O gerente de uma fazenda de laticínios na Nova Zelândia recebeu a maior pena por crueldade animal na história do país. Ele vai passar quatro anos e meio na cadeia e está proibido de ter animais por 10 anos. As vacas apanhavam, tinham seus rabos quebrados e levavam tiros no joelho, entre outras formas de sadismo.
Michael James Whitelock (foto) confessou 12 acusações, inclusive mau tratamento de animais, posse ilegal de armas de fogo e tentativa de subverter a justiça.
Acredita-se que essa seja a maior pena por crueldade contra animais já expedida naquele país. A segunda maior foi a pena de dois anos e um mês dada a uma fazendeiro de Waikato em 2013.
Dos 1.100 animais inspecionados, 152 vacas e 57 novilhas tinham rabos quebrados. O veterinário disse aos investigadores que ele nunca tinha visto tamanho número de animais com rabos quebrados como ele encontra na fazenda Totara Dairy Unit em Cape Foulwind.
Uma vaca que deveria ter sido eutanasiada foi levada ao offal pit (local onde animais mortos são jogados) onde Whitelock passou um revólver para um empregado e o mandou atirar na vaca nas pernas. Whitelock e três empregados deram um tiro cada nas pernas da vaca antes dela ser eutanasiada.
As autoridades que investigaram o caso disseram que em outro caso Whitelock bateu em um vaca com um baton de esgrima, o que resultou em um ferida séria no olho. Whitelock então tentou eutanasiar o animal, mas, não conseguindo, a colocou no offal pit enquanto ela ainda estava viva.
Os outros acusados foram sentenciados a detenção comunitária, serviços comunitários e desqualificação.
Fonte: Sidney Morning Herald
22 de dez de 2015
21 de dez de 2015
Natal vegano
A marca de cartãos Hallmark fez um comercial de Natal onde o pai se surpreende quando a filha e sua família dizem que se tornaram veganos. Nada de presunto... super bem feito e atuado.
19 de dez de 2015
Maionese vegana agora é, oficialmente, maionese
Primeiro a Unilever tentou processar Just Mayo, uma marca de maionese vegana que não usa ovos, para eliminar a competição. A Unilever tentou argumentar que, se não tem ovo, não é maionese, portanto a marca vegana não poderia chamar seu produto de maionese.
Mas o processo pegou tão mal que a corporação desistiu do caso.
Depois, graças a uma lei de acesso à informação, descobriu-se que o departamento que regula a comercialização de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, o famoso FDA, estava mexendo seus pauzinhos para tirar Just Mayo de circulação.
Mas no final, Just Mayo ganhou e vai ter que que fazer apenas algumas alterações na etiqueta, segundo um acordo que ela fez com o órgão governamental.
A empresa vai ter apenas que informar mais claramente que o produto não contem ovos. Mas pode se chamar de maionese.
O CEO da empresa, Josh Tetrick, disse que também vai enfatizar mais significado da palavra Just, que em inglês pode significar tanto “apenas” quanto “justo”, o adjetivo de justiça. A partir de agora, é nesse segundo significado que o marketing da empresa vai focar, ele disse.
Enquanto os inimigos tentavam destruir a empresa, ela foi crescendo. Suas vendas são maiores na popular Walmart do que Whole Foods, que é um supermercado orgânico direcionado a um público mais elitista.
Além disso, Just Mayo já é vendida no México e Japão.
Com certeza, o futuro dessa maionese vegana é brilhante – os inimigos vão ter que engolir essa, sem a crueldade dos ovos.
17 de dez de 2015
OAB RJ quer fim da exploração de cavalos em charretes em Paquetá
Aconteceu na manhã de segunda-feira(14) uma reunião entre o presidente da Comissão de Proteção e Defesa dos Animais (CPDA) da OAB/RJ, Reynaldo Velloso e os membros da Associação de Charreteiros de Paquetá (RJ). O encontro decidiu o destino das charretes da Ilha. Na ocasião, foi discutida a ideia de se realizar uma campanha nacional de arrecadação de fundos para a aquisição de carros elétricos que seriam utilizados em substituição às charretes. (Ler mais +)
Aos poucos, cavalos saem das ruas de Vitória (ES)
"A Prefeitura de Vitória vai recolher, nestas quinta (17) e sexta-feiras (18), os cavalos que deixaram de atuar em veículos de tração animal na cidade e que estavam sob guarda de seus proprietários." (Ler mais +)
16 de dez de 2015
O sucesso da arara azul
É possível recuperar espécies em extinção. Essa é a síntese da matéria que relata que o nível de risco da arara azul foi rebaixado. De 1.500 indivíduos na década de 80, agora existem 5.000. Vale a pena ler, vale a pena lutar pela biodiversidade. Sendo vegano, você ajuda a preserva a biodiversidade por evitar conflitos entre pecuaristas e carnívoros ameaçados de extinção, como a onça. (Ler mais +)
15 de dez de 2015
Calendário Veg - já comprou o seu?
O que nos aguarda em 2016?
Um ano de mais consciência e compaixão, na companhia de:- Cazé Peçanha + Pepa- Camila Jorge + Manu- Éder Jofre + Titi- Vanessa Mesquita + Diamante Negro e Nutella- Derrick Green + Bart- João Gordo + El Gato- Andre Matos + Naná, Samantha, Marieta e Tom - Fernandinha Ferreira + Fragola e Spyke- Luisa Mell + Marley- Eduardo Jorge + Dago- Dani Moreno + Rabisco- Ricardo Japinha + Floquinho
Posted by Calendário Veg on Sunday, December 13, 2015
Assinar:
Postagens (Atom)



