5 de jun. de 2026

Elefanta Baby finalmente sai da prisão no Beto Carrero

O destino da elefanta asiática "Baby", que vive no Beto Carrero World há cerca de 30 anos, foi finalmente definido pela Justiça de Santa Catarina. O animal será transferido para o Santuário de Elefantes Brasil, em Mato Grosso, determinou a 2ª Vara da comarca de Penha nesta semana. A transferência deve acontecer no prazo de 60 dias.

A ONG Princípio Animal, autora da ação, e o Santuário de Elefantes argumentaram que o espaço no Mato Grosso oferece mais liberdade, uma área muito maior e a chance de convivência com outros animais da mesma espécie.

A disputa se arrastava desde 2024 quando o Parque Beto Carrero anunciou a que fecharia as atividades do zoológico e a elefanta seria transferida para um parque em São Paulo. A mudança foi impedida na Justiça após pedido da ONG. O Judiciário determinou, em primeira instância, que Baby ficasse no local sob os cuidados da equipe atual.

Na decisão, o juiz destacou que os animais são seres que sentem e que a escolha deveria se basear em critérios científicos de bem-estar, considerando aspectos físicos e comportamentais.

Todo o processo será feito sob responsabilidade técnica do santuário, com acompanhamento de veterinários, exames antes da viagem e relatórios a cada dois meses para monitorar a adaptação à nova casa

"A sentença no caso da elefanta Baby tem enorme relevância para o Direito Animal porque reconhece, de forma expressa, que os animais são seres sencientes, dotados de dignidade. Mais do que isso, o magistrado compreendeu que não se tratava de uma discussão abstrata entre zoológico e santuário, mas do destino de Baby como ser individual, com trajetória, história própria e interesses juridicamente relevantes. É uma decisão que rompe com a ótica mercantilista que por tanto tempo tratou animais como objetos de exibição e entretenimento." (Princípio Animal)

3 de jun. de 2026

Movimento Sandro Livre

Uma mensagem do Movimento Sandro Livre. Mas antes, seguem os dados de campanha do e-mail para o desembargador Paulo Alcides Amaral Salles.


📧 E-mail: gab.paulosalles@tjsp.jus.br

📞 Telefone: (11) 4635-9667

📍 Endereço: Rua Conde de Sarzedas, 100 – Gabinete 2302, São Paulo/SP

Excelentíssimo Desembargador Paulo Alcides Amaral Salles,

Escrevo para fazer um apelo que não pode mais esperar: autorize com urgência a transferência do elefante Sandro, do Zoológico de Sorocaba, para o Santuário de Elefantes Brasil.

Há anos, Sandro vive solitário em um espaço inadequado, privado do convívio com sua espécie e de uma vida minimamente digna. O Santuário oferece centenas de hectares, companhia de outros elefantes e cuidados especializados. A solução técnica já existe — falta apenas a decisão judicial.

Cada dia de atraso é mais sofrimento para um ser que já esperou demais. Contamos com sua sensibilidade e celeridade.

Sandro não pode esperar.

Respeitosamente,
[Seu nome]

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Gente, o coração transborda de esperança e gratidão, queremos agradecer, do fundo da alma, a cada pessoa, ativista e organização que está dedicando seu tempo e sua voz para enviar e-mails ao Desembargador Paulo Alcides Salles pedindo a transferência do nosso querido Sandro para o Santuário de Elefantes Brasil.

É emocionante ver tanta gente unida por uma causa justa, cada mensagem enviada é um grito de compaixão, uma semente de futuro onde o Sandro poderá finalmente sentir o chão de terra, a companhia de outros elefantes e o sol nas costas sem grades ao redor. 🌱

Não é uma luta fácil, já são mais de 4 anos travando essa batalha, foram momentos de cansaço, de angústia, de esperar por uma justiça que tarda. Mas enquanto houver um email sendo enviado, uma oração sendo feita ou uma corrente do bem circulando, a gente segue. Juntos, somos uma manada. E manada unida não desiste.

Por isso, nosso pedido é : continuem enviando, continuem pressionando, continuem acreditando. A decisão está nas mãos dele, mas a consciência e a pressão popular estão nas nossas. Que a empatia prevaleça, o Sandro merece a liberdade que lhe foi roubada.

Juntos, nós podemos vencer. Obrigado/a por não soltarem a nossa tromba. 🐘✊💚

Com amor e esperança, Movimento Sandro Livre 🐘

#SandroLivre

1 de jun. de 2026

O Massacre Silencioso nas Ilhas Faroe: Até quando vamos fechar os olhos?

Tenho visto nos últimos dias, através da página do Sea Shepherd, mais uma temporada do massacre de golfinhos nas Ilhas Faroe na Dinamarca, no norte da Europa. Mais sangue tingindo águas que deveriam ser santuários de vida. E mais uma vez, o mundo assiste em silêncio.

O que acontece nas Ilhas Faroe?

Para quem não conhece, todos os anos, nas águas cristalinas do arquipélago dinamarquês, uma tradição chamada "Grindadráp" (ou simplesmente "Grind") transforma enseadas paradisíacas em verdadeiros abatedouros a céu aberto. Centenas — às vezes milhares — de golfinhos e baleias-piloto são encurralados por barcos, forçados para a costa e brutalmente massacrados com facas e ganchos.

As imagens são indescritíveis. Animais se debatendo em águas vermelhas de sangue, enquanto homens, mulheres e até crianças participam do massacre como se fosse uma festa comunitária.

O argumento da "tradição" não cola mais

Os defensores dessa prática alegam que é uma tradição cultural centenária, necessária para a subsistência local. Que as comunidades faroenses sempre dependeram da carne e da gordura desses animais para sobreviver durante os longos invernos rigorosos.

É óbvio que fazem por puro prazer de matar, por não respeitar a vida, por tratar os animais como coisas. As Ilhas Faroe são uma região autônoma da Dinamarca, um dos países mais ricos e desenvolvidos do mundo. Supermercados abastecidos, aquecimento central, importações de alimentos de todos os cantos do planeta. Ninguém precisa matar um golfinho para não passar fome.

Tradição não é desculpa para crueldade. Se fosse, ainda estaríamos justificando sacrifícios humanos, mutilações ou qualquer outra barbárie que nossos antepassados praticavam.

O que os golfinhos sentem?

Esses são animais com inteligência equiparável à de primatas superiores. Têm linguagem complexa, nomes próprios (sim, golfinhos se chamam por assobios individuais), formam laços familiares profundos, cuidam de seus doentes e idosos, e demonstram luto por seus mortos.

Você consegue imaginar a agonia desses seres enquanto veem sua família sendo trucidada ao seu redor? Enquanto são perseguidos por horas até a exaustão? Enquanto têm seus corpos perfurados repetidamente, morrendo lentamente em águas que se tornam um banho de sangue?

O que podemos fazer? É fácil se sentir impotente diante disso, mas não somos. A pressão internacional já fez diferença em outros lugares — lembrem-se da Islândia abandonando a caça às baleias por falta de demanda? A pressão do consumidor funciona. Boicote a produtos faroenses (sim, eles exportam peixes e frutos do mar) 

 Assine petições que pedem à União Europeia e à Dinamarca que interrompam essa prática Divulgue — compartilhe informações, marque influenciadores, use hashtags como #StopGrind e #FaroeIslands Cobre da Dinamarca — afinal, as Ilhas Faroe são parte do Reino Dinamarquês, que tem leis rigorosas de proteção animal para seus cidadãos dinamarqueses, mas permite esse massacre em sua região autônoma.

Não podemos normalizar o horror Talvez você esteja pensando: "Mas isso acontece tão longe, em um lugar tão pequeno, o que importa?" Importa porque o que toleramos em silêncio, eventualmente, normalizamos. Importa porque toda vida importa — não apenas a de animais fofinhos ou carismáticos.

Importa porque nossa humanidade é medida por como tratamos os mais vulneráveis. O sangue continua a tingir as águas das Ilhas Faroe. 

Não fique limitado a consumir informação. Aja com o conhecimento que a informação te proporciona.

Compartilhe. Questione. Exija mudanças. Ou daqui a dez anos, ainda estaremos escrevendo os mesmos textos de revolta, enquanto os golfinhos continuam morrendo. E nós continuamos assistindo. Em silêncio. Compartilhe este post se você também acredita que tradição não justifica crueldade.

 #StopTheGrind #FaroeIslands #DolphinsNotFood

25 de mai. de 2026

A barbárie nossa de cada dia

Carga viva, a depravação mor da exploração animal.

Cerca de 4.000 ovelhas e cabras morrem após naufrágio de navio perto de Omã

“Relatos indicam que o navio se encheu rapidamente de fogo e fumaça antes de virar e afundar. As ovelhas e cabras teriam ficado presas sob o convés, sem nenhuma possibilidade de escapar”

Enquanto isso em Gaza, uma bomba das forças terroristas matou uma mãe, deixou seu bebê de um mês sem um pé e matou uma criança de seis anos. 

E o mundo inerte.

O que fazer?


16 de mai. de 2026

Terroristas judeus israelenses espancam cão na Cisjordânia

Um vídeo que viralizou mostra o ataque a uma cadela chamada Lucy que foi espancada por milicianos judeus que aterrorizam humanos e não-humanos na Cisjordânia. Essa é a realidade da vida na Palestina, que são aterrorizados todos os dias pelos milicianos judeus.

28 de abr. de 2026

PL para proibir produção de foie gras

É hoje! (via Vanessa é o Bicho)

Hoje é dia de decisão. O PL 90/2020, que proíbe a alimentação forçada de animais, entra em votação na Câmara dos Deputados. Essa prática é crueldade. Não tem justificativa. O Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais (DPDA) já se manifestou favoravelmente ao projeto, reconhecendo a urgência de avançarmos na proteção dos animais no Brasil. Agora é o momento de transformar isso em lei. Acompanhe, cobre, pressione. Não alimente a crueldade. Vote SIM. 

 #DireitosAnimais #ProteçãoAnimal #PL902020 #NãoAlimenteACrueldade #vanessaeobicho