23 de jan. de 2026

Vaca tenta escapar de navio de carga viva

Eles sabem, eles sentem o cheiro do perigo e da morte - os animais querem viver. Pare de consumir produtos animais, a sua satisfação momentânea não vale uma vida de sofrimento.

21 de jan. de 2026

Petição contra carga viva no Pará

Quem acompanha este blog, já deve ter visto muitas postagens sobre os horrores da carga viva. É uma das formas mais egrégias de crueldade animal e precisa ter um fim. Por isso venho pedir seu apoio para o seguinte:

O grupo Amazônia no Ar lançou uma petição pedindo pelo fim da exportação de gado vivo no Pará, estado que lidera esse tipo de operação no Brasil. A petição está disponível aqui e convida a sociedade a se posicionar contra uma prática denunciada por especialistas, ativistas e órgãos de controle como cruel, insegura e incompatível com qualquer noção de bem-estar animal. 

Milhares de bois são embarcados todos os anos em navios superlotados, onde permanecem confinados por semanas, expostos a calor extremo, ventilação precária, fezes, urina e sofrimento contínuo até o destino final. Para o Amazônia no Ar, trata-se de uma forma institucionalizada de tortura animal — legal, lucrativa e invisibilizada. 

Assine e compartilhe com amigos e colegas.

5 de jan. de 2026

Os jumentos vão entrar em extinção

(Via Catioro Reflexivo) - Por gerações, o jumento foi símbolo de resistência no sertão. Leal, forte e incansável, ajudou a transportar água, comida e pessoas pelas estradas de terra sob o sol nordestino. Mas agora, silenciosamente, esse mesmo animal está desaparecendo vítima de um comércio que poucos conhecem e quase ninguém vê.


Nos últimos anos, abatedouros instalados no Nordeste têm sido usados para exportar peles de jumentos. O destino? A indústria de cosméticos e medicamentos na Ásia, onde a pele é usada na produção de um extrato chamado ejiao, ingrediente tradicional da medicina chinesa. O problema é que, para atender à demanda, milhares de jumentos são caçados e mortos ilegalmente, deixando povoados inteiros sem o animal que fazia parte da sua identidade cultural.

Organizações de proteção denunciam as condições brutais: transporte sem água, confinamento em currais superlotados e abates em série. Ambientalistas alertam que a população de jumentos no Brasil caiu drasticamente e pode desaparecer em poucos anos se nada for feito.

Por trás das estatísticas, há um lamento que ecoa no silêncio das estradas do sertão. O mesmo jumento que ajudou o homem a sobreviver à seca agora precisa que o homem o salve da extinção.

2 de jan. de 2026

Feliz 2026

 A coisa que eu mais desejo sempre na vida é me manter curioso e com sede de experiências novas. Que 2026 represente avanços para os animais , para os humanos e para os ecossistemas do mundo.

18 de dez. de 2025

Canalhas oportunistas usam proteção para entrar na política

Há muito tempo eu venho avisando contra esses deputados que usam a causa animal como conteúdo.

Não legislam, se comportam como influencers sendo que estão revestidos do poder de um mandato.

São oportunistas de extrema-direita que se aproveitam da sede punitivistas de muitos protetores revoltados
com  violência contra os animais.

Mas não são esses canalhas que vão trazer justiça, apenas para a sua conta bancária.

Fazem vídeos estilo Rambo resgatando cães, sempre na casa de pobres e na periferia, e depois nunca dão notícias dos animais resgatados.

Agora votaram na PEC da anistia para tirar o golpista miliciano fascista da cadeia e para justificar o PL, englobaram uma série de crimes que terão suas penas reduzidas, inclusive crimes ambientais e contra a fauna.

Esses caras defendem bandidos. Eles são bandidos. Querem se imunizar contra a lei.

A proteção animal tem que amadurecer e entender que delegado com cara de malvado quer apenas enriquecer com a sua indignação. Seja esperto. 

A única deputada federal realmente preocupada com a causa animal é Duda Salabert. Viva Duda.

O resto desses pseudo-protetores é lixo, é vagabundo, é bandido.

Vamos varrer esses trastes dos corredores do congresso nas próximas eleições.



 

7 de dez. de 2025

O caso da leoa de João Pessoa: caos e crueldade

O caso do ataque fatal da leoa em cativeiro involuntário no Parque Arruda Câmara, em João Pessoa, no dia 30, é uma tragédia com muitas camadas. Ela sintetiza a absoluta falta de moralidade, pensamento, insensibilidade, caos e falta de responsabilidade que dominam as nossas sociedades nesse triste, delirante e maltrapilho século XXI.

Para começar, o que uma leoa está fazendo em um recinto fechado em João Pessoa? Que mentalidade é essa que cria essa ilusão de que um animal africano deveria estar no Brasil, exposto como uma peça viva de museu? Como esse anacronismo persiste apesar de tantas campanhas e conscientização sobre o horror representado pelos zoológicos?

A outra tragédia foi a do humano que se aventurou pelo recinto da leoa e acabou sendo morta por ela. Transpareceu que o rapaz tinha transtornos mentais. Não deveria o recinto ser a prova de invasões? Esse rapaz não deveria estar tutelado por alguém? Apenas 19 anos, e sua vida extinguida pela crueldade e negligência humanas.

No final das contas, duas vítimas da sociedade humana se encontraram naquele recinto e uma delas perdeu a vida nesse encontro, porque afinal de contas, a natureza, apesar de desecradada, insiste e se manifesta.