17 de dez de 2011

A banalidade do mal

A polícia precisa se inteirar dessa tese de Hannah Arendt. Eu digo isso em resposta ao caso da enfermeira de Formosa em Goiás que violentou de forma tão cruel um cão Yorkshire que ele morreu. E ela o fez em frente de uma criança de três anos. O delegado disse que eles vão investigar o que a levou a fazer isso, mas aí está o problema: eles não vão encontrar nada, e nem precisariam se dar o trabalho.O mal não tem motivações, ele não é praticado por monstros, mas por pessoas normais que perdem a capacidade de empatia e compaixão. Tentar encontrar motivações é uma forma de justificar, e justificar o mal é injusto com a vítima. Essa assassina tem que ser apenas punida, e não ‘compreendida’.


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