27 de fev de 2009

Cientistas notam que em todos o mundo os animais estão querendo dar um basta à opressão humana

Basta!: Elefante se revolta na Índia

(Via Anda): A agência de notícias francesa Reuters relata que um elefante teve um acesso de fúria na cidade de Kochi, no sul da Índia – uma foto mostra o paquiderme destruindo um carro. Acessos de fúrias de elefantes e outros tipos de comportamento agressivo atípicos em animais já têm sigla: HAC – human-animal conflict (conflito entre humanos e animais).

Nos últimos anos cenas como essa tornaram-se comuns na Índia e também na África, onde grupos de paquidermes muitas vezes dizimam vilas inteiras. O mesmo fenômeno está se repetindo entre todo o universo animal.

Etologistas (cientistas que estudam o comportamento de animais) vêm observando uma mudança de comportamento que indica claramente que os animais estão cansados da opressão humana. “Depois de séculos sendo comidos, despejados, sujeitos à vivissecção, mortos por diversão, vestidos como chapéus e obrigados a pedalar em circos, algo está fazendo com que eles se voltem contra nós”, diz uma reportagem no jornal inglês Daily Telegraph, que analisa esse fenômeno em detalhe.

Vários cientistas conceituados estão chegando à conclusão de que estes não são incidentes isolados, mas fazem parte de um espírito de retaliação contra as barbaridades humanas que têm, literalmente, feito do mundo um inferno para as outras espécies.

Que esse incidente sirva como uma recordação de que nós não estamos sós neste mundo e a nossa relação com os animais não-humanos deve ser baseada em respeito e consideração. A famosa frase do escritor Isaac Bashevis Singer, ‘Para os animais, todos os humanos são nazistas’, se aplica muito bem a esse fênomeno da vingança animal. Basta que nos coloquemos em sua posição e a imagem que temos de nossa espécie é realmente muito assustadora. Passou da hora de darmos trégua aos nossos amigos animais e deixá-los viver em paz. Essa será a única forma de evitar que mais incidentes de violência e fúria se repitam mundo afora.






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