condena assassinato de golfinhos
O editorial foi publicado ontem no Japan Times, que disse: “A caça aos golfinhos é uma pratica desumana que precisa ser abolida.”
Será que a sociedade japonesa está acordando para esse horror? Tomara.
8 de mar. de 2010
A Enseada ganha Oscar de melhor documentário
30 de abr. de 2008
Adeus, Sharky
Via blog do Animal Rights Florida: "Turistas no parque marítimo Discovery Cove em Orlando tiveram uma lição inesperada sobre a vida não natural de golfinhos em captura quando dois golfinhos se chocaram durante um pulo e cairam fora da água. Um dos golfinhos, Sharky, morreu logo em seguida. Sea World disse que a morte foi um "acidente aleatório e infeliz" e rapidamente retomou suas atividades.O que faz a morte de Sharky mais trágica é que, não fosse pela ganância da indústria de parques marítimos, ela teria passado sua vida nadando livremente no oceano. Sea World a comprou em 1982 depois dela ter sido violentamente capturada no oceano e separada de sua família para viver em um tanque de concreto. A morte de Sharky pode ter sido um acidente, mas um acidente que não deveria ter acontecido."
Lobo Repórter presta aqui sua homenagem a mais uma criatura que teve sua vida destruida pela crueldade humana. Descanse em paz, Sharky.




