28 de jan de 2011

Os eqüinos pedem socorro

Essa semana foi calamitosa para os cavalos explorados em trabalho de tração. Um cavalo morreu de exaustão em SP, um outro foi espancado por perder as forças (veja imagem abaixo) e um outro caso em uma cidade litorânea do Rio Grande do Sul chocou um casal de turistas que tentou ajudar um animal que parecia um prisioneiro de campo de concentração.

Eu sei que existe uma questão econômica que precisa ser resolvida: os carroceiros precisam de trabalhos alternativos. Mas... eu não acredito que pobreza seja licença para crueldade. E nem que a chamada ‘educação do público’ seja um pré-requisito para tudo. Isso virou desculpa para se adiar a implementação de medidas.

Existem certas coisas que não dependem de educação, que são instintivas, que dependem apenas do nosso discernir mais básico do que é certo e errado. Maltratar um animal é algo que sabemos instintivamente ser errado; é sadismo. E nesse caso, acho que só educação não resolve. É preciso punir também e principalmente, proibir que o sujeito humano em questão não tenha acesso a animais durante toda a sua vida.

Um movimento parecido com aquele focado em resgate de cães e gatos precisa se formar em torno dos eqüinos. É mais complicado, mas extremamente necessário.

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