1 de jul de 2010

Pele não é um símbolo de status, mas sim um símbolo de crueldade

A cultura pop, principalmente o hip hop americano, infelizmente tem dado um passo atrás na ética e incorporado peles como símbolo de status, opulência e riqueza. Esse é o caso de Kanye West, Mary J. Blige e agora a nova sensação da música manufaturada, Rihanna (foto).

A estrela do hip hop está para sair em turnê e segundo relatos, uma de suas exigências para o seu camarim é um tapete de pele de animais, além de uma lista que inclui outras exigências absurdas que não é possível avaliar se são verdadeiras ou parte de um plano de relações públicas.

O fato é que Rihanna já usou peles em público antes e é muito preocupante que uma cantora ainda adolescente e popular comece a glorificar a crueldade como símbolo de status e, no seu caso, símbolo de sexualidade, que é o principal produto da sua máquina de marketing.

Peles, assim como couro, lã e seda, são o resultado da escravização, tortura e morte de animais. Ao contrário do que a indústria diz, esses produtos não são glamurosos, mas sim violentos. Apoiar financeiramente dessa indústria é financiar a tortura e morte de animais.

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