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5 de set. de 2010

Atualizações de Taiji: Nove golfinhos são mantidos presos; Defensores dos golfinhos ficam mais fortes na Cidade Sem Piedade



A luta pelos golfinhos continua (texto do website oficial do Sea Shepherd)

“Os amantes de golfinhos do mundo todo estão começando a convergir em Taiji. Voluntários da Sea Shepherd não serão os únicos a defender os golfinhos aqui por muito tempo. Na tarde deste sábado, 04, cerca de vinte pessoas recém-chegadas se reunirão na cidade. Mais ocidentais, como os japoneses da Guarda Costeira hoje se referiram a eles, estarão chegando nos próximos dias, semanas e meses, incluindo grandes celebridades.

Uma patrulha da Guarda Costeira japonesa mantém a guarda, é óbvio que para eles a presença da Sea Shepherd aqui é muito sério. Depois de termos sido perseguidos e interceptados esta manhã pela Guarda Costeira e pela Polícia do Japão, vemos que eles têm uma preocupação em suas mentes: será que voluntários da Sea Shepherd irão cortar as redes de novo como fizeram em 2003? Eu fui advertido sutilmente que seria preso se isso acontecesse. Eles sabem quem eu sou.

Ontem à noite observamos fora do porto o cercado onde os golfinhos estão, e vimos que os pescadores estão em alerta vermelho por aqui, e estão convencidos de que a Sea Shepherd mais uma vez fará um ataque bem sucedido contra as redes – os guardas foram posicionados em quatro veículos em dois pontos observando os cercados com faróis e luzes constantemente, e a troca de guardas a cada hora.

Hoje fizemos uma movimentação para verificar as redes, a enseada e o cercado no porto – sem redes para cima, todos os barcos ancorados no porto, incluindo um pequeno barco azul com um arpão que não vimos antes e não se movimentava em volta do cercado.

A paranóia deles é imensa.

Os pescadores não saíram para caçar ontem à noite, e não saíram hoje.

O que Ric O’Barry está fazendo em Tóquio com a mídia é bom. Precisamos de uma diversidade de abordagens aqui. O policial bom e o policial mau, a estratégia por assim dizer. Falar à imprensa em Tóquio e apresentar as petições são bons movimentos e a Sea Shepherd Conservation Society apoia Ric O’Berry, como sempre fizemos.

O nosso apelo para colocar os pés na areia aqui no marco zero desta campanha é destinado a um único propósito – obter o maior número de pessoas que dizem que se preocupam com os golfinhos, e são capazes de chegar até aqui – para virem aqui.

Se uma centena de pessoas pudessem estar aqui durante todo o calvário enfrentado por estes golfinhos, o assassinato poderia ser reduzido, ou até interrompido completamente. Estes golfinhos não deveriam ter que morrer fora da vista e da mente. Não precisa ser a mesma centena de pessoas. As pessoas podem vir por duas semanas ou mesmo alguns dias e, então, serem substituídas por outras. Certamente a compaixão para com os golfinhos podem trazer corpos para o marco zero aqui em Taiji.

Traduzido por Raquel Soldera, voluntária do ISSB

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10 de set. de 2011

Começou a estação de matança de golfinhos no Japão

Ric O'Barry na enseada de Taiji
A cada ano no dia 01 de setembro o mar da enseada de Daiji no Japão começa a ficar manchado de vermelho, com o sangue dos golfinhos brutalmente assassinados pela comunidade pesqueira desta vila.

Felizmente com a atenção que esse massacre anual hoje em dia recebe por causa do filme The Cove e do ativismo de Ric O’Barry, o ex-treinador de golfinhos que nas últimas décadas se dedica a salvá-los do cativeiro, a matança é altamente monitorada e atraí muita atenção midiática. 

Quarta feira (07 de setembro) saium um relato que a matança começou de fato, após um atraso causado pelo Tufão Talas que obrigou os matadores de golfinhos a esperar que ela passasse. Várias pessoas morreram com o tufão e o clima em Taiji é de luto. 

Segundo os relatos da Save Japan Dolphins, entre as primeiras vítimas dos matadores estavam uma mãe e um bebê que fazem parte de um cardume de golfinhos Risso. As imagens mostram com clareza como esses matadores de inocentes agem. Segundo o vídeo, todos os animais que aparecem foram mortos (o vídeo não inclui cenas de violência, apenas o encurralamento dos animais)





No mundo inteiro houve protestos pacíficos em frente a embaixadas japonesas. Ric liderou um grupo que disse preces na praia da enseada de Taiji.

A Sea Shepherd também está presente nesta campanha após ter obtido êxito nas Ilhas Faroe na Dinamarca, onde um massacre de baleias acontece todo ano. A Sea Sepherd lançou a Operação Paciência Infinita: Retorno dos Guardiões da Enseada. O objetivo é intimidar não violentamente, intervir, perturbar e desacelerar a matança de golfinhos. A organização disse que salvou cerca de 750 golfinhos e baleias piloto no ano passado como resultado da pressão feita pelos voluntários dos Guardiões da Enseada.

Durante os dias de tempestade Ric tentou convencer as autoridades a liberarem os golfinhos que estão presos cercados dentro da área da baia. A medida que o tufão se aproximava, os golfinhos não conseguiam escapar a turbulência da ondas, do vento, das redes e dos piers que os cercavam. 

Ric temia pela violência dos elementos e disse que muitos corriam risco de morrer. Foi o que aconteceu antes da tsunami de março quando muitos golfinhos morreram afogados. O vídeo abaixo mostra a situação da tempestade no Dolphin Resort, onde os animais sofreram com o mau tempo por estarem confinados.

 


Com informações da Suite101.

20 de out. de 2009

Diretor promote doar lucros de filme para cidade japonesa que caça golfinhos

Poster de The Cove

O diretor de um documentário filmado secretamente que mostra a caça anual de golfinhos em uma cidade japonesa disse nesta terça-feira que ele vai doar o lucro das exibições do filme no Japão para a cidade – mas somente se a cidade por um fim à caça.

Louie Psihoyos, que enfrenta acusações de invasão ao fazer "The Cove", chegou ao Festival de Cinema Internacional de Tóquio e disse que estava preparado para enfrentar as conseqüências da criação do documentário.

A polícia questionou repetidamente cenas importantes feitas com câmera escondidas, que mostra os pescadores fazendo barulho para atrair os golfinhos para uma enseada escondida, onde eles os matam com lanças.

O documentário desencadeou um furor internacional entre ambientalistas, e a pequena cidade costeira de Taiji disse que parou de matar golfinhos. A caça anual trazia cerca de 2.000 golfinhos por ano.

"The Cove" foi incluido no programa do festival na última hora e estreiará no Japão quarta-feira.

"Se conseguirmos que o filme chegue até o povo japonês, eu acho que será uma grande vitória para o povo Japonês", Psihoyos disse à Associated Press.

"Acho que vai ser uma enorme vitória para os golfinhos. Esses são os meus verdadeiros clientes."

Mas ele disse que não iria visitar Taiji para evitar problemas com a polícia local.

"Eu não quero provocá-los ainda mais. Eu fiz um filme, e acho que fiz um grande filme", ele disse.

Psihoyos disse que espera que os pescadores irão utilizar os lucros do filme no Japão para observação de baleias e outras atividades comerciais, em vez de matar golfinhos por sua carne e capturá-los para aquários.

"Todo o dinheiro que for gerado fora do Japão, se pararem de caçar golfinhos, irá para Taiji.”

Psihoyos disse que espera assinar um contrato com um distribuidor japonês para exibições do filme no país.

O governo japonês defende a matança de golfinhos e baleias como parte de uma tradição regional. Os organizadores do festival expressaram publicamente sua preocupação com a inclusão do filme.

Até agora, a atenção da mídia japonêsa para "The Cove" tem sido discreta. A maioria dos japoneses nunca comem carne de golfinho e não estão familiarizados com as caças.

"Quando os japoneses verem este filme ... eu acho que eles vão dar um fim ao que acontece na enseada", Psihoyos disse.

Fonte: The Canadian Press



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17 de jun. de 2011

Campanha pede libertação de golfinhos em Singapura

Foto: Saddest Dolphins (divulgação)
Cerca de 25 golfinhos nariz de garrafa que viviam livres nos oceanos se encontram presos nas Filipinas. Os golfinhos foram capturados nas águas das Ilhas Salomão e aguardam transferência para Resorts World, em Sentosa, Singapura quando o local ficar pronto. Dois deles já morreram. 


Ric O’Barry, o ex-treinador de golfinhos que agora dedica sua vida para acabar com a sua exploração, já se ofereceu para reabilitá-los de volta ao seu habitat natural. 

As estatísticas são deprimentes: 52% dos golfinhos que são violentamente capturados morrem em 90 dias. Sua vida em geral dura 45 anos mas golfinhos em cativeiro geralmente morrem nos primeiros dois anos de aprisionamento. A cada sete anos metade deles morrem de choque de captura, pneumonia, doença intestinal, úlceras, envenenamento com cloro e outras doenças relacionados ao estresse. Em muitos tanques, a água é cheia de produtos químicos e bactéria, causando muitos problemas de saúde nos animais, inclusive cegueira. 

Os golfinhos nadam em media 60 a 140 quilômetros por dia. Nas piscinas eles ficam girando em círculos. Na natureza, eles passam a metade do seu tempo caçando comida. Ao serem alimentados com peixes mortos, eles fazem menos exercício e tem menos estímulo mental, o que causa tédio. Muitos parques marinhos submetem os animais à fome para que eles façam truques em troca de comida. Animais confinados que se auto-mutilam (por exemplo, batendo a cabeça contra paredes) estão buscando estímulo que seu ambiente não pode prover. Eles tendem a desenvolver comportamentos estereotipados (nadar em círculos com os olhos fechados e em silêncio) por causa do tédio do confinamento. 

Assine a petição e visite o website do World’s Saddest Dolphins, onde a campanha se concentra. Visite também a página do Facebook desta campanha.

2 de dez. de 2011

Rave realizada em delfinário mata golfinhos, na Suiça

Change.org tem uma campanha que pede o fechamento do último delfinário na Suíca. A campanha foi motivada pela morte de dois golfinhos, Shadow e Chelmers, que viviam em Connyland na cidade de Lipperswil. 

Em princípio a suspeita era de que os animais haviam morrido em decorrência do ruído ensurdecedor que durou dois dias e que aconteceu a poucos metros de onde os animais estavam, apesar dos avisos de ativistas que a festa faria mal aos animais. 

Eles registraram níveis de ruído que passaram de 100 decibéis fora do parque, dentro da zona de escuta dos golfinhos. Agora surgiu uma nova suspeita para a causa da morte dos animais: que eles tenham sido drogados e envenenados pelos participantes da rave.

Embora os relatórios iniciais dissessem que apenas um golfinho (Shadow) tivesse morrido após a rave, novos relatórios dizem que um outro golfinho (Chelmers) também foi encontrado morto. 

Novas investigações sugerem que os golfinhos possam ter sido drogados. Shadow morreu logo após o evento mas Chelmers sofreu uma morte lenta e dolorosa que durou dois dias. A taxa de mortes no delfinário de Connyland não é conhecida, nem a de seu show itinerante. 

No verão de 2000 dois filhotes morreram após o parto. Controvérsia acerca das condições de Connyland resurgiram depois da morte de Gecko, de 14 anos, o que reacendeu pedidos pelo fechamento do parque. O local foi acusado de violar o código suíço de bem estar animal. 

Em 2003, Connyland havia tido 36 golfinhos, 24 dos quais haviam morrido ou seu destino era desconhecido. Um caso aberto em 2010 contra o parque em relação ao bem estar dos animais continua pendente. 

Shadow e Chelmers são o sétimo e oitavo golfinhos a morrer em Connyland nos últimos três anos. 

Siga o link para assinar a petição. 

1 de set. de 2026

Começou de novo a matança de golfinhos no Japão

 TAIJI, 1º de setembro de 2026

Hoje marca o início de mais uma temporada de caça aos golfinhos em Taiji, no Japão. Ativistas de todo o Japão chegaram ao local para protestar contra essas caçadas. Nove espécies de golfinhos estão na lista de cotas desta temporada. Até 1.814 golfinhos podem ser capturados — para abate ou cativeiro. 

Mas esses não são apenas números. São mães, filhotes, famílias. Eles pertencem ao oceano, juntos — não separados, confinados ou mortos. 

Por favor, não desvie o olhar. Levante sua voz pelos golfinhos hoje — e todos os dias. Manifeste-se. Compartilhe. Entre em ação. O mundo está observando.

 Saiba mais e descubra maneiras de ajudar: https://www.dolphinproject.org/take-action/save-japan-dolphins/ 

Vídeo: @Rikako #dolphinproject #emptythetank #LifeInvestigation

15 de jul. de 2012

Coréia do Sul proíbe captura de golfinhos para entretenimento


A Coréia do Sul declarou na terça feira que a captura de golfinhos de nariz de garrafa para uso em entretenimento está proibida na região do Oceano Indo-Pacífico. Uma outra legislação também vai designar tartarugas e cavalos marinhos como espécies protegidas, o ministério de assuntos marítimos disse.

Atualmente é legal capturar golfinhos e baleias para espetáculos e pesquisa se as autoridades derem autorização prévia. Senão, a pena pode chegar até dois anos e multa de cerca de R$10.000.
A nova legislação ainda permite a captura para pesquisa mas a penas foi aumentada para três anos de cadeia e a multa para R$40.000.

Golfinhos são muito usados em entretenimento na Coréia do Sul mas o principal zoológico de Seul concordou em março em suspender seus principais shows depois que ativistas denunciaram que eles haviam sido capturados ilegalmente. Em abril, um tribunal da ilha de férias Jeju ordenou a soltura no oceano de cinco golfinhos que haviam sido capturados sem permissão e usados em um show.

Fonte: Global Animal

16 de set. de 2009

Massacre de golfinhos no Japão continua

Depois de um breve entusiasmo, o pior aconteceu. O massacre e captura de golfinhos que acontece anualmente em Taiji no Japão está indo a todo a vapor. A publicidade gerada pelo filme The Cove, que mostra ao mundo o horror sofrido por esses mamíferos aquáticos, criou uma expectativa positiva que talvez esse ano os animais estariam seguros e chegou mesmo a atrasar a temporada na vila de Taiji. O Japão diz que comer golfinhos não é diferente de comer vacas, porcos ou galinhas, o que é verdade. Porém, parte dos animais capturados são vendidos para aquários e parques aquáticos. Esses são a verdadeira fonte de renda desses falsos pescadores já que cada golfinho vivo é vendido por cerca de 150 mil dólares, enquanto um morto vale 500. Esses animais então passarão o resto de suas vidas confinados pela ‘diversão’ de pessoas indiferentes ao sofrimento alheio. O produtor do filme The Cove, Ric O'Barry, já foi treinador de golfinhos, inclusive do famoso Flipper, e hoje se dedica a desmantelar a indústria de exploração de golfinhos. Segunda uma matéria da revista Time, o filme finalmente foi aceito pelo festival de cinema de Tokyo, o que dará ao público japonês a chance de ver o que acontece em seu próprio país.



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1 de jun. de 2026

O Massacre Silencioso nas Ilhas Faroe: Até quando vamos fechar os olhos?

Tenho visto nos últimos dias, através da página do Sea Shepherd, mais uma temporada do massacre de golfinhos nas Ilhas Faroe na Dinamarca, no norte da Europa. Mais sangue tingindo águas que deveriam ser santuários de vida. E mais uma vez, o mundo assiste em silêncio.

O que acontece nas Ilhas Faroe?

Para quem não conhece, todos os anos, nas águas cristalinas do arquipélago dinamarquês, uma tradição chamada "Grindadráp" (ou simplesmente "Grind") transforma enseadas paradisíacas em verdadeiros abatedouros a céu aberto. Centenas — às vezes milhares — de golfinhos e baleias-piloto são encurralados por barcos, forçados para a costa e brutalmente massacrados com facas e ganchos.

As imagens são indescritíveis. Animais se debatendo em águas vermelhas de sangue, enquanto homens, mulheres e até crianças participam do massacre como se fosse uma festa comunitária.

O argumento da "tradição" não cola mais

Os defensores dessa prática alegam que é uma tradição cultural centenária, necessária para a subsistência local. Que as comunidades faroenses sempre dependeram da carne e da gordura desses animais para sobreviver durante os longos invernos rigorosos.

É óbvio que fazem por puro prazer de matar, por não respeitar a vida, por tratar os animais como coisas. As Ilhas Faroe são uma região autônoma da Dinamarca, um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo. Supermercados abastecidos, aquecimento central, importações de alimentos de todos os cantos do planeta. Ninguém precisa matar um golfinho para não passar fome.

Tradição não é desculpa para crueldade. Se fosse, ainda estaríamos justificando sacrifícios humanos, mutilações ou qualquer outra barbárie que nossos antepassados praticavam.

O que os golfinhos sentem?

Esses são animais com inteligência equiparável à de primatas superiores. Têm linguagem complexa, nomes próprios (sim, golfinhos se chamam por assobios individuais), formam laços familiares profundos, cuidam de seus doentes e idosos, e demonstram luto por seus mortos.

Você consegue imaginar a agonia desses seres enquanto veem sua família sendo trucidada ao seu redor? Enquanto são perseguidos por horas até a exaustão? Enquanto têm seus corpos perfurados repetidamente, morrendo lentamente em águas que se tornam um banho de sangue?

O que podemos fazer? É fácil se sentir impotente diante disso, mas não somos. A pressão internacional já fez diferença em outros lugares — lembrem-se da Islândia abandonando a caça às baleias por falta de demanda? A pressão do consumidor funciona. Boicote a produtos faroenses (sim, eles exportam peixes e frutos do mar) 

 Assine petições que pedem à União Europeia e à Dinamarca que interrompam essa prática Divulgue — compartilhe informações, marque influenciadores, use hashtags como #StopGrind e #FaroeIslands Cobre da Dinamarca — afinal, as Ilhas Faroe são parte do Reino Dinamarquês, que tem leis rigorosas de proteção animal para seus cidadãos dinamarqueses, mas permite esse massacre em sua região autônoma.

Não podemos normalizar o horror Talvez você esteja pensando: "Mas isso acontece tão longe, em um lugar tão pequeno, o que importa?" Importa porque o que toleramos em silêncio, eventualmente, normalizamos. Importa porque toda vida importa — não apenas a de animais fofinhos ou carismáticos.

Importa porque nossa humanidade é medida por como tratamos os mais vulneráveis. O sangue continua a tingir as águas das Ilhas Faroe. 

Não fique limitado a consumir informação. Aja com o conhecimento que a informação te proporciona.

Compartilhe. Questione. Exija mudanças. Ou daqui a dez anos, ainda estaremos escrevendo os mesmos textos de revolta, enquanto os golfinhos continuam morrendo. E nós continuamos assistindo. Em silêncio. Compartilhe este post se você também acredita que tradição não justifica crueldade.

 #StopTheGrind #FaroeIslands #DolphinsNotFood

3 de out. de 2010

Ativistas salvam golfinhos de massacre em Taiji, no Japão


Mergulhadores do grupo de conservação europeu The Black Fish cortaram recentemente seis cercados de confinamento em Taiji, Japão, libertando golfinhos que haviam sido capturados na caça matinal. Durante essa caça, os golfinhos são conduzidos de seus santuários selvagens até os cercados em Taiji. Os mergulhadores da Black Fish nadaram até os cercados e cortaram suas redes, permitindo que os golfinhos nadassem para a liberdade. (Ler mais +)

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16 de set. de 2021

Massacre de golfinho nas Ilhas Faroé bate recordes e causa revolta entre apoiadores

Todo ano eu escrevo para a embaixada da Dinamarca para implorar que eles parem com essa barbárie. Que tipo de país civilizado permite uma atrocidade dessas - e este ano, mesmo os maiores defensores dessa pseudotradição, ficaram  horrorizados com a escala da matança. A estória abaixo é traduzida do jornal inglês The Guardian.

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Mesmo os mais ferrenhos defensores da caça tradicional às baleias nas Ilhas Faroe condenaram o massacre "cruel e desnecessário" de quase 1.500 golfinhos no domingo, que foi descrito como "a maior matança individual de golfinhos ou baleias-piloto na história das ilhas".

Os golfinhos foram levados para as águas rasas da praia Skálabotnur, na ilha de Eysturoy, e ficaram se contorcendo por horas antes de serem mortos.

A escala da matança foi tal que até mesmo muitos faroenses, que frequentemente veem a caça tradicional faroense “Grind” como parte de sua herança cultural, expressaram repulsa.

O Grind é significativo para muitos faroenses, com espectadores saindo para assistir da costa, e a carne da pesca tradicionalmente compartilhada entre as famílias que participaram, com o excesso sendo então espalhado entre os moradores locais.

Mas um morador disse ao jornal dinamarquês Ekstra Bladet que não havia como os habitantes quererem consumir tanta carne de golfinho e que a maioria dos golfinhos seria jogada no lixo ou em um buraco no chão.

O capitão Alex Cornelissen, executivo-chefe global do grupo Sea Shepherd, que tem feito campanha para impedir a tradicional caça ao "Grind" das Ilhas Faroé desde os anos 1980, disse que em meio a uma pandemia global foi "absolutamente terrível ver um ataque a natureza desta escala nas Ilhas Faroé”.

Fonte: The Guardian

22 de mar. de 2012

Menos golfinhos mortos em Taiji

Os produtores do filme The Cove, que retrata a matança de golfinhos em Taiji, no Japão, disseram em sua última newsletter que os caçadores de golfinhos locais encerraram a estação no dia 29 de fevereiro, um mês antes do normal. 

Os ativistas disseram que a publicidade em torno do perigo de se comer carne contaminada por mercúrio é o que está funcionando pois a demanda diminuiu. 

Eles também disseram que cerca de 400 golfinhos a menos foram assassinados este ano comparado com o ano passado, o quinto ano consecutivo a registrar reduções de mortes.

4 de fev. de 2010

The Cove e Food Inc. são indicados ao Oscar de melhor documentário

Os documentários The Cove e Food Inc. estão entre os cinco indicados na categoria de melhor documentário do Oscar 2010.

The Cove, dirigido por Louie Psihoyos, ganhou o prêmio de Melhor Documentário da “Critics Choice Awards”, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O documentário mostra a matança de golfinhos em Taiji, no Japão, e a ação do defensor de golfinhos Ric O’Barry, conhecido por seu trabalho com os golfinhos da série televisiva Flipper, e agora um crítico do adestramento desses animais. O documentário ganhou reconhecimento internacional e expôs a brutalidade infligida aos golfinhos no Japão e as medidas repressivas usadas pelos japoneses para evitar que a crueldade da atividade seja exposta.





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14 de out. de 2009

The Cove no Fantástico

O Fantástico de domingo (11/10) fez uma matéria sobre o filme The Cove, que denuncia a matança e captura de golfinhos no Japão. Em geral a carne de golfinhos é vendida como carne de baleia, já que pouca gente gosta desse 'produto' no Japão. Mas o lucro real vem da venda de golfinhos para parques aquáticos, ondes eles viverão como prisoneiros para sempre. Por essa matéria, ficamos sabendo que o Brasil felizmente proibe o uso de golfinhos em espetáculos.





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11 de jul. de 2011

Golfinhos e baleias são ameaçados pelo lixo plástico nos oceanos

O lixo plástico na superfície dos oceanos é uma ameaça mortal para as baleias e os golfinhos e ainda não foi estudado pela ciência, segundo um estudo que será apresentado na reunião da Comissão Baleeira, que começa nesta segunda-feira na ilha britânica de Jersey.(Golfinhos e baleias são ameaçados pelo lixo plástico nos oceanos)

5 de mar. de 2010

Indicado ao Oscar, filme sobre matança de golfinhos será visto no Japão

Um documentário indicado ao Oscar sobre a sangrenta caça a golfinhos no Japão será exibido em cinemas do país pela primeira vez este ano, mas com algumas modificações, anunciou a distribuidora.

“A Enseada” (“The Cove”), que já foi exibido em 15 países e recebeu vários prêmios, acompanha um grupo de ativistas que lutam com policiais e pescadores japoneses para ter acesso a uma enseada isolada em Taiji, no sul do Japão, onde é promovida uma caça a golfinhos. O filme inclui imagens chocantes da matança dos animais.





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8 de fev. de 2014

Jornal japonês condena assassinato de golfinhos

Pela primeira vez um editorial em jornal japonês condena as atrocidades cometidas contra golfinhos em Taiji.

O editorial foi publicado ontem no Japan Times, que disse: “A caça aos golfinhos é uma pratica desumana que precisa ser abolida.”

Será que a sociedade japonesa está acordando para esse horror? Tomara.

8 de mar. de 2010

A Enseada ganha Oscar de melhor documentário

O filme A Enseada (The Cove) ganhou ontem o Oscar de melhor documentário. Produzido por Ric O’Barry, o ex-treinador de golfinhos que agora se dedica a acabar com a captura desses animais, A Enseada é uma denúncia da matança de golfinhos no Japão.

Em uma declaração emitida hoje, Ric disse que essa vitória foi um momento incrível mas que a luta continua. Nas vésperas da exibição do filme no Japão, a campanha enfrenta ameaças de retaliação contra grupos que mostrarem o filme, além de ameaças de sindicatos de pescadores contra os cinemas que mostrarem o filme.

Muitos dos golfinhos capturados pelos “pescadores” são vendidos por uma fortuna para parques aquáticos, onde eles passarão uma vida confinados e forçados a executar acrobacias estúpidas e banais para um público desinformado da realidade por trás dos “shows”.

Clique aqui para assinar a petição pelo fim da venda de carne de golfinho.




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30 de abr. de 2008

Adeus, Sharky

Via blog do Animal Rights Florida: "Turistas no parque marítimo Discovery Cove em Orlando tiveram uma lição inesperada sobre a vida não natural de golfinhos em captura quando dois golfinhos se chocaram durante um pulo e cairam fora da água. Um dos golfinhos, Sharky, morreu logo em seguida. Sea World disse que a morte foi um "acidente aleatório e infeliz" e rapidamente retomou suas atividades.

O que faz a morte de Sharky mais trágica é que, não fosse pela ganância da indústria de parques marítimos, ela teria passado sua vida nadando livremente no oceano. Sea World a comprou em 1982 depois dela ter sido violentamente capturada no oceano e separada de sua família para viver em um tanque de concreto. A morte de Sharky pode ter sido um acidente, mas um acidente que não deveria ter acontecido."

Lobo Repórter presta aqui sua homenagem a mais uma criatura que teve sua vida destruida pela crueldade humana. Descanse em paz, Sharky.

30 de out. de 2009

Paul Watson comenta sátira em South Park

A famosa série de animação South Park, conhecida pela ironia impiedosa que trata de temas contemporaneous da cultura popular, usou a Guerra Das Baleias (Whale Wars), estrelada pelo Sea Shepherd do Capitão Paul Watson, como material de sátira em episódio exibido dias atrás. Nele os japoneses aparecem matando golfinhos e baleias em toda a parte, inclusive em parques aquáticos. Enquanto isso, um menino americano simpatizante da causa toma conta das operações do Sea Shepherd nos mares depois que Paul Watson é morto pelos japoneses com um harpão.

O mais interessante é a resolução final do episódio. Os japoneses, depois de aprisonar o menino, explicam que matam baleias e golfinhos porque foram uma baleia e um golfinho que pilotaram os aviões que jogaram as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. O prisoneiro americano quase diz a verdade, mas resolve a situação de outra forma: ele diz que a foto usada como evidência foi alterada e fornece uma nova foto que revela os “verdadeiros” pilotos do ataque: uma galinha e uma vaca. Assim, os japoneses começam a matar galinhas e vacas e os americanos dizem: “Agora eles são normais como nós”.

Eu achei que essa resolução ilustra bem a hipocrisia do público ocidental que come animais mas que se revolta contra os japoneses e outras culturas que consomem outros tipos de animais. Porém, Paul Watson não pode ser acusado disso, já que ele é vegano e seus piratas também são, pelo menos enquanto trabalham para ele.

Watson comentou no website Ecorazzi que ele se sentiu lisonjeado. Aparecer no South Park é sinal de ter se tornado parte da cultura pop. “Eles soletraram Sea Shepherd corretamente e trouxeram a questão da matança de golfinhos e baleias para um grande público. O que eles deixaram de fora foi que nós baixamos as cotas de abate dos japaneses pela metade e com isso seus lucros. Nosso objetivo é falir essa indústria e nós estamos fazendo exatamente isso.”

O que os japoneses fazem nos mares é inadmissível. O que o Ocidente faz também nos mares e nos milhares de matadouros espalhados pelo mundo é igualmente aterrorizante. A resposta correta para essa situação de violência é o veganismo. Ao parar de contribuir para a demanda por produtos de origem animal, você contribui para enfraquecer essa indústria que lucra com a dor e a morte alheia. Revolta emocional não resolve nada. O que resolve são nossas ações e decisões.

Para assistir ao episódio em inglês, clique aqui.



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