21 de dez de 2009

Castrar e proibir a criação de animais: a solução racional para a superpopulação de animais domésticos

Ontem o Fantástico mostrou uma matéria tola comparando a pegada de carbono dos cães e gatos com a de um carro. É uma comparação esdrúxula e sem propósito porque, se os cães produzem mais carbono do que, digamos, um gambá que vive no mato, é exatamente porque eles convivem com os seres humanos. Quem produz o carbono é a pecuária e os produtores de ração, e não os cães. Gostaria de chamar a atenção para a falta de educação da jornalista Renata Ceribelli, que praticamente caçoou da sensibilidade de uma guardiã que quase chorou ao contemplar a possibilidade de se separar de sua cadela. Essa mulher exibiu a sutileza de uma guilhotina.

Agora, é verdade que existe uma superpopulação de animais domésticos que acompanha a superpopulação humana e isso inevitavelmente coloca mais pressão nos recursos naturais do planeta Terra. A reação racional a esse problema é aquela que os protetores já sugerem: proibir a criação de animais para venda e castrar todos os animais domésticos. Sendo assim, a população deles diminuiria, haveria menos sofrimento nas ruas e o mercado de ração teria que encolher. Seria melhor para todos.




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