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| Crueldade na rua: animal assassinado para deidades de religiões africanas |
Os deputados gaúchos disseram sim à tortura animal no Rio Grande do Sul, assim mantendo privilégio legal para cultos afro-brasileiros matarem animais em rituais. Isso representa um retrocesso, e um retrocesso perigoso.
O que esse projeto queria remover era o privilégio que foi dado à religiões em 2004 em legislação que trata do tratamento aos animais.
O que se combate aqui é excepcionalismo religioso.
Quem defende isso e acusa os ativistas de preconceito está mal informado, além de ser desonesto intelectualmente já que religião não é raça. Os veganos lutam contra todo tipo de exploração animal, inclusive rodeios e matadouros. Sim, durante o Natal fazemos campanha contra o abate.
Dar às religiões carta branca é um jogo populista perigoso e que nocivo à democracia. Aviso: um dia mesmo quem defende isso pode se tornar vítima da ditadura religiosa.

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