17 de mai de 2012

Esquerdista que come carne não tem credibilidade

Outro dia eu vi um filme francês chamado As Neves do Kilimanjaro, um desses que acham que são mais profundos do que realmente são, e não acreditei no saudosimo do autor em relação àquela cultura ultrapassada de sindicatos. Ele apresenta qualquer pessoa que tenha o rótulo de trabalhador como ‘sal da terra’; o operário é inerentemente bom, mesmo quando ele comete um crime horrível. E para piorar, os ‘working class heroes’ do filme comem carne o tempo inteiro, exemplificando como o oprimido não vê o menor problema de assumir o papel de opressor por um prazer efêmero.




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