17 de jan de 2017

Berlin e seus terríveis casacos de pele



´Proibido peles': uma voz rara no mar de
peles que é Berlim

Eu amo Berlim: a cidade é democrática, cheia de oportunidades culturais e sociais e super eficiente, sem contar com o veganismo generalizado da cidade. Mas a cidade é também um desfile de casacos de pele - muitos! Eu estava desacostumado com essa forma descarada e desafiante que se vê por aqui, coisa que em Londres, por exemplo, é mais rara. Infelizmente, enquanto os direitos dos animais avançam por um lado (como o fechamento do explorador de animais, o circo Ringling Bros), por outro lado, apesar de campanhas intensivas, o uso de peles retornou com um monstro de filme de terror que simplesmente não morre.


7 de jan de 2017

Croácia proíbe fazendas de chinchila a partir do ano novo



Uma vitória para os animais na Croácia. Em vigor a partir de 01 de janeiro de 2017 com um período de desmantelamento de 10 anos, a Croácia proibiu a criação de chinchilas (foto) para serem mortas por sua pele. Apesar da pressão da indústria, a Croácia fez a coisa certa que o público pediu, através do Ministério da Agricultura.

4 de jan de 2017

Deputado ruralista quer acabar de vez com a fauna brasileira

Um deputado chamado Valdir Colatto (PMDB-SC, foto), quer criar um retrocesso para os animais silvestres no Brasil com vista a proteger os interesses de seus patrocinadores, que devem incluir o agronegócio e a indústria das armas. O energúmeno escreveu o projeto de Lei 6268/16 que legaliza a caça no Brasil, proibida em 1967. Mesmo com a proibição a caça acontece e levou a extinção várias espécies no Brasil. Imagina se essa lei passa. A proposta tem que passar ainda pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de ir a plenário. Mais uma luta para os ambientalistas e veganos do Brasil. (Ler mais +)



30 de dez de 2016

Veganismo no aeroporto


Lobo Repórter está um tanto intermitente esses dias porque estou de férias, viajando pela Europa. Ontem passei por um aeroporto na região de Londres chamado Stanstead. O aeroporto é um inferno de lotado, mas quando estava esperando pelo vôo, notei que as ofertas veganas eram muitas. Um restaurante da rede Leon oferecia várias opções veganas, que eram devidamente identificadas como tal. O Pret A Manger, outra rede conhecida no país, veganizou geral: todos os croissants e outros artigos de padaria eram veganos - nem havia a opção não-vegana! Foi muito bom ver isso. 😼🙂😎


22 de dez de 2016

Os porcos sabem seu destino quando chegam ao matadouro



Essa matéria é bem interessante, tendo como fonte um neurocientista chamado Lori Marino, que foi uma das testemunhas de defesa de Anita Kranjc, a ativista canadense sendo processada por dar água a porcos a caminho do matadouro.

Marino está a frente de uma organização chamada Kimmela Center for Animal Advocacy. Ele disse que os porcos sentem as emoções de outros porcos através de o que ele chama 'contágio emocional'.

"Os porcos são, no mínimo, tão cognitivamente conscientes como um macaco," ele disse ao comentar um vídeo de um matadouro na Austrália. "Os gritos agudos são pedidos de ajuda."

Essa opinião especialista não me surpreende. Um curto tempo com animais e percebemos sua sensibilidade, suas emoções e desejo de estar bem. A melhor forma de responder a esse saber é tornar-se vegano.

17 de dez de 2016

Exposição de arte vegana em Sampa

(Press-release) - A proposição Diana Vegana de Luciano Zanette elaborada para o projeto Intervalo Contemporâneo da Fundação Ema Klabin, foi pensada pelo artista a partir da identificação da colecionadora com a figura mitológica de Diana; referida em duas obras do acervo da Fundação, uma delas o retrato de Ema. Na mitologia romana, Diana é um modelo simbólico de mulher forte e independente. Diana Vegana foi pensada a partir destes valores: de uma mulher contemporânea, livre, forte, esclarecida e atuante.

No trabalho temos uma livre contextualização desta figura mitológica com o momento atual. Sendo ela não mais representada de modo arcaico como Diana Caçadora, que se impunha pela violência das armas, no caso o arco e flecha, mas como uma ativista vegana que se coloca com o intelecto, a empatia e a ação direta de conscientização, combatendo a utilização dos animais, tomados como propriedades e mercadorias pelos humanos. Esta Diana contemporânea defende o fim da escravidão animal.

A instalação Diana Vegana busca suscitar reflexões sobre estas e outras questões urgentes ligadas ao veganismo no mundo contemporâneo atreladas ao abolicionismo animal, a não violência, a questões ambientais, sociais, econômicas, políticas, de saúde pública, etc.

16 de dez de 2016

Ricardo Trípoli recebeu dinheiro do agronegócio

A coluna de Matheus Leitão diz que o deputado federal Ricardo Trípoli (SP), que tem a proteção animal como uma de suas bandeiras, tem na sua lista de doações R$ 100 mil de uma fazenda de gado de corte.

A doação é legal, mas obviamente não é ética por dois motivos: protetor animal tem que ser vegano para ser coerente e, segundo, aceitar dinheiro de operações comerciais quer dizer que você vai usar o seu mandato para defender os interesses de seus patrocinadores. Como um político pode ser imparcial se ele está, literalmente, de rabo preso?