3 de nov. de 2026

Bolsonaristas assassinam burrinho em Divinópolis

Este pobre animal, um burro, foi arrastado durante o período eleitoral, em passeatas pró-Bolsonaro, na cidade de Divinolândia, interior de São Paulo.

Ele foi pichado, agredido e submetido a sessões de horror, à falta de água, e a puxar cargas excessivas.

Diante dos olhos de gente "de bem", "cristã e conservadora", o animal definhou, e acabou falecendo 3 dias após a eleição, em 28 de outubro. A causa mortis foi um edema pulmonar agudo, provocado pelo excesso de força ao qual foi submetido.

Enquanto Flávio Bolsonaro aportava nos Estados Unidos, os seus seguidores, histéricos, matavam esse inocente.

Este tipo de coisa, nojenta, é o que os bolsonaristas, em frenesi, fazem: pregam que a Terra é quadrada, inventam que as eleições foram fraudadas e, sem controle da lei e longe do mínimo de humanidade, torturam e matam animais.

Em 2024, o então candidato a vereador em Fortaleza, Inspetor Alberto (PL) já havia sido processado, após a campanha eleitoral, quando foi filmado puxando um porco pelas orelhas, e gritando ofensas ao então candidato a prefeito, Evandro Leitão (PT).

Quando eu vejo supostos protetores de animais apoiando a direita, eu sinto vontade de gritar. Não, não é possível ser vegano, protetor de animal ou biólogo e apoiar essa escória criminosa que entra na política para roubar, matar e destruir.

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