7 de mar de 2012

Estado de Minas critica a venda de animais vivo em Mercado Central de BH

Quem entra no Mercado Central de Belo Horizonte depara-se com uma profusão de cores e aromas de vários tipos e procedências. A disposição labiríntica do espaço convida o visitante a se perder deliciosamente pelos corredores cheios de lojas e bancas de frutas, verduras, legumes, queijos, temperos, peças de artesanato, coisas de casa, artigos religiosos, ervas, flores, entre diversos outros produtos. Os bares também integram o conjunto e oferecem agradáveis horas de lazer aos que os frequentam. Tudo isso, como se sabe, torna esse mercado já octogenário passeio obrigatório para todos os que visitam a cidade. 

Há, contudo, um lado sombrio em toda essa maravilha. Trata-se da área reservada à comercialização de animais vivos, como cães, gatos, patos, coelhos, galinhas e pássaros, entre outros. Todos presos em gaiolas imundas, expostos ao barulho incessante e estressante, sem espaço para se movimentar nem ar fresco para respirar. Muitos, por terem ido ainda filhotes para as lojas, nem sabem o que é a luz do sol. Vários, em função dos maus-tratos, contraem doenças. Enfim, são seres em estado de explícito sofrimento, convertidos em meros produtos de compra e venda, como se a vida fosse feita para isso. (Estado de Minas critica a venda de animais vivo em Mercado Central de BH)    
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